Suécia: SVT defende participação dos OVÖ no 'Melodifestivalen 2020'


A imprensa sueca revelou que Jean-Willy Akofely e Nickie Osenius Kouakou, membros dos OVÖ, foram condenados por lavagem de dinheiro e posse de drogas. A SVT defendeu o grupo e garante que "não pede o registo criminal" aos participantes.

A imprensa sueca avançou, recentemente, com uma notícia sobre o grupo OVÖ, participante na primeira semifinal do Melodifestivalen 2020, que levou várias pessoas a pedir a desclassificação do grupo junto da SVT. Segundo a publicação, Jean-Willy Akofely foi condenado, em 2017, por lavagem de dinheiro, tendo de pagar mais de 8 mil euros e ficando em liberdade condicional. 

Por sua vez, Nickie Osenius Kouakou foi condenado por posse de drogas em outubro passado. "Nunca mais fumei. Estou limpo e sinto que a participação é um passo na direção certa" frisou Nickie, "O passado é passado. Nunca é tarde de mais para mudar ou melhorar".

Karin Gunnarsson, produtora do Melodifestivalen 2020, reagiu à polémica durante a ronda de ensaios de hoje: "A verificação de antecedentes que fazemos é uma conversão com as gravadoras (...) onde o diálogo sobre os envolvidos é confidencial" defendeu, "Não pedimos nenhum registo criminal (...) Cada caso é um caso e não podemos comparar processos. Não temos nenhum problema com os artistas a concurso". Por fim, Karin Gunnarsson recusou-se a responder à questão sobre quais crimes não seriam aceites na lista de participantes: "Não vou entrar nisso. É caso a caso".



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Fonte: aftonbladet /Imagem/Video:Eurovisiontv

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