Jon Ola Sand: "Não acredito que os Hatari usem o Festival Eurovisão para protestar"


Jon Ola Sand, supervisor executivo do Festival Eurovisão, garante que Hatari não devem ter problemas em entrar em Israel... mas poderão ser desclassificados caso não cumpram o regulamento.


Em entrevista à emissora norueguesa NRK, Jon Ola Sand, supervisor executivo do Festival Eurovisão, garantiu que a emissora islandesa RÚV está ciente das consequências caso os Hatari façam declarações políticas em Israel, descartando que haja problemas com o grupo entrar em território do país. "Não vemos razões para que não recebam permissão de entrada. Temos um diálogo bastante estreito com o Governo e eles sabem que iremos atuar no momento caso alguém tenha o visto recusado" afirmou Jon Ola Sand confrontado com o apelo de uma ONG para que o grupo seja proibido de entrar no país, após apelar ao boicote ao Festival Eurovisão 2019.

Jon Ola Sand explicou também que esteve reunido com a delegação islandesa durante a semana, garantindo que a RÚV tem consciência das consequências de potenciais declarações políticas dos seus representantes: "Não acredito que eles usem o Festival Eurovisão para protestar. Eles sabem as regras da competição e sabem que a política não é permitida no evento" frisou, garantindo que caso o regulamento não seja cumprido "o grupo pode ser retirado do Festival Eurovisão".


Estreante em 1986, a Islândia conta com 31 participações no Festival Eurovisão, tendo como melhor resultado o segundo lugar alcançado em 1999 e 2009 por Selma e Yohanna, respetivamente. Fora da Final desde 2014, a Islândia voltou a falhar o apuramento para a Grande Final em Lisboa: representado por Ari Ólafsson e "Our Choice", o país ficou no último lugar da semifinal com apenas 15 pontos, não tendo recebido qualquer pontuação do televoto.


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Fonte: NRK / Imagem: Google / Vídeo: Eurovision.tv

12 comentários:

  1. Anónimo19:35

    E quando é que a EBU desclassifica a canção do Jack White? Ou isso não vai contra o regulamento?

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    1. Estava mesmo a pensar nisso. Só cumprem o regulamento quando lhes interessa.

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    2. Anónimo21:18

      Apoiado. Essa história é tão degradante que merecia a derrota imediata. Infelizmente, não dava jeito...

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    3. Anónimo22:09

      O que é que foi essa polémica??

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    4. Anónimo22:21

      kem é a cancao do jack white?

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    5. Anónimo22:39

      @22:09 Jack White foi anunciado como vencedor da eurovisão 2018 a fevereiro deste ano.
      Foi notíciado no público, dn, jn, observador, ny times, etc.... Pesquisa Jack White+Eurovisão e ficas a saber da história toda

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    6. Anónimo22:45

      A superestrela internacional Jack White, que nem deve fazer ideia do que é a Eurovisão mas deve ter uma legião de advogados a trabalhar com ele e com a sua editora, foi creditado como co-autor de Toy, uma vez que os seus compositores não conseguiram provar que a canção não era um plágio de uma das suas músicas. Logo, Jack White é também vencedor da Eurovisão 2018.

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  2. Anónimo21:06

    Enfim a fazerem de tudo para que ganhem

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    1. Anónimo21:19

      Epa, eu até percebo o hype em torno do grupo e da proposta, mas tenho muitas dúvidas que o público eurovisivo se reveja naquilo ao ponto de lhe dar a vitória...

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    2. Anónimo23:32

      21:19 eles nao sao tontos ja perceberam que para ganhar e destacar precisas de algo mais que uma boa cancao e staging, o sergey tambem vai fazer o mesmo e "gritar" nas conferencias que crimeia é ucrania

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  3. Anónimo21:33

    O que era este espectáculo de hipocrisias sem estas polémicas...todos os anos temos uma película a decorrer em paralelo ao Festival.

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  4. Anónimo10:44

    Os homens da luta também eram contra tudo o que fosse ocidental, democrata, liberal, capitalista e alemão, chegaram lá, cantaram e vieram-se embora. Para vergonha chegou...
    Estes pobres coitados experimentem ir cantar à Palestina.

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