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ESC2026: Amnistia Internacional diz que Eurovisão “traiu a humanidade” com participação de Israel

Amnistia Internacional diz que Eurovisão “traiu a humanidade” com participação de Israel.


Agnès Callamard, secretária-geral da Amnistia Internacional, acusa a União Europeia de Radiodifusão de “cobardia” e de ter “dois pesos e duas medidas” ao não ter excluído Israel da edição de 2026 da Eurovisão, ao contrário do que fez, há quatro anos, com a Rússia.

Num comunicado partilhado com a imprensa, a porta-voz da organização é citada a dizer que “em vez de enviar uma mensagem clara de que há um custo para os crimes atrozes de Israel contra o povo palestiniano”, a UER “concedeu a Israel este palco internacional, mesmo quanto continua a cometer genocídio em Gaza, e a manter uma ocupação ilegal e apartheid”.


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Fonte: Público / Imagem e Vídeo: Eurovision.tv
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  1. Anónimo12:29

    Olha é o que temos e não o que queremos...

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  2. Anónimo14:50

    Concordo plenamente, não faz sentido expulsar a Rússia e a Belarussia e não fazerem o mesmo com Israel

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  3. Anónimo19:03

    A Amnestia Internacional⁠ não tem moral para falar deste assunto. É uma organização hipócrita. A Amnestia e outras organizações seculares de direitos humanos minimizam ou “suavizam” as motivações religiosas por detrás dos massacres na Nigéria.
    A Amnestia International enquadra a violência como um “conflito entre agricultores e pastores”, impulsionado pelas alterações climáticas, desertificação e competição por terras, mas na realidade ignora o aspecto de “limpeza religiosa”. Os atacantes frequentemente gritam slogans religiosos, atacam igrejas especificamente e poupam vizinhos muçulmanos enquanto matam cristãos. Ao chamar-lhe um “conflito por recursos”, a Amnestia faz parecer uma briga entre dois lados, em vez de uma campanha direcionada de perseguição.
    A Amnesty International⁠ evita usar a palavra “genocídio”.
    Muitos líderes cristãos nigerianos e grupos internacionais de defesa afirmam que a escala e coordenação dos ataques — especificamente os realizados por militantes fulani e pelo Boko Haram — equivalem a um genocídio em câmara lenta. A Amnestia é “alérgica” à palavra genocídio neste contexto porque isso desencadearia uma obrigação legal de intervenção internacional. Ao manter termos como “violência comunitária” ou “assassinatos ilegais”, a Amnestia reduz o sentido de urgência da comunidade internacional.

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  4. António Oliveira20:22

    É repugnante darem voz a esses antissemitas num site oficial. Vergonha, já a perderam há muito.

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  5. António Oliveira20:23

    É vergonhoso darem uma tribuna a antissemitas no site oficial da eurovisão.

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