Salvador Sobral deu hoje uma entrevista a Vitor Gonçalves, da RTP3, onde revelou alguns detalhes sobre a sua atuação em Kiev.


Salvador Sobral foi o convidado do programa Grande Entrevista da RTP3. Ao longo de cerca de 45 minutos, o representante português foi respondendo às perguntas de Vitor Gonçalves, que versaram sobretudo sobre a sua vitória no Festival da Canção e a participação na Eurovisão. 

O cantor revelou que Luísa Sobral tinha composto dois temas para o Festival da Canção mas sempre preferiu Amar Pelos Dois. O pai dos Sobral também puxou sempre para que Salvador escolhesse este tema. Salvador Sobral disse ainda que já se imaginou a vencer a Eurovisão, principalmente devido ao entusiasmo em torno da sua participação, mas afirmou que "não mudaria grande coisa" na sua vida.

Sobre a participação em Kiev, o representante português disse que irá cantar numa ilha no meio da arena, tendo-a apelidado de "bolacha". Sobre os outros participantes, voltou a dizer que gosta apenas do tema italiano. "É animada, é festivaleira, mas gosto. A letra é muito inteligente", disse.

Salvador Sobral repetiu também que por tudo o que o Festival lhe deu sente que já venceu. Passou a ser normal ser aproximado por pessoas na rua que lhe desejam sorte e confessam que adoram a sua canção. Na Eurovisão promete não fazer improvisações à sua atuação. "A minha irmã pediu-me e eu respeito", afirmou.

Pode ver a entrevista completa AQUI.

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Fonte: ESCPORTUGAL / Imagem: Flash

44 comentário(s):

  1. Fiquei tão entusiasmada quando o ouvi dizer isso. Acho perfeito!!!

    Não sei é se era suposto fazer spoiler disto ahahhaha!

    Salvador a ser Salvador XD

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  2. Anónimo00:06

    Salvador lindo educado 💜
    Na outra vida quero ser sua mãe
    Muita saúde beijinhos 💙

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  3. Anónimo00:08

    O q e q ele quer dizer com não vai fazer improvisações? E q as "macacadas" dele em palco são um dos seus pontos fortes... Ficaria bastante triste se ele não fosse assim tbm em Kiev :-? ;(

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    1. Tem a ver com os improvisos vocais que ele faz em algumas performances, mas não se preocupe que tudo o resto vai ser bastante idêntico ao que se viu no Festival da Canção ;)

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    2. Improviso no sentido de levar a melodia da canção para outro sítio. Nas várias versões que ele fez depois da final (em acústico), nunca canta da mesma forma, faz o solo de trompete, etc.

      É mais por aqui. Don't worry. Os gestos dele fazem parte da forma dele cantar. É-lhe impossível não cantar a música assim.

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  4. Anónimo00:19

    Para mim este ano a vitória vem para cá... Ligações estreitas com a Eurovisão... http://www.vip.pt/salvador-sobral-substituicao-do-cantor-por-luisa-sobral-e-explicada-pela-rtp

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  5. Anónimo00:23

    Para mim este ano a vitória vem para cá... Ligações estreitas com a Eurovisão... http://www.vip.pt/salvador-sobral-substituicao-do-cantor-por-luisa-sobral-e-explicada-pela-rtp

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    1. Anónimo18:18

      muito estranho... e ridiculo, se assim for... ganhar so por favorzinhos por parte do esc? não , obrigado!

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    2. Anónimo20:22

      Não se trata de nenhum favor! É apenas uma sugestão que foi aceite por parte da RTP. E esta não está interessada em ganhar, o que pode acontecer é alcançarmos o melhor resultado de sempre. Não há troca de favores.

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  6. Anónimo00:23

    http://www.novagente.pt/salvador-sobral-o-salvador-vai-cumprir-todos-os-passos-ate-vitoria

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  7. Anónimo00:31

    Acho que a apresentação do Salvador vai marcar pela diferença e surpreender! :-) Achei curioso ele gostar da Itália, porque eu tenho exactamente a mesma opinião. O Salvador e o Francesco são artistas mais originais, autênticos e carismáticos a concurso este ano, e por acaso partilham em comum terem-se tornado conhecidos do grande público através de um festival da canção nos seus respectivos países. Adorava ver os dois juntos a fazer umas improvisações em Kiev!!

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    1. Anónimo00:59

      De longe os melhores este ano sem dúvida... que pena concorrerem no mesmo ano

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    2. Anónimo01:02

      Sim mas o Salvador incluiu-o e bem no tipo de música festivaleira. Lá por ter uma letra um pouco mais "clever" não o retira do mainstream.

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    3. Anónimo01:26

      Tenho a certeza que juntos, em Kiev, Salvador e Francesco poderão fazer mais do que improvisações. ;-)

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    4. Anónimo00:57

      Só quem não conhece a música Italiana e o festival de San Remo pode achar que Francesco é mainstream. Francesco tem uma carreira musical há quase 15 anos, e só o ano passado conseguiu alguma visibilidade por ter ganho a secção de novas apostas de San Remo, exactamente porque a sua música não é tão comercial ou radiofónica. È um dos cantautores italianos mais originais e criativos dos últimos 20 anos. A polémica sobre a sua vitória em San Remo foi semelhante à que a do Salvador causou aqui, pela sua irreverência. Levar uma sweater laranja, os paços de dança e o macaco para o palco num festival clássico como San Remo foi uma ousada afirmação artística. Tive oportunidade de ouvir o seus anteriores trabalhos no youtube e ele é realmente muito eclético e talentoso, além de ser um "animal de palco" com interpretações brilhantes e carismáticas de deixar qualquer um arrepiado. A melodia dançante e festivaleira desta canção enquadra-se sobretudo no tema sarcástico que ele quer dar à canção. Embrulhar a letra inteligente numa melodia simples, cativante e dançavel faz parte da mensagem irónica. É uma dupla ironia, referindo-se ao facto de a música actual as pessoas estarem mais interessadas nos ritmos fáceis e comerciais, uns passos de dança, o show de entretenimento no palco, do que interessadas em compreender a mensagem musical que ele está a apresentar. Em certo sentido acaba por ser uma paródia ao próprio ESC, embora ele esteja a utilizar a metáfora num sentido mais lato. Tenho pena que muitas pessoas venham a perder a riqueza e inteligência da canção. A canção com que ganhou o ano passado "Amen" e que tem também o mesmo tom irónico e de critica social, é ainda mais fantástica do que esta.

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  8. Anónimo00:38

    Fiquei com muita curiosidade sobre o OUTRO tema q a Luísa compôs para o Salvador!

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  9. Fiquei com a impressao que as improvisações que ele refere são aquelas variações melódicas, com alguns tempos e algumas notas agudas ou graves, falsetes de improvisso próprios dele... Salvador esquece-se que está em palco e muitas vezes experimenta alterações de improviso... Não quer que ele se exponha ao risco de falhar notas ou a afinação... E muito menos que páre para dar voz ao público... Julgo que é isto e também alguma correção/disfarce nos gestos de surpresa a eventualidades que surjam, nomedamente relacionadas com o som que lhe chega ao auricular... Não perde naturalidade se for isso, pretente a execução do plano da apresentação e mais controlo em pormenores que possam trazer risco à atuação...
    Tudo o que ele disse deixa antever que está a ser tudo planificado ao pormenor... E com muita antecedência, coisa que também é novidade nas participações de Portugal... Mostra atenção às críticas e deixa antever que ocorrerão pequenos ajustes...

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  10. Rui Ramos00:44

    Adorei a ideia dele na ilha no meio da arena.GO SALVADOR

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  11. Anónimo01:49

    Pessoal, as variações a que o Salvador se referia eram, por exemplo, incluir o trompete feito por ele, ou as versões mais jazz e ritmadas, algumas com guitarra à mistura, que ele já fez. Ele diz que vai manter a essência da música como a interpretou o Festival da Canção, ou seja, simples e sentida. E os gestos e mini variações podem sai-lhe naturalmente, porque ele diz que isso não controla, ele sente a música e os gestos saem. Portanto, teremos o Salvador como ele sempre nos habitou, único, carismático, com interpretação sentida da música!

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  12. Anónimo05:28

    Eu não diria que o Salvador é carismático... Enfim... E graças a Deus que ele não vai fazer improvisações- ele é péssimo nisso! Vê-se que a Luísa é uma pessoa mais madura e sensata, e sabe que é importante fazer bem para ter uma boa classificação num concurso internacional!

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  13. Anónimo06:53

    Diz que não se orgulha do seu “passado televisivo”. Refere-se, certamente, à participação no Ídolos (2009). Dá a entender que saiu, porque não aguentava mais; no entanto, saiu, porque foi o menos votado na 5ª gala. Diz também que o programa cria uma “persona” para cada concorrente, o que não lhe agradava. Tendo a sua irmã nele participado seis anos antes, a ser verdade não estaria já informado disso? Refere (e, à partida, muito bem) que o seu estado de saúde a si diz respeito e não deve ser assunto para ser abordado nas revistas. Então, por que razão, quando a apresentadora no “green room” lhe perguntou, num dos intervalos da final do FC, como tinha reagido ao saber que a sua atuação na semifinal tinha sido tão visualizada na internet, iniciou a resposta por “quando acordei das minhas cirurgias,…” (e a verdade é que a apresentadora nada tinha dito sobre saúde ou cirurgias)? Horas depois de deixar claro a um jornal espanhol que sentia ir cansar-se em Kiev nas semanas de ensaios por ter de ouvir música(s) que não pertence(m) ao seu gosto musical, deixa passar a informação de que, cumprindo compromissos de concertos cá, não podia viajar tão cedo quanto o esperado para os ensaios do ESC por “motivos de saúde”. Serão realmente as revistas que levantam a questão do seu estado de saúde (que obviamente se deseja evolua favoravelmente)? Pessoalmente desejo que a sua capacidade de coerência também evolua e não malbarate o talento que tem com atitudes de falta de reconhecimento e de desresponsabilização.

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    1. Anónimo10:25

      Sobre as personas nesses concursos é verdade. Não é a primeira vez que surgem polémicas, e rumores que essas votações são todas aldrabadas nos Idolos. Não vi assim tanto erro no discurso dele nesse aspecto, aliás a própria Luisa já referiu isso em entrevistas dela, que era jovem quando foi e tentaram forçar a lançar discos num estilo que não era o dela.

      Esses programas são exactamente o que ele disse: Entretenimento. E seguem sempre uma narrativa, ou a do pobre rapaz que não sabe bem o que quer mas que é muito talentoso.( Filipe) Ou daquele que nunca teve oportunidades quando tinha tido( Rui e Berg). E os espectadores compram essas histórias e acreditam verdadeiramente do seu papel na decisão.

      Claro que o ESC também o é, mas é um concurso onde és valorizado pela tua capacidade de criar momentos criativos e teus. E não apenas fazer covers, a maioria das vezes pouco criativas de músicas famosas( que são sempre as mesmas).

      Disse que não se identifica pessoalmente com a maioria das músicas do ESC. Isso é errado? Eu não. É ter uma opinião coisa que a maioria das pessoas não está habituadas, por que leva com robots politicamente correctos. Atenção ele não disse por um minuto que não ia lá a sério, pelo contrário ele disse que ia para transmitir a mensagem e que já se imaginou a vencer.

      Sei que as pessoas preferiam alguém que diga bem todos, e seja fofinho, mas como saiu alguém que tem opinião toda a gente fica ofendida.

      A questão de saúde existe, ele próprio referiu que existe, mas que não vai revelar pormenores, e acho que faz muito bem em resguardar para ele detalhes.

      Em suma eu acho que ele defendeu-se bem e apresentou uma imagem serena, descontraída mas com ambição, mostrando ter opinião marcada e diferente. E ser diferente na nossa proposta é fundamental.

      Aliás, tal como é no Gabbani, mas como italiano que é cordial e nunca irá dizer que não aprecia a maioria das músicas do ESC, quando na verdade possivelmente também não gosta de muitas das propostas deste ano. Aliás, a letra dele demonstra exactamente esse descontentamento com o que é mainstream actualmente.

      Eu mantenho a minha opinião a decisão este ano é entre Portugal e Itália. Itália é uma ruptura na continuidade, ou seja apresentar diferente mas com uma embalagem familiar na competição. Ou no nosso caso apesar um estilo diferente e que faz uma ruptura com o estilo do ESC dos últimos 10 anos. Sendo que para mim qualquer uma delas é valida como vencedora.

      Ass: The Calm after the storm

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    2. Anónimo14:30

      10.25 - Realmente se a irmã sabia que os concorrentes desses programas eram tratados dessa forma, em seis anos não o podia ter prevenido? Ninguém pede (seria até desumano) que revele pormenores sobre a sua doença, mas então que não aluda a cirurgias despropositadamente (como nessa pequena conversa com Filomena Cautela, no "green room"). Por outro lado, como nem a canção italiana lhe escapou de ser "festivaleira", teria sido interessante que definisse o conceito. Oiço canções como as do Reino Unido, de Montenegro, da Itália, de Malta, da Arménia e da Islândia, parecem-me tão diferentes umas das outras e pergunto-me se são todas "festivaleiras" (não incluo a portuguesa, porque, claro, ele já a definiu como não sendo).

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  14. Anónimo09:12

    E a EBU não quer que tenhamos grande classificação, imaginem se quisessem. Sinceramente a organizar desde da ordem de actuação, ao conceito para a performance, está a fazer de tudo para que a nossa música brilhe e sinceramente quero acreditar que vai mesmo.

    É uma jogada de mestre da EBU esta ideia admito. Colocar o Salvador à beira do público ali no meio, a "nú" é arriscado mas ao mesmo tempo é a forma de tornar a nossa actuação única. Se a cenografia e o grafismo que a Luisa tem na cabeça forem excelentes( e acredito que sejam), Portugal pode criar magia e dar uma actuação magnética ou "mesmerizing" como se diz em inglês.

    Ass: The Calm after the Storm

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    1. Anónimo11:39

      Eu discordo na parte da EBU não querer q tenhamos uma grande classificação. Acho q este ano eles estão bastante empenhados em q alcancemos um excelente exemplo disso e a ordem de atuação e a forma como abordaram a doença do salvador.

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    2. Anónimo14:28

      Estava a ser irónico para com os críticos. Acho que é óbvio com esta decisão e as que referes que querem mesmo potenciar ao máximo todas as qualidades da nossa música. Não estou a dizer que vamos vencer, mas tal como ouvi no esctips a Itália como música mais animada vai ter como concorrente uma música que é o contraste. E nesse sentido tanto nós como a Bulgária, e mesmo a Finlândia( pouco abordada nestas votações das associações) podem ser candidatas ao segundo lugar.

      Aliás para quem tem dúvidas que vamos ter um bom resultado a prova disso é as OGAE. Se o grupo dos fãs "Die-Hard" do evento está a dar-nos o sexto lugar, então acredito que um público global reaja ainda melhor.

      Ass: The Calm after the Storm.

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    3. Anónimo17:25

      Mas afinal é a EBU ou a RTP que escolhe?

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  15. Anónimo10:25

    Era mesmo nisto que falava com amigos no outro dia. Perfeito perfeito seria desligarem todos os LEDs, luzes de palco, ecrãs e terem apenas um foco nele e irem abrindo para o público. Todos os países abusarão certamente do gigante ecrã e seria uma oportunidade não o fazermos. :)

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    1. Madalena16:17

      É exactamente assim que imagino a nossa apresentação, o Salvador na tal "bolacha" e apenas um foco a incidir nele e tudo escuro em volta, dando uma ilusão óptica de estar suspenso numa sala vazia, só ele e a canção, na minha opinião e partindo do princípio, tal como diz, que as outras apresentações "abusarão" das possibilidades ao dispor, a nossa apresentação assim, limpa de tudo isso, intimista, só música e voz, ia ser brutal, também em termos de impacto.

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  16. Anónimo10:44

    Gostei da ideia, uma atuação única por tanto. Se tudo correr dentro da normalidade e nos apuremos para a final, acredito que veremos nas casas de apostas Portugal a lutar pelo primeiro lugar.

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  17. Shevek12:42

    A ideia de atuar no pequeno palco onde estarão os apresentadores pode resultar muito bem Boa sorte, Salvador!

    P.S. - 'Amar pelos dois' em inglês, cantado por uma alemã, creio eu:

    https://www.youtube.com/watch?v=TEvovRll4F0

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  18. Anónimo12:44

    Finalmente alguém se atreveu a cantar em inglês.
    Sejam cordiais por favor nos comentários... É um ato de coragem e homenagem. Melhores versões virão no futuro.

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    1. Shevek14:44

      Singela e grande homenagem em simultâneo. (h)

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  19. Anónimo12:45

    Esqueci-me de linkar o tal vídeo da versão em ingês. https://www.youtube.com/watch?v=TEvovRll4F0

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  20. Anónimo13:24

    Acho que isso de cantar na ilha pode dar cabo de tudo, as bandeiras, os fãs a fazer barulho e vão tirar o intimismo da canção que é o que pode cativar em casa. Espero que não implementem essa idea de 'génio'.

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  21. Anónimo14:28

    Ao atuar na linha, as câmeras vão estar distantes e as imagens vão ser captadas através do zoom. Vai criar um certa distância, e já não vai poder ser utilizada uma câmara móvel (aquelas que são monitorizadas por técnicos à volta dos cantores), pois a ilha não tem espaço para isso.

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    1. Anónimo15:23

      A RTP vai estar atenta a esses detalhes. Também pensei nisso... Mas um técnico com câmara móvel pode perfeitamente estar na ilha com ele... Não foi assim no Festival em Lisboa?

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    2. Anónimo16:33

      Vocês estão a tentar comparar a produção e realização do ESC com o FC??? Meu Deus..... Esperem para ver... primeiro vocês não sabem o tamanho do palco B. Segundo, eles têm técnicas e tipos de câmara que jamais utilizaremos em Portugal. Terceiro, a RTP é profissional quando quer...

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    3. Anónimo00:43

      a ilha é mais pequena que o palco do festival. Querem ver o do ESC de 2015, e o de 2016? Não cabe lá nenhum operador de câmara sem caír por ali abaixo.

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    4. Anónimo02:17

      Parece que este ano nao vao ser os operadores de camera a fazer essas filmagens ao perto. Pelo menos no palco principal, ouvi dizer que as cameras na 'colmeia' serao capazes de filmar com a steadycam sem ser necessario ser operada por humanos, para alem de outros truques maravilhosos e futuristicos.

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  22. Anónimo15:47

    Não comecem a criticar ou a adivinhar como vai ser a atuação baseado numa pequena informação, eles sabem o que estão a fazer... Este ano mais do que nunca penso que a produção do festival vai dar muita atenção à canção portuguesa, penso que o público vai entender a canção da maneira como vai ser apresentada...
    PJ

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