A emissora lituana confirmou que Lolita Zero, personagem criada por Gytis Ivanauskas, recorreu ao playback na eliminatória do Eurovizijos 2017. Contudo, a atuação cumpre as normas exigidas pela EBU/UER.

Criada pelo cantor Gytis Ivanauskas, a personagem Lolita Zero tornou-se uma das participantes mais mediáticas do Eurovizijos 2017 com a atuação na terceira eliminatória, sendo a candidatura mais votada pelo público. Contudo, além do figurino utilizado, a atuação ficou marcada por alegado recurso ao playback, algo que desrespeita as regras do Festival Eurovisão.

Em comunicado, a emissora LRT confirmou que o playback aconteceu durante a atuação, mas que não violou as regras da EBU/UER. Tal aconteceu porque foi Jurijus Veklenko, bailarino da atuação e que fez parte da comitiva do país em 2015, que interpretou o tema enquanto Lolita Zero recorria ao playback.


De realçar que essa técnica não é inédita: em 2013, no Melodifestivalen 2013, o grupo Army of Lovers recorreu à mesma técnica, com a cantora La Camilla a encenar a interpretação, enquanto que o vocal foi assegurado por outra intérprete, oculta do cenário.


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Fonte: Oikotimes / Imagem: LRT / Vídeo: Youtube

8 comentário(s):

  1. Anónimo10:36

    recuso-me a aceitar que isto seja verdade, vi a atuaçao imensas vezes desta DIVA, e nao parece playback!!

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    1. Anónimo13:28

      diz isso à LRT: com certeza certamente irão recuar nas suas afirmaçoes

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  2. Pedro Alaís11:30

    Concordo que se use playback... desde que se tenha dançarinos masculinos quasi-nús como os Army of Lovers tinham... YUMMY!!!!

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  3. Mas isto virou um festival de música pimba ?
    Já basta a Bielorrússia

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  4. Anónimo13:42

    Diva???? Lol....não se aproveita nada....nadinha mesmo....mesmo muito mau...

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  5. Anónimo17:34

    Isto é péssimo a todos os níveis!!!

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  6. Anónimo00:38

    @Pedro Alaís: Isto chama-se Eurovisão e não o Trumps ... controla as hormonas!

    E pergunto, ainda ninguém se fartou do truque azeiteiro da drag queen na Eurovisão que tentar entreter o povinho parolo que não sabe melhor?
    Realmente toda a gente quer que o Festival se torna uma anedota pegada e que se ridiculariza a si mesmo com estas tentativas de humilhação. O desespero para evitar que o concurso se encha de baladas é assim tão elevado? Não há receita médica para curar esse desespero?

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  7. Anónimo18:12

    A música é tão má que dói. Credo! Tudo demasiado mau!

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