Christer Björkman garantiu, em entrevista, que quer ganhar o Festival Eurovisão até abandonar a chefia do Melodifestivalen em 2021, descartando que a vitória de Salvador Sobral influencie o Melodifestivalen 2018.

Em entrevista ao site QX, Christer Björkman, produtor do Melodifestivalen e chefe de delegação da Suécia no Festival Eurovisão, falou, entre outros assuntos, sobre a sua experiência no concurso: "Eu continuarei 'super envolvido', mesmo que não seja mais o produtor executivo. Até que a edição aconteça, trabalharei muito perto da gerente de projetos Anette Helenius e participo em muitas discussões", afirmou, garantindo a sua retirada em 2021.

Karin Gunnarsson, a sua sucessora, terá mais responsabilidades, mas apenas acontecerá na edição do próximo ano: "No próximo ano, irei afastar-me um pouco e dar responsabilidades a Karin Gunnarsson. (...) Ela terá responsabilidades, mas eu estarei lá para ajudá-la e dar-lhe conselhos". Sobre as vitórias de Jamala e Salvador Sobral, o sueco descarta a possibilidade do Melodifestivalen vir a ser influenciado com as duas vitórias: "Foram modas passageiras e não dizem nada, não criam nenhuma tendência na Eurovisão. Não faremos um esforço para encontrar algo de novo... Estamos num bom caminho (...) e a longo prazo há sucessos nos quais podemos apostar".

"Temos recebido muitos pops modernos e também boas canções de shlager-pop. Há certos autores que estavam fora da competição há alguns anos e que agora têm a esperança de voltar ao concurso com algo muito bom. Também foram escolhidos os artistas certos para esse tipo de canção e por isso é unânime que o concurso será um sucesso" afirmou Christer Björkman, garantindo que o principal objetivo é "ganhar até 2021".

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Fonte: ESCPedia / Imagem: SVT

15 comentário(s):

  1. Ülmä Röstæ16:12

    Viva a Suécia! Eles SIM é que percebem bem de Eurovisão.

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  2. Anónimo16:19

    Os Suecos têm a mania.

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  3. Anónimo16:19

    Dor de cotovelo é o q é

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    1. Anónimo18:05

      ganhou 2 vezes nesta década ... dor de cotovelo e coisa que ele não tem nem precisa

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  4. Anónimo16:41

    Acho muito bem , Suécia tem tido bons resultados é ridículo mudarem porque salvador ganhou ..

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  5. "Foram modas passageiras e não dizem nada..."

    Presunçoso o "fiote", hein???

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  6. Não achei que Jamala que foi uma grande efeito, para mim ela ganhou por sorte, já Salvador é que foi efeito incrível, porque ele ganha a ESC, Sem efeitos visuais, coreografia e Vocals, e muita gente duvidavam a canção portuguesa que seria canção vencedores e ele ganhou no voto do juri e televoto (ao contrario que aconteceu com Jamala e não acontecia há muito, uma canção ganhar nos dois votos), foi justo vencedor, para mim a Suécia deve continua como estar, não deve mudar em Nada, até porque na eurovisão tem espeço para todos géneros, para balada, pop, dance music, jazz, rock e outros géneros, desde que a canção que seja boa!

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    1. Anónimo19:37

      Ainda bem que a Jamala ganhou por "sorte", obviamente entre ela, Sergey e Dami Im, sempre preferi a Jamala. É óbvio que os votos para ela não foram de todo por motivos políticos, a canção era melodicamente interessante (quer dizer pelo menos eu considerei isso desde a primeira vez que ouvi).

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    2. Anónimo20:45

      Eu até gosto de 1944 mas acho que ganhou por todo o “circo” envolta da canção e artista e pela história em si, penso que foi o ponto fulcral, mas atuação e artista foram importantes também

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    3. Anónimo23:06

      A Jamala ganhou porque era a melhor cantora e tinha a melhor canção + o teor político da mesma. (É muito fácil encontrar noutros países gente que se sente humilhada pela Rússia, o que facilita a que se identificassem com a canção da Jamala.)

      O Salvador ganhou porque a canção era suficientemente popular + alguma vez Portugal tinha de ganhar + e como Portugal já estava há 20 anos fora do TOP10, era só amanhar uma canção jeitosa + a UER pediu à RTP que ganhasse a eurovisão (não foi o que um anónimo comentou neste mesmo site antes do festival de 2017?) + o próprio Salvador disse que "isto estava tudo comprado".

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    4. Anónimo23:11

      Conclusão do comentário anterior:

      isto tudo para dizer: o Bjorkman tem razão: as modas passam, a Eurovisão não muda, ou finge apenas que muda.

      Até porque o Bjorkman tá careca de saber que, para ganhar, um país tem de ter dinheiro mais que suficiente para organizar o concurso no ano seguinte. Logo, à partida, o número de vencedores possíveis é sempre bastante restrito. A Suécia é um país rico: logo, terá sempre mais hipóteses de ganhar do que, por exemplo, Portugal. Pouco importa se a música é fast food ou não.

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    5. Anónimo12:14

      Ó anónimo das 23:06, a nossa canção não ganhou por estar tudo comprado! Ele estava claramente a brincar. A nossa canção ganhou pela diferença.
      Seguindo a tua teoria, concluo que até podíamos ter ganho mais cedo, entre 1996 e 2004, antes do dinheiro do país ter ido com o car****.

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  7. Anónimo17:36

    A Suécia é a terra da fast food music óbvio que não vão mudar nada

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    1. Anónimo22:47

      Só quem não conhece a Suecia é que pode dizer algo desse genero. Engraçado como os Abba tambem eram muito criticados na altura e hoje é o que é.

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  8. Anónimo19:26

    Ele ter dor de cotovelo não acredito até porque ele tem bons resultados, mas dizer q a vitória da Ucrânia e de Portugal foram modas passageiras e não vão trazer nada de diferente a eurovisao e de uma arrogância e uma ignorância pura. Amigo desengane se isto já tá a mudar!!!

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