ESC2019: EBU/UER lança ultimato a Benjamin Netanyahu


A União Europeia de Radiodifusão escreveu uma carta ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, com uma lista de pedidos para a organização do Festival Eurovisão 2019.



A imprensa israelita avançou que a EBU/UER enviou uma carta ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, para garantir que o Festival Eurovisão 2019 decorre sem quaisquer problemas. Além de exigir que o primeiro-ministro, nem qualquer outro membro do governo, não interfira na organização do evento, o organismo máximo do evento exige também que todos os seguidores do certame sejam autorizados a entrar no país, independentemente das suas opiniões políticas, religião ou orientação sexual.

Além disso, a União Europeia de Radiodifusão solicitou a Benjamin Netanyahu que este garanta que os trabalhos do Festival Eurovisão 2019 possam decorrer ao sábado, sem qualquer interrupção. Por fim, a EBU/UER exigiu também a total independência da KAN, emissora estatal do país, na edição da transmissão, bem como o acesso rápido à imprensa e o compromisso de liberdade de expressão para todos os participantes e delegações.



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Fonte: ESCBubble / Imagem: Google / Vídeo: Eurovision.tv

3 comentários:

  1. Anónimo19:35

    Isto vai (novamente) aquecer.

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  2. Anónimo14:18

    Nao sei qual e o problema de trabalhar ao Sabado. Fui verificar (pois nao e uma liga de futebol muito apelativa para ver como outras que acompanho) e ha jogos de futebol da liga israelita ao sabado... Por isso qual o problema da Eurovisao?

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    1. Anónimo17:18

      Foi um Partido Ortodoxo que levantou a questão do Sabbath, pois respeitar o sábado como um dia de oração está relacionado com a criação "e deus descansou no sétimo dia" e é um dos 10 mandamentos "Lembra-te do dia do shabbãth, sábado, para santificá-lo.".
      Os cristãos adoptaram o domingo como dia para orar porque foi a um domingo que Jesus resuscitou.
      Alguns israelitas referem em ano de eleições essas petições da EBU podem ir contra as convicções ideológicas do governo atual (uma coligação de diversos partidos de direita alguns de cariz ortodoxo e/ou nacionalista) e pode afetar sobretudo o partido de Netayahu.
      Mas parece-me que estas petições sejam para evitar outro caso semelhante ao do "Samoylova", Israel têm uma lista de pessoas que não podem entrar no país por apoiarem o movimento BDS ou apoiarem o governo Palestiniano

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