[OFICIAL] ESC2019: Tamta é a representante de Chipre no Festival Eurovisão 2019


Depois de meses de rumores e especulações, a emissora cipriota CyBC confirmou que Tamta é a representante de Chipre no Festival Eurovisão de 2019.


A emissora cipriota CyBC revelou que a cantora grego-georgiana Tamta será a representante de Chipre no Festival Eurovisão 2019 com "Replay", tema composto por Alex P, responsável pela canção de 2018, sendo auxiliado por Teddy Skye, Viktor Svensson, Kristoffer "Bonn" Fogelmark e Albin Nedler. Além disso, no press-release transmitido pela CYBC, a emissora confirmou também o envolvimento de Sacha Jean-Baptiste na comitiva, ficando por anunciar a data de lançamento da candidatura.


Nascida na Geórgia, Tamta vive na Grécia desde os 22 anos de idade, conquistou a fama no mercado musical e televisivo grego-cipriota em 2004, quando conquistou a segunda posição na versão local do Ídolos.  Em 2007, a cantora esteve na corrida para representar a Grécia, tendo ficado em terceiro lugar na final nacional com "With Love", enquanto que, em 2015, foi afastada da competição pela ERT, depois de não ter cumprido o prazo de participação. A canção "Unloved", desclassificada pela emissora, tornou-se um êxito de vendas durante o verão. Em 2018, Tamta foi sondada pela emissora cipriota CyBC para representar o país em Lisboa, tendo rejeitado o convite.



Estreante em 1981, Chipre participou em 35 edições do Festival Eurovisão, falhando o apuramento para a grande final em seis ocasiões. Com a vitória de Salvador Sobral por Portugal, o país tornou-se o país com maior número de participações e sem nenhuma vitória. Em Lisboa, Eleni Foureira e "Fuego" estiveram perto do triunfo, terminando em 2.º lugar com 436 pontos, o melhor resultado da história do país, tendo recebido 5 pontos do televoto português.


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Fonte: CyBC / Imagem e Vídeo: Eurovision.tv

6 comentários:

  1. Anónimo12:17

    Comentem aqui, acham que vai ser flop ou este ano o Chipre veio mais uma vez para ganhar?

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    1. Anónimo13:31

      Claramente querem ganhar. Agora se isso é suficiente não sei. Nem quando a música é lançada podemos fazer uma previsão acertada. Tudo vai depender da performance, cameras, alinhamento e da diversidade das propostas dos outros países.

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  2. Anónimo13:54

    É certo que a Tamta é uma estrela no Chipre e na Grécia (e Geórgia acho) mas na Eurovisão isso não quer dizer nada, como já foi verificado com vários casos de artistas conhecidos nos seus países e vizinhos e floparam. Também é certo que a Tamta é pior vocalmente que a Eleni (sendo que a Eleni não é propriamente um prodígio...), pior dançarina e tem menos carisma, e todos sabemos que Fuego subiu tanto nos rankings por causa da performance. Logo, fazerem uma versão 2.0 da Fuego (que para já, parace que é o que vão fazer-cantora, compositores, coreógrafa, pelos vistos um verso da música é "Replay yeah yeah" ou algo do género) logo no ano seguinte não me parece uma boa ideia. Só poderemos dar uma opinião mais concreta das coisas quando conhecermos pelo menos a canção, mas quase que aposto que nao veremos o Chipre vencer a edição de 2019. Provavelmente até vão andar longe do resultado que obtiverem em 2018.

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  3. Anónimo15:01

    Credo " Replay yeah yeah"?? Que básico, não é nada poético... portugal este ano tem de levar um fado tradicional com uma letra rica de certeza que ganhamos

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    1. Anónimo07:26

      Sim, ganhamos o 18o lugar na semifinal

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    2. Cada vez me convenço mais de que os concorrentes do festival eurovisivo representam mais propriamente as emissoras estatais do que os países de onde vêm. Por exemplo, esta vedeta é natural da Geórgia mas cresceu na Grécia (aos 22 anos é quase recém-nascida e portanto teve tempo de absorver toda a cultura helénica e os seus hábitos de vida), vai representar o Chipre (afinal Grécia e Chipre é tudo a mesma coisa e até as trocas de 12 pontos assim o indica). A juntar a estes pequenos detalhes aparecem os nomes dos compositores em que, por exemplo, Viktor Svensson é um nome tìpicamente cipriota ou grego. Agora eu pergunto: vem algum mal ao mundo por causa disso? Claro que não, todos os males fossem esses. Mas sou de opinião que deviam chamar-se os bois pelos nomes e assim em vez de aparecerem os nomes dos países nos quadros electrónicos deviam ver-se pura e simplesmente os títulos das canções.

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