Slider

Portugal: Cristina Tomé completa nova administração da RTP

O Conselho Geral Independente admite queda das audiências com novo plano estratégico, que deverá ser aprovado até final de janeiro. Cristina Tomé será o terceiro elemento da nova gestão.


A nova administração da RTP poderá entrar em funções em fevereiro. Cristina Vaz Tomé (1ª na foto), ex-quadro da consultora KPMG, será o terceiro elemento da nova administração, com o pelouro financeiro da RTP, segundo anunciou um dos membros do CGI, António Feijó, em entrevista à RTP Informação.

Feijó defendeu que gostaria que a nova equipa entrasse em funções o mais rapidamente possível, sublinhando ainda assim que os três nomes ainda terão que ser ouvidos no Parlamento e sujeitos a parecer da Comissão de Recrutamento e Seleção na Administração Pública. Segundo explicou este membro do CGI, a marca diferenciadora da RTP será a qualidade e as receitas comerciais serão uma questão secundária, admitindo uma queda nas audiências. Mas, acrescentou, a qualidade não tem que ser elitista. Em muitos aspetos, a programação da RTP não diverge da dos privados.

A nova administração contará com Gonçalo Reis (2º na foto): gestor, tem 47 anos e esteve já na equipa de Almerindo Marques, antes de rumar à Estradas de Portugal. O gestor esteve já nas listas de Santana Lopes à Câmara de Lisboa – assumindo o lugar de vereador – e foi também deputado, eleito nas listas do PSD. Quanto a Nuno Artur Silva (3º na foto), sairá da Produções Fictícias, assim como do Canal Q. A RTP não terá contratos com esta empresa, por incompatibilidade de funções do seu novo administrador.

Uma das principais medidas do novo plano estratégico é deixar de andar a reboque dos outros. Deverá assumir-se como o operador mediático distintivo e de referência, no panorama audiovisual, que deve recusar a imitação e a contra-programação, diversificar a programação nos horários nobres e respeitar os respetivos horários, envolver e escutar os cidadãos, e ter em consideração os ritmos de vida dos ouvintes e telespetadores. E insiste: Um serviço público de media deve evitar colocar programas diversificadores da oferta a horas inacessíveis para a maioria das pessoas.

As linhas orientadoras para a nova RTP visam também garantir a unidade e coerência do serviço público de media, preocupação principal de todos os serviços de programas em todos os horários, assim como garantir que todos os cidadãos acedem em boas condições às emissões dos serviços de programas de rádio e televisão, em todas as regiões do país e no estrangeiro, e fazer com que, tendencial e progressivamente, todos possam aceder livremente aos conteúdos dos diferentes serviços de programas, nomeadamente a RTP Informação e a RTP Memória.

Esta e outras informações também no nosso Facebook. Visite já!
Fonte: O Observador / Imagem: ESCPortugal
2
( Hide )
  1. Anónimo17:44

    rtp quer audiencias? que faça para ganhar o ESC , ESC em portugal iria ser lider de audiencias!

    ResponderEliminar

Ideas

both, mystorymag

A NÃO PERDER...

TOP
© Todos os direitos reservados
Criado por Envato Personalizado por ESC Portugal - PG, 2022.