Jan Bors, chefe de delegação da República Checa, revelou que a emissora estatal do país planeia trabalhar com compositores checos para o Festival Eurovisão 2018 e não com estrangeiros, como aconteceu em 2016 e 2017.

O atual chefe de delegação da República Checa no Festival Eurovisão, Jan Bors, revelou, recentemente, que a emissora CT tenciona mudar os planos para a próxima edição do certame. Ao contrário das duas edições anteriores, a emissora estatal tenciona cooperar com cinco compositores checos para a pré-seleção, sendo que, em anos anteriores, as candidaturas checas estiveram à responsabilidade de compositores estrangeiros.

Os cinco compositores apresentarão cinco candidaturas perante a CT, sendo que trabalharão com artistas à sua escolha para encontrar a combinação ideal entre a voz e o tema, estando a escolha da versão final a cargo do artista. As candidaturas serão apresentadas a um júri profissional que decidirá, internamente, qual a candidatura que representa a República Checa em Lisboa.

Jan Bors revelou que a mudança de compositores estrangeiros para compositores nacionais foi inspirada na vitória de Portugal em Kiev, realçando a profunda conexão do artista com a canção. Além disso, o chefe de delegação deixou em aberto que o país num futuro próximo possa voltar a escolher através de uma final nacional inspirada no Melodifestivalen, algo que estará dependente dos resultados dos próximos anos. De realçar que a última vez que uma final nacional foi utilizada para escolher os representantes checos na Eurovisão foi em 2009.

Estreante em 2007, a República Checa participou em seis edições do Festival Eurovisão, estando fora do concurso entre 2010 e 2014, sendo que apenas conquistou o apuramento para a Grande Final em Estocolmo, terminando em 25.º lugar com Gabriela Gunčíková. Martina Bárta e "My Turn" foram os representantes checos em Kiev, terminando em 13.º lugar com 85 pontos na primeira semifinal. Contudo, a candidatura foi a favorita do júri português e recebeu de Portugal os únicos 2 pontos do televoto. Recorde de seguida a participação:



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Fonte: Eurovoix /Imagem/Vídeo: Eurovision.tv

7 comentário(s):

  1. Anónimo03:01

    O problema é que a televisao checa quer um bom resultado mas não ganhar... Quando dizes aos compositores que queres uma muito boa musica querepresente bem o país mas depois dizes que nao é para ganhar... Nao é que nao seja possivel fazer uma boa musica e nao ganhar.. Mas os compositores tendem depois a fazer algo que nao seja assim tao bom... Era o que acontecia com Portugal na minha opiniao... A RTP ainda nao estava disposta a ganhar ate 2017...

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    1. Rui Ramos07:48

      Enganado. A Luisa sobral nunca pensou ganhar o fc quanto mais o esc. E na Suécia, por exemplo, tods as cancoes chegam ao top das nais vendidas mesmo ss ultimas classificadas

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    2. Anónimo10:38

      Lol todas.... sim... em todos os países as músicas chegam ao top.... ao top 500

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    3. Rui Ramos12:51

      Anonimo das 10.38: Aprenda, em primeiro lugar, a ler e a interpretar. Eu não falei em todos os países, deu apenas o exemplo da Suécia onde efetivamente todas as canções concorrentes do MF alcançam o top das mais vendidas. Obrigado pela leitura dos meus comentários e não precisa de se esconder no anonimato; pode assinar que eu nao o mando preso.

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    4. Anónimo15:52

      Ai amei. A RC tem que ganhar o esc

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    5. Anónimo18:40

      Eu também acho que a RC tem de ganhar o ESC. Duvido é que seja já para o ano.

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  2. Anónimo15:23

    Uma canção muito bem feita, a deste ano. Boa sorte para a escolha!

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