Suécia: Novas acusações de plágio no 'Melodifestivalen 2019'


"Norrsken", tema defendido por Jon Henrik Fjällgren, está a ser acusado de plágio de "Sun is shinning", tema de Axwell e Ingrosso. Um dos responsáveis da STIM garante que o Melodifestivalen 2019 é um "concurso de caricaturas".


Depois das acusações a Andreas Johnson, como pode recordar AQUI, há uma nova polémica em torno de um eventual plágio no Melodifestivalen 2019. "Norrsken", canção defendida por Jon Henrik Fjällgren, está a ser comparada a "Sun is shinning", de Axwell e Ingrosso. "Não vejo nada de mal em as canções serem parecidas. Hoje em dia, qualquer canção se assemelha a outra" afirmou o cantor, desmarcando-se da polémica.

Contudo, Jonas Nordin, consultor musical da STIM (Agência Musical de Compositores Suecos), teceu duras críticas ao certame deste ano: "As músicas do Melodifestivalen quase nem são músicas. Muitas delas não passam de caricaturas de outras músicas (...) Muitos pegam em sucessos já existentes numa tentativa de obter reconhecimento em três minutos. Ao fazerem algo novo, a probabilidade de serem lembrados diminui". O consultor musical vai mais longe e garante que a situação não é novidade: "Normalmente há pelo menos 2 ou 3 canções que são surpreendentemente semelhantes à vencedora do ano anterior". No entanto, questionado pela imprensa sueca, Jonas Nordin garantiu que a STIM não abriu nenhum processo às canções de Andreas Johnson ou Jon Henrik Fjällgren: "Até ao momento, não houve nenhuma queixa. Como não há queixa, não há plágio".

Aceda AQUI a Norrsken.


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Fonte: Aftonbladet/ Imagem: Google / Vídeo: Youtube

5 comentários:

  1. Que novidade! Plágios no Melodifestivalen.

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  2. Anónimo18:54

    Isto ainda é notícia?

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  3. Anónimo19:14

    Parece que integridade artística e originalidade está em falta no Melfest

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  4. Anónimo20:53

    A mentalidade sueca "Max Martin" finalmente a ser publicamente exposta por alguém no país ... no entanto, como ninguém faz queixa, e o público sueco não se importa com estas coisas porque isto tudo é uma grande festa e o padrões musicais nunca foram muito elevados sempre colado a "formulas", não muda nada e tudo fica como está ... por isso é só mais um ano como tantos outros. Ninguém percebeu nada da lição que o Björn e o Benny dos ABBA passaram quando nos seus anos de trabalho com os ABBA diziam que quando uma canção soava demasiado a outras já feitas, a respetiva ia diretamente para o lixo ... Pessoas como o Max Martim na industria mundial, e pessoas como o Thomas G:son e o Fredrik Kempe no seio do MF, só querem ganhar o seu reciclando tudo o que há para reciclar porque originalidade demora tempo e não garante sucesso segundos os padrões do Christer Björkmann. O Simon Cowell do MF que quer a força toda que a Suécia ganhe uma sétima vez o ESC nem que para isso a canção seja uma cópia de algo feito há 10 minutos atrás.

    Não deixei de achar irónico o ego do Fredrik Kempe a brilhar por todos os lados nesta semi final com a única canção que ele apresenta este ano enquanto que o outro copy-paster do bairro, aka Thomas G:son, que aparece em quase todas este ano, diverte-se a cuscar o telemóvel enquanto que o único tema que tinha desta final ... ficou de fora. Tudo neste MF está já calculado e pré-programado: todos tem um papel e todos tem um destino ... e o objetivo final é que ganhe a canção que o Bjorkmann mais anseia para vencer em Telaviv. A mentalidade sueca e a mentalidade portuguesa no que respeita a estas coisas são de um extremo oposto que assusta às vezes.

    Há artistas e compositores suecos que nem ousam entrar no MF por perceberem que a suas propostas seriam automaticamente rejeitadas por não assentarem com as "normas formulaicas e de reciclagem pop" do senhor Bjorkmann. Sarah Dawn Finer é uma delas ... ela percebeu muito bem que concorrer com algo que tem a ver consigo artisticamente não vai ser aceite aos olhos deste homem. Mais vale apresentar o concurso, o que ela faz lindamente, do que cair numa humilhação profunda.

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