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Grécia: ERT exige demissões após o desaire no Festival Eurovisão 2023

 A emissora pública grega ERT terá pedido a demissão de um dos responsáveis da participação do país no Festival Eurovisão 2023, após a eliminação de Victor Vernicos na semifinal.


Considerada um colosso eurovisivo em tempos passados, a Grécia voltou a falhar o apuramento para a Grande Final em Liverpool sendo o terceiro desaire nas semifinais nas últimas sete edições. Contudo, a eliminação de Victor Vernicos e "What They Say" na semifinal, onde alcançou o 13.º lugar com apenas 14 pontos (12 de Chipre e 2 da Arménia), terá, segundo a imprensa grega, efeitos na organização da ERT, com o organismo público a exigir a demissão de um dos responsáveis da participação de modo a assumir a responsabilidade do fracasso.

Ainda que não tenha sido apontado nenhum nome, Konstatinos Bourounis, também vice-diretor geral da ERT, que foi o responsável da participação grega em Liverpool, e Monica Papadatou, chefe de delegação da Grécia, são os nomes mais mencionados pela imprensa grega.

De realçar que a polémica em torno da participação da Grécia em Liverpool remonta a janeiro, data em que Victor Vernicos foi anunciado como vencedor de um processo interno que causou confusão pela escassez de informação. Dias depois, Melissa Mantzoukis, uma das candidatas, apresentou uma ação em tribunal para paralisar o processo, com a ERT a ameaçar retirar-se do concurso internacional. No entanto, a justiça grega recusou as medidas preventivas e adiou a decisão final para o mês de maio.

Contudo, não é a única polémica a assombrar a participação grega em Liverpool, com o júri do país a ser acusado de "distanciar o povo cipriota da Grécia" ao ter apenas pontuado Andrew Lambrou com 4 pontos. As declarações foram feitas por Nikos Kotzias, antigo ministro dos Negócios Estrangeiros, com Nikolaos Nikolakopoulos, presidente do júri grego, a responder às acusações: "A ERT enviou os nossos currículos para a EBU/UER e eles foram aprovados. Reunimo-nos numa área concebida para o efeito e votamos na presença de um notário, de acordo com as regras. O processo foi transparente e imparcial" frisou, esclarecendo que, no regulamento, é expressamento proibido "votar com base em critérios afetivos".

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Fonte: ESCPlus / Imagem e Vídeo: Eurovision.tv
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