ESC2019: KAN pondera contratação de equipa portuguesa para a gravação dos 'postcards'


A emissora estatal KAN já selecionou os locais de gravação dos postcards do Festival Eurovisão, mas as gravações poderão ser adiadas devido a conflitos com o sindicato. A KAN pondera contratar a equipa portuguesa responsável pelos postcards do ano passado.



Depois de ter recebido mais de 6000 propostas para os locais de gravação dos postcards, a emissora israelita KAN já selecionou os 42 locais de gravação para o Festival Eurovisão 2019. Contudo, o início das gravações, agendado para 18 de fevereiro, poderá ser adiado devido a um conflito entre a KAN e a Associação dos Trabalhadores de Televisão e Cinema (ACT). 

Segundo a Walla, a emissora israelita ameaçou o ACT que, caso não concorde com as condições para as gravações, contratará as equipas de gravação dos cartões-postais do Festival Eurovisão 2018 para a edição deste ano, garantindo que o custo de contratação de uma equipa estrangeira é mais baixo do que os valores exigidos pelo ACT. As duas entidades estão em disputa por salários e condições de trabalho há mais de um ano, com a KAN a garantir que já excedeu o número máximo de contratos permitidos por lei.

O deserto da Judeia, o Timna Park em Arava, os Jardins Baha'i em Haifa e o Museu Rockefeller em Jerusalém foram alguns dos locais selecionados pela KAN. Por sua vez, as Colinas de Golã são o local escolhido para a gravação do cartão-postal da comitiva da Áustria, devido às semelhanças do Monte Hérmon com os Alpes austríacos.

Recorde, de seguida, os postcards do Festival Eurovisão 2019:


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Fonte: Walla / Imagem: RTP / Vídeo: RTP

13 comentários:

  1. Anónimo19:51

    Mais uma vez a moatrar que nao são capazes de fazer o espetaculo sozinhos e a comprovar a excelencia da organizaçao portuguesa que por esta hora ja tinha quase todos os post cards gravados

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    1. Anónimo20:01

      Que hipérbole...
      Por esta altura só estavam 3 gravados, relembro o artido da escportugal de 13/02/2018:

      http://www.escportugal.pt/2018/02/imagens-mikolas-josef-da-republica.html

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    2. Anónimo20:19

      Portugal também não fez a eurovisão sozinho. Houve vários países a ajudar. Arrogância da sua parte

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    3. Anónimo21:53

      a mesma excelente organizaçao portuguesa que nem conseguiu por o efeito de neve que era preciso na actuaçao de higher ground?...

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    4. Anónimo23:00

      Lisboa 2018 teve as suas coisas boas (os postcards) e suas coisas más (o humor), mas há que ter em conta que desde 2000 todas as ediçoes da Eurovisão tem ajuda sueca (ou foram direitamente na Suecia como 2000, 2013 e 2016) e dizem que uma das causas pelas que Italia não ganha é porque querem organizar tudo eles

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    5. Mas vocês querem comparar um efeito de neve em palco com o facto de em Israel,o festival ter corrido o risco de nem sequer estar financiado ou do governo não querer pagar as despesas ou do facto da emissora organizadora nem sequer ainda ser membro total da EBU( por custa de interferências políticas).Já para não falar dos boicotes, das questões religiosas, dos espaços pequenos para o espetáculo e tudo mais.

      E na Ucrânia que o produtor executivo abandonou aquilo a meio, nem sequer se decidiam sobre a cidade a acolher e com os bilhetes a chegarem quase em cima da hora?

      Oh pá,eu quero lá saber se o festival foi pobrezinho sem LEDS, ou se os interval acts não foram do gosto das pop-obcecadas, ou se as apresentadoras não tiveram graça, ou se foram suecos ou chineses ou o catano que ajudaram...FACTO é que com excepção do incidente sobre a atuação do Reino Unido, em termos de ORGANIZAÇÃO e naquilo que competia às respetivas entidades: RTP,Câmara de Lisboa,Turismo de Portugal, tenho muito orgulho no festival que fizemos.Para além de que fizemos BOM, COM CALMA e BARATO. E de certeza que a EBU adorou tudo isso.

      O resto é apenas questões dos vossos gostos pessoais e a já tipica vitimização e subserviência do português ao que é estrangeiro (que já agora o sketch do Herman durante os espectáculos bem criticou!!)

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    6. Anónimo14:53

      100% de acordo, Marco Nunes.
      Pode-se não gostar do espetáculo do ano passado (eu achei que teve classe e identidade portuguesa, embora gostos não se discutam), mas, em termos de organização, desempenho e rigor orçamental, Lisboa foi irrepreensível e a própria EBU reconheceu-o.

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  2. Anónimo20:06

    polemicas e mais polemicas…

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  3. Anónimo20:27

    Há 5 dias foi confirmada uma notícia escandalosa, que parece que passou ao lado do ESCPortugal (algo que é perdoável). "Toy" já na nascença que foi tida como plágio, o que se confirmou depois do ESC, mas ainda assim a EBU recusou retirar o prémio à canção! Agora foram obrigados a colocar o Jack White como co-autor da canção (para mim ele deveria ser considerado o autor!). A EBU é uma vergonha, por isso o ESC está tão mal visto pelos artistas mais veteranos e mesmo pelos que agora nascem, sendo mesmo tido como algo vergonhoso e desprestigiante a participação no mesmo por muitos europeus. Curiosamente, esteve cheio de nove horas o "autor" de Toy a comentar as canções da Gala Eurovision (Espanha), esse desenvergonhado plagiador. A EBU que decida tê-los de uma vez por todas e diga se o ESC é um festival de canções originais ou plagiadas, a ver se começa a haver interesse pelos profissionais, para além de amadores que só sabem unicamente plagiar!

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    1. Anónimo22:15

      Anónimo confirmo que na wikipédia ele está como co-autor, mas a wikipédia qualquer um pode editar ( https://en.wikipedia.org/wiki/Toy_(song) )
      Existe algo oficial que diga que o Jack White é um dos compositores?

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    2. Anónimo22:55

      Anonimo das 20:27, a UER é experta em violar as suas propias regras, lembre-se que nunca lhe retiraram o premio a Azerbaijão logo que se descubrese que eles compraram o televoto repartindo SIMs pela Malta e Lituania e pagaram juris

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  4. Anónimo21:33

    Os suecos é que são bons... haja paciência.

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  5. Anónimo14:36

    Noticia errada quando nem a propria equipa sabe de nada!!!

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