Slider

Turquia: País não deverá voltar à Eurovisão



O jornal alemão Tagesspiegel noticiou, esta quarta-feira, que a Turquia não deverá voltar a participar no ESC após a vitória de Conchita Wurst.






Não passou muito tempo desde a altura em que a Turquia se sentia orgulhosa das suas participações na Eurovisão. O país ganhou o concurso em 2003 e obteve bons resultados em grande parte das participações. No entanto, em 2012, o país decidiu abandonar a competição e a emissora TRT parece não ter vontade em voltar.

Oficialmente, o boicote à Eurovisão prende-se com o desacordo sobre o sistema misto de votação (50% para o público e 50% para o júri). No entanto, as razões deverão ser mais do que essas. Tendo o país um governo conservador, tem muitas preocupações com a moralidade, a decência e a vitória de cantores assumidamente homossexuais, tal como aconteceu este ano.

Volkan Bozkir, chefe do comité dos assuntos estrangeiros do parlamento turco e militante do mesmo partido do primeiro-ministro, disse que o país não voltará a participar no ESC. A posição ficou vincada após a vitória de Conchita Wurst. Bozkir recebeu bastante apoio às suas declarações através da rede social twitter.

No entanto, nessa mesma rede social, vários turcos mostraram o seu apoio à vencedora do ESC2014 e o jornal Radikal publicou um artigo de opinião favorável a Conchita.

Esta e outras notícias também no nosso Facebook. Visite já!
Fonte e Imagem: TAGESSPIEGEL
62
( Hide )
  1. Anónimo20:50

    Bye bye Turquia, levem a Rússia, o Azerbaijão e a Bielorússia com vocês está bem? Definitivamente estes aziados não fazem falta nenhuma à eurovisão e o ambiente fica muito melhor

    ResponderEliminar
  2. Anónimo20:51

    Who cares? É isso mesmo: não gostam não participam. Nem sequer são capazes de separar a música da religião e política... Tristeza mesmo!!! Deixem-se estar que ninguém se preocupa com a vossa ausência.

    ResponderEliminar
  3. Anónimo21:28

    Completamente de acordo com o @ 20:50! Acrescento mais, lembram quando a Russia levou a concurso, duas meninas "Lésbicas" que prometiam um beijo "apaixonado" no final da canção? Países de Leste, não fazem falta na Eurovisão! Eles querem é os votos todos para eles!! Curem-se meninos de coro!!!

    ResponderEliminar
  4. Anónimo21:45

    Levem os gays também com eles. Dois coelhos de uma cajadada só. Que tem a orientação sexual a ver com música???

    ResponderEliminar
  5. Anónimo21:46

    Até gostava de ver a Turquia de volta... Mas isto já é de mais. Ganhou quem a Europa achou que merecia. Conchita foi a melhor da noite.

    ResponderEliminar
  6. Anónimo22:04

    Não gostei particularmente da canção que ganhou, acho até que sem toda a encenação à volta da canção e do interprete o resultado seria outro. Penso sempre como seria se a "cantora" não tivesse barba ou o cantor fosse de smoking...Acho que o interprete cantou de forma certinha mas considero que tem uma voz normal/vulgar...Agora se a Turquia não quer participar, PQP, não fazem lá falta nenhuma...

    ResponderEliminar
  7. Anónimo22:12

    Se o Conchita ganhou , ganhou e pronto.

    ResponderEliminar
  8. Tenho muita pena desta decisão (não definitiva, claro).

    Não quero que ninguém abandone. Quero que em 2015 a Turquia regresse maravilhosa e traga também de volta Andorra, Luxemburgo, Marrocos, Mónaco, Bulgária, Chipre, as Checoslováquias e as Jugoslávias que faltam.

    A alguém sair, que seja só por questões de mau comportamento!

    ResponderEliminar
  9. Anónimo00:15

    @ Anónimo das 21:45

    Levem os heteros também com eles! Que tem a ver orientação sexual com música? Nada, por isso se os gays não fazem falta, os heteros também não.

    ResponderEliminar
  10. Anónimo00:17

    A Rússia pode ir mais o Azerbeijão, e já agora levem a Roménia parva. Mas a Turquia faz muita falta à Eurovisão!

    ResponderEliminar
  11. Anónimo02:48

    Lá estão vocês a misturar tudo, que enjoo. Nem a Roménia, nem o Azerbaijão merecem o fim que lhes querem dar. Não é por a Rússia e a Turquia estarem já a dizer que não querem ou que não vão participar em 2015, que que os outros têm de levar por tabela. Nem na Roménia nem no Azerbaijão existiram petições contra a Conchita, e esses assunto nunca foram discutidos nos parlamentos de ambos os países. Aliás nem um nem outro falou sobre a questão, em Copenhaga até vi a representante azeri a tirar fotos com a própria Conchita.

    ResponderEliminar
  12. Anónimo03:08

    También podían expulsar a países que maquinan boicots contra sus vecinos como fue el descaradísimo caso de Portugal. Es curioso que, pese a estar al borde de una guerra, Ucrania y Rusia se respetan y se votan entre sí, y no como Portugal, que exhibe sentimientos hispanófobos.

    ResponderEliminar
  13. Anónimo 00:17, Não vejo porque é que haveriam de levar a Roménia com eles, não é dos piors países que cá está na ESC, acho muito pior a Rússia e o Azerbaijão, qaunto à Turquia fazer falta ao ESC, não vou negar que eles já levaram músicas bastante boas: Pe'troil, Dinle, Every Way That I Can, Shake It Up Shekerim, Deli e Dum Tek Tek são grandes músicas que eu gosto bastante, agora, se é para ter este tipo de atitudes no ESC, então mais vale não estarem para ser sincero, o mesmo digo da Rússia, também já levaram músicas bastante boas mas a atitude deles também não é a em nada a melhor.
    Acho que no lugar de Turquias, Rússias ou Azerbaijões, deviam regressar países como a Andorra, o Luxemburgo, o Mónaco e alguns outras países que já não participam há já imenso tempo, isso sim, era de louvar, tendo em conta que para o ano que vem é a 60ª Edição do ESC, faria sentido estes países regressarem, nem que fosse só por um ano, mas que dessem só pelo menos um ar da sua graça para o ano que vem, eu ficaria muito agradecido. :)

    ResponderEliminar
  14. Anónimo08:58

    E a Turquia já venceu o Festival da Eurovisão. Então o que dirá Portugal.

    ResponderEliminar
  15. Anónimo10:28

    O pior país que lá está é Portugal posto que em 48 anos nem um top 5 sacou de lá! E andam estes badamecos armados em justiceiros dos outros: limpem em frente da porta, tá?

    ResponderEliminar
  16. Anónimo10:30

    @ João Teles - Não sonhe alto, que nem o Mónaco, nem Andorra nem o Luxemburgo querem voltar.

    ResponderEliminar
  17. Anónimo12:13

    "...sentimientos hispanófobos."

    :=DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD

    Mas este espanhol vem ca comentar todos os dias? Mas em Espanha "no se triabalhia"?

    :-DDDDDDDDDD

    ResponderEliminar
  18. Anónimo12:39

    Se dissessem que não vão participar porque a DR e EBU nada fizeram para impedir propaganda de cariz sexual, neste caso homossexual, eu até compreendia. Agora, justificar a não participação com a vitória da Conchita parece-me absurdo.

    Pessoalmente achei merecida a vitória da Áustria. Já quanto à propaganda LGBT que foi permitida em plena arena durante as actuações e na transmissão do ESC, achei totalmente reprovável pelo que considero justificáveis as críticas a esse aspecto... Defendo que deve ser totalmente proibida no ESC a exibição de sinais ou propaganda como bandeiras e adereços relacionados com orientação sexual, opções políticas, religiosas e outras que nada tenham a ver com música... E também considero inadmissível que se aceitem discursos explícitos ou implícitos das mesmas naturezas num evento destes, tal como fomos "bombardeados" durante as transmissões do ESC.

    ResponderEliminar
  19. Anónimo13:27

    Quem paga impostos e financia as televisões públicas tem todo o direito de exigir a retenção comportamental dos participantes nestes concursos. A Eurovisão não deveria ter nada a ver com tudo o que está a acontecer e não foi criada para dividir. Ora, o que acontece é que o cisma está a aparecer e não a união. Esta situaçao não é normal, tem de se pôr cobro a ela antes que venha por aí um atentado de doidos que foram provocados por outros doidos.

    O abuso desencadeia outros abusos. É uma atracção pelo abismo que vai ser incontrolável, sejam eles religiosos ou não, islamitas ou não, se as pessoas se sentirem provocadas vão acabar por reagir, na mesma proporçao ou em maior proporção.

    Há espaço na cena política para reivindicações, não é necessário que fora desse espaço se faça política, sob capas seja do que for. Não foi a Eurovisão que concedeu o direito ao casamento homossexual, foi o debate político. Por que razão ainda não se começou a levar bandeiras "eu sou hetero!" para as manifestações desportivas e artísticas???

    Isto não tem cabimento. A loucura deve andar meio manifesta em alguns cérebros... Ou então é falta de educação cívica. Seja como for, as coisas assim não estão bem.

    ResponderEliminar
  20. Anónimo17:09

    Concordo com o anónimo das 12:39. É tão má a homofobia, como é mau o aproveitamento de espetaculos de música para promover causas, opções ou politicas.
    Posto isto, acho deplorável o comportamento da Turquia e da Russia nesta matéria, mas não menos deplorável os apupos às gémeas russas devido a uma situação politica que nada tem a ver com o ESC, ou o bombardeamento LGBT a que se assistiu no local.
    Haja bom senso de ambos os lados.

    ResponderEliminar
  21. Anónimo17:40

    Seria interessante que quem é contra Conchita Wurst (e há, evidentemente, o direito de se ser contra) explicasse exatamente porquê. Num contexto ESC, já tinha havido um travesti em palco na atuação norueguesa de 1986, dois homens beijavam-se (fugazmente) na atuação de Israel em 2000, três homens vestidos de hospedeiras do ar e uma mulher vestida de comissário de bordo atuaram pela Eslovénia em 2002, ano em que a canção vencedora (Letónia) tinha momentos na coreografia em que propositadamente se confundia a identidade sexual, em 2003 duas intérpretes russas beijavam-se (também fugazmente), em 2007 um travesti cantou pela Dinamarca e um homem vestido de mulher pela Ucrânia, em 2013 duas participantes finlandesas beijavam-se (nada fugazmente). Concretamente o que trouxe C. Wurst para suscitar mais controvérsia antes mesmo de atuar na sua semifinal? A letra da canção decrto que não fala de orientação sexual. Quanto a bandeiras, não se pode mesmo entrar no recinto do ESC (realize-se onde se realizar) com bandeiras que identifiquem uma tendência política, religiosa, social, etc. As bandeiras com as listas do arco-íris eram só isso: bandeiras com listas do arco-íris (o Google Chrom, por exemplo, usa as mesmas cores)! Uma bandeira vermelha (como as que os bailarinos portugueses usaram este ano) pode ser associada a uma fação política, tal como a bandeira com as listas do arco-íris é associada à comunidade homossexual: porém, sem símbolos nem letras, não podem ser proibidas. Se não fosse assim, a cantora espanhola de 1999 não poderia ter atuado com aquele vestido – e francamente aqui a proibição, em nome do bom gosto, até se justificaria (espero que o espanhol de serviço não se ofenda…).

    ResponderEliminar
  22. Eu peço desde já desculpa, mas a Turquia não vai deixar saudades. Um país que fica sempre bem classificado (independentemente da canção) graças aos votos dos países vizinhos e dos emigrantes (espalhados pela Europa como se fossem uma praga - sem ofensa) não faz falta nenhuma ao concurso. Pode ir embora à vontade, só vai tornar as votações da Eurovisão mais justas.

    ResponderEliminar
  23. Anabela Coelho19:23

    e que dizer do apelo às "mamas" das meninas da Polónia? Não é um incentivo à prostuitição?

    Anabela Coelho

    ResponderEliminar
  24. Anónimo19:26

    Ai Mãe do Céu... tá tudo doido! Agora são os jogadores que jogam futebol que se beijam em público! Ai queredo!

    https://www.youtube.com/watch?v=VgvMQjcdoVs

    ResponderEliminar
  25. Anónimo 10:30, Eu nunca deixo de ter esperança, se bem que tenho a perfeita noção que esses três países tão cedo não irão regressar, mas tendo em conta que o Mónaco abandonou a competição durante 20 e tal anos e regressou em 2004 e também participou em 2005 e 2006, nunca chegando à final, infelizmente, nunca se sabe, há sempre uma esperança, a Itália também nos abandonou durante 14 anos por aí e depois regressou em grande. ^^

    Anónimo das 17:40, eu vi a atuação de Israel em 2000 e vi o beijo mas não achei nada de minimamente fugaz, vá, foi um bate-chapas normal, mas foi fixe a ideia nesse contexto, de facto. :)
    Já em 2003, as t.A.T.u. que representaram a Rússia com a canção 'Ne Ver, Ne Boysia, Ne Prosi' eram para o ter feito mas não o fizeram, se não estou em erro por pressões da organização da Letónia, que foi onde decorreu o festival nesse ano, alegando que isso não seria apropriado para um festival familiar, digamos assim.

    ResponderEliminar
  26. Anónimo das 13:27:

    Estás à vontade em içar uma bandeira com o slogan "Eu sou hétero". Que temos nós a ver com isso? É até para o lado que eu durmo melhor. Aliás, já vi pessoas usarem t-shirts com esses mesmos dizeres, e foi-me igual ao litro.

    E que história é essa do cisma? Tu é que deves andar cismado... O Mundo sempre foi um local suficientemente grande para incluir gays, héteros e todas as outras orientações. Quem está mal que se esconda debaixo de água.

    E para terminar, volto a referir, que como todos sabem os seguidores do ESC são na sua grande maioria gays. Não é depreciativo, é apenas um facto. Tu e os teus amigos homofóbicos querem que os gays deixem de ver o ESC? As audiências em Portugal, que já são bem fraquinhas ainda desceriam muuuuito mais. E depois, seria adeus Festival e adeus, Portugal!

    ResponderEliminar
  27. Anónimo19:40

    Decerto países que só sabem fazer birrinhas num concurso que devia ser acerca de musica e preferem estar sempre a bater na mesma tecla(aiii meu deus tanto gay,tanto travesti isto é uma vergonha ...blá blá blá) não faz falta em lado nenhum!
    Eles já criaram o próprio concurso deles então divirtam-se e se um dia quiserem voltar pq têm a decisão de ser do governo ñ é a Tv publica deles que manda?
    Talvez assim alguns outros países comecem a voltar...quem sabe.

    Ps: Concordo em absoluto é com as queixas acerca do novo método de votação...aquilo é uma vergonha autentica como o júri pode lixar qualquer um que esteja bem classificado e ajudar os outros desgraçadinhos a ficar cá em cima na tabela(ás vezes com musicas que ñ merecem).

    ResponderEliminar
  28. Anónimo19:44

    Este pessoal constrangido com as orientações sexuais dos outros deveria deixar de ser fã do Festival da Eurovisão por uns tempos e dedicar-se mais à visualização da MIss Universo.

    E nos três dias de semis e finais deveria, sob forma de protesto, ligar para o Hot Gold e ver filmes só com mulheres.

    Era o que eu faria se fosse homófobo.

    ResponderEliminar
  29. Anónimo19:45

    Àqueles que se opõem à Áustria, uma questão DEVERAS IMPORTANTE:

    O que acharam das maminhas da Polónia?

    ResponderEliminar
  30. Anónimo20:26

    No meio disto tudo pergunto ao Escportigal ou a que souber: o que é feito da Susy?

    ResponderEliminar
  31. Anónimo20:27

    @ Cláudio Silva 19:05 - Tão justas como as votações da diáspora portuguesa, à qual a RTP fez olhinhos doces nos programas ditos de audiência internacional (de que eu duvido porque passam a horas em que as pessoas trabalham).

    As únicas votações justas são as do televoto, ou então que se acabe com o sem sentido de se votar em músicas: é ainda aí que está o maior erro!

    ResponderEliminar
  32. Anónimo20:58

    J. Teles: as meninas russas foram muito "fugazes" aos 2.16. Isso foi comentado na época, pelo menos na Alemanha e no Reino Unido (onde eram então muito conhecidas), já que se esperava "muito mais" e afinal quem pestanejasse nem via...

    ResponderEliminar
  33. Anónimo21:12

    Anónimo das 20:27: se a diáspora é "convidada" a votar (e não é só a diáspora portuguesa: apela-se ao voto dos alemães a passar férias em Maiorca, ao apoio de polacos e lituanos no Reino Unido e na Irlanda e este ano até houve quem na Sérvia e na Croácia pedisse o voto dos seus emigrantes para a canção de Montenegro), como é que as únicas votações justas são as do televoto? O que se deseja é que haja jurados competentes. No caso português, adorava que me indicassem um fado de sucesso cantado por Ana Lains ou uma canção de êxito composta por Jan van Dijk (que considerou a canção da Áustria a 20ª!!!) ou outra que todos reconheçamos com letra de Marina Ferraz. A que título terão sido convidados? Por conhecerem alguém que conhece alguém na RTP que os conhece? Quando havia só júris, cometeram-se injustiças, certamente, mas também se premiaram canções de qualidade (França 69, Mónaco 71, Luxemburgo 72, Irlanda 80, Suíça 88...) e nalguns casos até inovadoras (França 60, Luxemburgo 65, Noruega 95...). Há que escolher um júri com competência (e até independência!).

    ResponderEliminar
  34. Eu nunca disse que a votação dos emigrantes Portugueses era justa. Eu sou completamente contra os emigrantes votarem no seu próprio país, sejam eles quem forem. Agora uma coisa é certa, não queiram comparar a votação dos emigrantes Portugueses com a dos Turcos. Os únicos países onde a votação dos emigrantes Portugueses funciona é na França e Suíça, e ainda assim esta é abafada pelos votos dos Arménios e Servos, enquanto que a votação dos emigrantes Turcos existe em quase toda a Europa (França, Suíça, Alemanha, Bélgica, Holanda, Reino Unido, etc) que lhes dão sempre 10 ou 12 pontos. É quase como comparar água com vinho.

    ResponderEliminar
  35. Anónimo22:21

    Oh anónimo das 19.44
    Desde quando é que afirmar que não é razoável fazer propaganda sexual, política e religiosa tem a ver estar ou não estar constrangido ou ser homofóbico
    Não sou homofóbico mas não concordo. Ponto.

    Bem, mas se o facto de a personagem Conchita, não me ter incomodado nem me ter agradado à vista é ser homofófico, se calhar até sou homofóbico e não sabia. Olhe, se assim for, estou no mesmo direito que você que pelos vistos babou-se com aquela personagem que classifico de bizarra.

    ResponderEliminar
  36. Sinceramente, eu acho que muitas pessoas não perceberam o porquê da imagem da Conchita, daí todo este alarido em volta da mesma. O Tom, o rapaz que criou a personagem, afirmou em várias entrevistas que ele não é assim no seu dia a dia, ele é um rapaz perfeitamente normal que, de vez em quando e por razões especificas, encarna a Conchita. E a imagem da mulher com barba foi criada precisamente com a intenção de provocar o "choque" e de alertar as pessoas para a igualdade entre todos. Por essa mesma razão é que ele representou a Áustria com a imagem da Conchita, para tirar proveito da situação e fazer chegar a sua mensagem mais longe.
    Ficou esclarecido?

    ResponderEliminar
  37. Anónimo00:35

    Agora o Cláudio Silva passou a discriminar descaradamente os imigrantes em cada país sob que teoria? A xenófoba? Mas agora que os estrangeiros até podem votar nas eleições europeias onde quer que eles se encontrem o Cláudio Silva quer banir os votos... não só da diáspora mas tão especificamente os votos da diáspora turca! Mas que turco-discrimintório! Isso é crime! Os turcos não são menos do que os outros, antes pelo contrário... são até mais numerosos. Mas você só tem mesmo que fazer filhos. Está à espera que os turcos lhe paguem a reforma? Vá, faça filhos, despache-se. Povoe. Isso será melhor serviço que querer aprisionar os turcos, bem amordaçados para que não votem no seu festivaleco de cançõezinhas.

    Mas a gente lê cada barbaridade por aqui. Toda a sua teoria, Cláudio Silva, é malévola por esconder os seus interesses pessoais e de modo nenhum a objectividade que se deve esperar para se debater um assunto destes. Os turcos nem são baratas que se espezinhem, nem escravos que se atirem para as masmorras escuras e húmidas, são pessoas como você e com direito a dar a sua opinião pelo televoto como seres racionais iguaizinhos a um português arrogante qualquer!

    100% televoto! Igual para todos! E o mercado musical turco é bem superior ao português!

    100% televoto! Não à manipulação desonesta dos júris!

    ResponderEliminar
  38. Anónimo 00:35 - Eu não faço a menor ideia de quem o/a senhor(a) seja, uma vez que se dirigiu a mim, e a toda gente deste espaço, sem se identificar, mas gostaria de o aconselhar a ter cuidado com os seus discursos.

    Eu não percebi rigorosamente nada do que disse, nem sei onde pretende chegar com essa conversa. Discriminação? Xenofobia?! Não encontro nada nos meus comentários que possa levar alguém a pensar isso de mim.

    Eu apenas referi, e não é mentira nenhuma, pois existem factos que comprovam, que a Turquia fica sempre muito bem classificada graças à votação dos seus imigrantes. Independentemente da qualidade da canção, a Turquia consegue sempre ficar no top 10 devido aos milhões de Turcos espalhados na Europa. Isto é mentira? Disse alguma asneira? Insultei alguém? Penso que não.

    É claro que as pessoas podem votar em quem bem entenderem, mas por alguma razão existe uma regra no concurso que diz que não podemos votar no nosso próprio país. E a votação dos emigrantes não é discriminada pela simples razão de ser difícil e quase impossível de controlar. Se existisse um método simples e eficaz de controlar os votos dos emigrantes, já teria sido posto em prática. A própria EBU (European Broadcasting Union) já afirmou isso.

    Não percebo de onde vieram esses seus ataques à minha pessoa, nem quais as intenções dos mesmos. Assim como também não percebo como os mesmos foram aceites neste espaço, mas tudo bem.

    Felicidades!

    ResponderEliminar
  39. Anónimo01:27

    @ 21:12 - Pois, jurado competente é o que não há. Por isso eu sou por 100% televoto. E misturar júris com televotantes é um roubo!

    Quando você vota por sufrágio universal não existem júris que votem paralelamente a si com 1 peso de 50%, com o intuito de manipular os resultados.

    A existência dos jurados é um escândalo. Por favor, alguém que se levante e apresente queixa num tribunal suíço (onde está a UER) contra os jurados paralelamente ao televoto. Se alguém o fizer vão ver como os jurados desaparecem da circulação num ápice.

    Eu é que não sei quanto custa todo o processo... mas ainda vou acabar por mexer no assunto...

    100% televoto!

    Rui Neiva

    ResponderEliminar
  40. Anónimo01:27

    "...o bombardeamento LGBT a que se assistiu no local."

    Meu Deus, houve um B_O_M_B_A_R_D_E_A_M_E_N_T_O LGBT na Eurovisão este ano! a sério? como é que esse bombardeamento me passou despercebido?
    Tudo o que eu vi foi um rapaz vestido de mulher barbuda cantar e muito bem uma balada e ganhar. Onde é que houve o bombardeamento? terei adormecido a meio do espectáculo?

    ResponderEliminar
  41. E já agora, o mercado turco é bem superior ao Português?

    Claro que é... O nosso é uma pobreza!!!

    Só temos a Mariza, a Carminho, a Ana Moura, o David Fonseca, os Amor Electro, a Aurea, a Vânia Fernandes, o Carlos do Carmo, o Camané, a Simone de Oliveira, a Dulce Pontes, a Sofia Escobar, a Yolanda Soares... The Legendary Tigerman, Madredeus, Sétima Legião, Rádio Macau, GNR, Xutos & Pontapés, Quinta do Bill, The Gift, Buraka Som Sistema, Sam The Kid, Mil i Maria, Boss AC... Diego Miranda, Pedro Casanova, Mastiksoul, Rui da Silva, DJ Vibe, Pete tha Zouk... Moonspell, Ava Inferi, Ramp, Heavenwood, Corpus Christii, Reaktor, W.C. Noise, Tarantula... Etc, etc, etc.

    Realmente que pobreza!!! Enfim! -.-

    ResponderEliminar
  42. Anónimo08:43

    Muito bom - e esclarecedor - o comentário das 23.20. Os tablóides ingleses já mandaram "paparazzi" para Viena para o captarem no dia a dia, mas até ver... nada! Ele próprio disse há dias numa entrevista que desde que acabou o programa Starmania, onde começou, e depois criou "Conchita Wurst" só umas dez pessoas o terão reconhecido na rua. Por outro lado, Wurst não significa só "salsicha", como por vezes se lê. A expressão "Es ist mir Wurst" quer dizer "É-me indiferente!", "Estou-me nas tintas!". A intenção dele é chamar a atenção para o facto de não haver só um género masculino e um género feminino, o que juridicamente é reconhecido em países como a Alemanha, a Austrália ou o Nepal. Finalmente, nem em palco, nem na conferência de imprensa que se seguiu ele mencionou qualquer "agenda gay". Quando lhe perguntaram o que é que quis dizer com "We're unstoppable", as palavras que proferiu ao receber o prémio, respondeu que pretendia frisar que quem é pelo bem, pela tolerância, há de sempre vencer. Pense-se o que se pensar sobre a sua atuação, a sua canção, parece uma pessoa inteligente e sensata. E foi por inteligência e sensatez que não levou uma canção estereotipada, mas antes um tema sóbrio, que também interpretou sobriamente. E, voltando à Turquia, a sobriedade não marcou infelizmente as suas participações mais recentes...

    ResponderEliminar
  43. Anónimo12:19

    Ei lá, os 5 pts da Turquia em 1996 foram preciosos para Portugal chegar aos 92 pts do 6° lugar, o melhor até hoje, num ano em que a Espanha nos deu 0 pts! Vejam lá isso seus mal agradecidos... Revejam os vossos conhecimentos de história da eurovisão, tá?

    ResponderEliminar
  44. Anónimo12:40

    @ Claudio Silva 1:11 - Vocemessê disse às 19:05 isto:

    "Eu peço desde já desculpa, mas a Turquia não vai deixar saudades. Um país que fica sempre bem classificado (independentemente da canção) graças aos votos dos países vizinhos e dos emigrantes (espalhados pela Europa como se fossem uma praga - sem ofensa) não faz falta nenhuma ao concurso. Pode ir embora à vontade, só vai tornar as votações da Eurovisão mais justas."

    Esse discurso foi ainda acentuado pelo das 21:59 onde se comparam as diásporas mas a invejável turca não tem culpa de ser em maior número do que a portuguesa... "Eu sou completamente contra os emigrantes votarem no seu próprio país", disse você...

    Você é aprendiz de ditador?! Por acaso terá imigrado em proveniência do Brasil?! Qual a sua origem? Já experimentou a emigração, mas fora do espaço Shengen?

    Os imigrantes agora, por vias do seu discurso, deveriam também usar a estrela amarela como os judeus para serem identificados e não votarem nos seus países de origem para satisfazer os gostos pessoais do Cláudio Silva?!...

    Vai reconhecer que o que escreveu atrás é um exagero de frustrado pelos maus resultados de Portugal? Espero bem que sim, se não vai ter-me à perna o tempo todo.

    Não se preocupe com a minha identificação; costuno identificar-me mas nessa mensagem, porque estava com pressa, escapou-me; no entanto, pode chamar-me com muito humor "Boneco", porque provavelmente vai continuar a falar pró boneco se continuar a debitar aberrações do mesmo estilo; aliás, até fiquei admirado com tal alarvidade porque geralmente é mais acertivo.

    O Boneco. lol

    ResponderEliminar
  45. Anónimo12:56

    @ Claudio Silva 1:46 - Pareceu-me que nesse momento voltou a derrapar ao confundir "mercado" com "mercadores". Os músicos não são o mercado, eles são os mercadores. O mercado é a clientela portuguesa que compra discos, que aluga prestações aos"mercadores" que são os músicos e cantores, etc., etc..

    Mas se quiser comparar o número de mercadores ou "músicos" eu dou-lhe os números do muyap, um dos mais importantes a nível mundial, e ele é turco veja lá, pois invejavelmente ele colocou no youtube 10'050 vídeos de cantores turcos!!! E muitos, muitos desses cantores turcos são visionados dezenas de milhões de vezes. São autênticos recordes na net e ele é um dos mais invejados a nível mundial.

    https://www.youtube.com/channel/UCJBFhNQ8R_CkgjRif5bJS6w/videos

    Olhe só, a cantora Atiye que não é sequer conhecida em Portugal foi, com esta cançoneta esquecível, visionada 13 697 676 desde 17 set. 2013:

    https://www.youtube.com/watch?v=6JOtY2xmE08

    Isto é falar de mercado musical, meu caro. A indústria musical turca é impressionante. De facto, está a ver como tem razão? Efectivamente o mercado português é uma pobreza (e mesmo contando com a força dos cantores Pimba). E não esqueça que o mercado tuga está ocupadíssimo, colonizadíssimo pela anglofonia.

    Sempre ao serviço da informação:

    O Boneco. lol

    ResponderEliminar
  46. Anónimo13:18

    Por acaso não fui eu que referi o "B_O_M_B_A_R_D_E_A_M_E_N_T_O LGBT" mas também considero que durante a transmissão em directo do ESC, quer nas semi-finais quer na final, passaram várias imagens/mensagens com alusões directas e indirectas LGBT, nomeadamente bandeiras LGBT e T-Shirts da mesma índole... E também considero que o discurso da Conchita, após da vitória, nada tem a ver com o seu desempenho enquanto artista e representante do seu País, sendo inteligentemente, diga-se, um exaltar implícito da suposta causa LGBT.
    Isto tudo é ou não é aproveitamento mediático para propaganda LGBT?

    Tudo isto fez-me pensar que, mesmo considerando que do ponto de vista estritamente artístico, é merecida a vitória da Áustria, mas que a sua participação no ESC2014 esteve no mínimo no limiar da irregularidade, precisamente pela ligação implícita que a Conchita faz no seu discurso de vitória com a propaganda LGBT presente na Arena. E diria até que seria de facto motivo para um procedimento de despistagem de irregularidade que até poderia conduzir à desqualificação, retirando-lhe a vitória.

    E digo mais, O ESC precisa duma estrutura independente para avaliar estas coisas de política, religião e sexo e coisas do género, que tenha condições para aplicar penalizações exemplares. Ou segue neste sentido, ou então cai ainda mais em descrédito e acaba por desaparecer do panorama...

    ResponderEliminar
  47. Uma vez mais, não percebo onde tenciona chegar com os seus comentários. Nem me vou dar mais ao trabalho de perder tempo consigo, pois o senhor "Boneco" está a deturpar tudo o que eu disse, e a causar uma má imagem da minha pessoa. Creio que o/a senhor(a) deve ser daquelas pessoas conflituosas que gostam de gerar guerra sem haver motivos para tal, deve ser um daqueles problemas de distúrbio emocional, falta de confiança, ausência de amor próprio, etc. Deveria procurar outra forma de aliviar esses seus problemas, pois descarrega-los em pessoas que não têm nada a ver com o assunto, nem o conhecem sequer, é de muito baixo nível.
    Cumprimentos.

    ResponderEliminar
  48. Anónimo14:30

    Anónimo das 13:18, aqui a única pessoa que necessita de ser desqualificada és tu.

    Já chega de comentários homófobos, bolas!

    Se não gostas do atual ESC, não vejas! PONTO FINAL, PARÁGRAFO! Olha, aluga um DVD com a Pamela Anderson Lee.

    ResponderEliminar
  49. Querido das 13:18 e restantes homófobos que aqui estão:

    Arranjem uma namorada e parem de vir para aqui descarregar o vosso preconceito e a vossa frustração!

    Ou são assim tão horrorosos que nem as mulheres olham para vocês? Muhahahah!

    ResponderEliminar
  50. Cláudio, não ligues a esse ressabiadinho, por favor.

    ResponderEliminar
  51. Anónimo14:51

    Oh boneco... escreves tal e qual uma bonequinha!

    ResponderEliminar
  52. Anónimo15:08

    Cláudio, não ligues a provocações.

    ResponderEliminar
  53. Anónimo15:25

    @ 14:51 - Queres é brincar com a bonequinha do Boneco... Oláááá...

    ResponderEliminar
  54. Anónimo15:30

    @ Cláudio Silva 13:39 - Não está nada deturpado, está citado e está respondido. Inclusivamente no que ao mercado musical disse respeito.

    O Boneco

    ResponderEliminar
  55. Anónimo19:59

    "...mesmo considerando que do ponto de vista estritamente artístico, é merecida a vitória da Áustria, mas que a sua participação no ESC2014 esteve no mínimo no limiar da irregularidade, precisamente pela ligação implícita que a Conchita faz no seu discurso de vitória com a propaganda LGBT presente na Arena. E diria até que seria de facto motivo para um procedimento de despistagem de irregularidade que até poderia conduzir à desqualificação, retirando-lhe a vitória."

    Uma pessoa lê com cada uma que até cai de cu.

    Não é por nada, mas quando participou a Verka Serduchka eu não me lembro de ter visto um tal escândalo, nem pela participação de um homem vestido de mulher nem pela canção em si, pois essa sim tinha um conteúdo político: o refrão mais não era que: I Want You Sing Russia Goodbye.

    Depois, está talvez na hora de deixarmos de ser mais papistas que o papa. Este concurso já há muito que perdeu a virgindade, se é que alguma vez a teve. É óbvio que não são permitidas mensagens políticas descaradas, mas isso nunca impediu ninguém de enviar mensagens subliminares.

    A UER defende certos valores, goste-se ou não deles, e por isso este ano permitiu a participação e a vitória da Áustria. Para justamente melhor defender esses valores que defende. E a que alguns chamam de propaganda LGBT.

    Não estão de acordo? Têm bom remédio: deixem de ver o concurso ou deixem de participar nele (algumas estações de TV).

    ResponderEliminar
  56. Anónimo23:53

    Ai, agora até já se pode enviar um cantor nu!!! Estão abertas as portas para o que houver de pior (para alguns) de melhor (para os outros). Um cantor nu para não termos dúvidas de que é um homem, ou uma mulher nua que assim demonstre não sofrer de problemas de identidade...

    Impedir alguém de cantar nu vai contra todos os precedentes, um dos quais aceitar-se uma tal de Conchita qu já não precisa de apresentação.

    Ou mesmo enviar um grupo de bêbedos numa fanfarra louca.

    Ou mesmo... esperem lá que certos países vão aproveitar a brecha e aparecer com novas ideias, algumas vão escandalizar os que agora clamam contra a discriminação.

    E como até já existiu uma cantora que vomitava para cima do público, vamos ter direito a cenas muito alegres e delirantes.

    O melhor está para vir. Ninguém vai parar a imaginação. O Ola Sand que se segure na cadeira.

    O sucesso vai ser tal que a realidade vai ultrapassar a imaginação. E depois... vamos ver como é que acaba. Mas o mundo hoje é diferente.

    Rui Neiva

    ResponderEliminar
  57. Os turcos resolveram fazer birra porque estão convencidos que fazem lá falta com as lindas shake shake que se habituaram a apresentar na Eurovisão, por verem nessa variedade a única oportunidade de arrecadarem muitos pontos para o seu bornal. A última participação então foi de chegar a lágrima ao olho... de tanto riso. Foi um primor aquela música de corsário ou marinheiro de água-doce, não percebi bem o que era aquela coisa, que nos trouxe o artista muito querido deles, um tal de Bonomo que por acaso é neste momento aniversariante. Os meus parabéns por isso, que continue a alegrar os turcos por muito tempo porque na Eurovisão faz a mesma falta que os sérvios, os bósnios e etc., É sempre assim, só faz falta quem aparece sempre. Acho que a Eurovisão até fica a ganhar com estas desistências, pode ser que a França, o Reino Unido e a Alemanha comecem de novo a trazer boas canções para a competição.

    ResponderEliminar
  58. Anónimo12:29

    Sou totalmente contra qualquer associação do ESC a "movimentações" de natureza política, religiosa ou sexual. Não aprovo nenhuma das participações do passado que tenham explicita ou implicitamente associação a este género de objectivos.

    É impossível aturar esse tipo de gente fanática. Portanto, é caso para dizer, DESISTO, vou mesmo ver um filminho e entrego a taça às "bonecas" para também servir de pretexto para se beijarem apaixonadamente (ou não) em público.

    ResponderEliminar
  59. Anónimo13:00

    Turquia, Grécia e Portugal foram os países mais maltratados na história da eurovisão até à chegada dos países de Leste, que mudaram o rosto à questão. Só Portugal tem de contar com os peixes para ser votado nas mesmas proporções, os outros 2 puseram um ponto final na hegemonia desses tais Reino Unido, Irlanda, França e Luxemburgo. Este último está de fora para sempre e os outros estão à míngua desde que os equilíbrios foram repostos.

    A saída da Turquia é de lamentar (eu gosto mais de música turca do que de música inglesa) tal como a saída de qualquer membro que tenha participado.

    Não é bonito aplaudirem-se desistências de países ainda por cima que já participavam antes de muitos aqui presentes terem nascido. Não é por eu não gostar de música inglesa ou maltesa que vou desejar que esses países desistam. Tanta discriminação entre gente que "não gosta" de discriminações...

    Se os países árabes participassem então é que a reviravolta seria ainda maior. Pena a política internacional não o permitir... por enquanto.

    ResponderEliminar
  60. Anónimo16:12

    A hegemonia dos países de língua francesa e de língua inglesa não foi posta em causa pela participação dos países de Leste. À medida que a língua francesa "decaíu" enquanto língua internacional, os resultados dos países que apresentavam canções em francês baixaram também. Quando se dá a liberdade de se usar o idioma que se quiser, a maior parte das atuações são em inglês e Reino Unido e Irlanda passaram a ter mais dificuldades em chegarem às posições cimeiras. Quanto ao "choque" que foi/é a aparência de C. Wurst, lembremos que artistas hoje de renome também foram bastante criticados, denegridos mesmo, pela sua aparência: Ney Matogrosso no Brasil (aparecia em palco quase nu, com voz de falsete) e o andrógino David Bowie na Inglaterra dos anos 60 (e já agora recorde-se que não foi ao ESC mas representou o Reino Unido num Festival Internacional da Canção realizado em Malta nos anos 60). Hoje em dia são aceites e, no máximo, chamar-se-lhes-á extravagantes.

    ResponderEliminar
  61. Anónimo21:28

    Turquia, Rusia, Azerbaiyán, Ucrania, Bielorrusia, Armenia FUERA DE EUROVISION.

    ResponderEliminar
  62. Anónimo18:24

    Oh espanhol das 21:28, tu é que devias dar o fora. A discriminação para com os países, é tão grave como muitas outras questões aqui. É vergonhoso estar sempre a ler os mesmo comentários depreciativos sobre certos países, depois querem que Portugal seja respeitado no Esc, quando muitos dos fãs portugueses, só estão bem é a "expulsar" os outros. Ridículo

    ResponderEliminar

Ideas

both, mystorymag

A NÃO PERDER...

TOP
© Todos os direitos reservados
Criado por templatezoo Personalizado por ESC Portugal - PG, 2022.