Vítor Gonçalves recebeu, esta noite, Luísa e Salvador Sobral numa edição especial da Grande Entrevista, sendo a primeira entrevista depois da vitória de Portugal no Festival Eurovisão 2017.

O intérprete vencedor do Festival Eurovisão 2017, Salvador Sobral, e a irmã Luísa Sobral, compositora de "Amar Pelos Dois", estiveram, esta noite, na RTP1 numa edição especial do programa A Entrevista. A conversa, conduzida por Vítor Gonçalves, foi a primeira entrevista da dupla após a vitória em Kiev.

O recente ataque terrorista num concerto de Ariana Grande deram mote para a entrevista aos dois irmãos, que rapidamente passou para o dia 5 de março de 2017, data que marcou o início da aventura eurovisiva de Salvador e Luísa Sobral. "O segredo da vitória foi o sentimento que a canção produz nas pessoas" afirmou o intérprete, garantido que "ninguém fica indiferente. Há até quem a odeie e o ódio é um sentimento legítimo". Por outro lado, Luísa afirma que "o segredo é não ter segredo. A origem genuína foi decisiva...".

O concerto do passado sábado, onde garantiu ter-se sentido um "profeta do jazz", seguiu-se na conversa, sendo que, momentos depois, Luísa admitiu que a inspiração de 'Amar Pelos Dois' veio de 'Practical Arrangement', de Sting, revelando alguns pormenores sobre o seu método de composição. Sobre a possível revelação da segunda canção que compôs para o irmão levar ao concurso, a cantora garante que "dificilmente" será revelada, visto que "nem sabe onde ela está".

A recepção em Kiev e os momentos de confusão após o anúncio, "Ninguém percebeu que tínhamos ganho porque os búlgaros estavam a festejar", também marcaram presença na conversa, onde Salvador Sobral revelou que tencionava cantar uma versão exclusiva do tema num dos ensaios gerais da Grande Final: contudo, a ideia foi anulada devido à ameaça de uma desclassificação por parte da EBU/UER.

Também a chegada apoteótica ao aeroporto, as mensagens de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa e a os convites para ser embaixador da ONU sobre a crise dos Refugiados foram tema de conversa que poderá aceder na íntegra AQUI.


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Fonte/Imagem/Vídeo: RTP

38 comentário(s):

  1. Anónimo00:17

    A EBU queria desclassificar Portugal por esta mensagem dos refugiados, mas outros países podem levar plágios , entre outras coisas que não fazem nada , uns são filhos outros enteados

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    1. Anónimo01:29

      Realmente. Não se percebe como não fizeram nada com a canção da Alemanha que tinha um sample descarado da música "Titanium" do David Guetta. É que nem era "semelhante", era um trecho igualzinho.

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    2. Anónimo18:01

      Vejam se lêm bem as noticias.. A EBu nao nos queria desclassificar por isso mas porque o salvador queria cantr uma versao diferente no ensaio geral da final na qual vota o juri.. A EBU so nos quis safar...

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  2. Anónimo00:19

    Gostei muito menos desta entrevista de Vítor Gonçalves. Não fez perguntas crunciais sobre a relação com os demais colegas no festival, as aventuras em que se meteu lá por Kiev ou o discurso que outros consideraram tão polemico. além de qie me parece que ambos continuam a minimizer o feito quer da vitória, quer da representação portuguesa. Quando um artista diz que não ensa ir ao jimmy Fallon porque não se identifica com o concerto ou não gosta de abordagens mais persuasivas pergunto-me se efectivamente estava preparado para isto...

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    1. Anónimo01:03

      Até acho que ele está a ser coerente qdo diz que não pensa ir ao Jimmy Fallon por nao concordar com o conceito, mas acho que ele não confirmou efectivamente que não ia.

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    2. Anónimo01:28

      Se ele não for ao Jimmy Fallon, é muito burro mesmo.

      Mesmo se não gostar do conceito do programa, uma atuação no Jimmy Fallon é vista por milhões de Americanos. Até poderia vir a receber o convite de um produtor norte-americano de jazz, para trabalhar com ele, por tê-lo visto no Jimmy Fallon.

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    3. Anónimo03:26

      Duvido que não vá. Logo um programa americano, muitas das suas influencias vêm dos Estados Unidos.

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    4. Anónimo10:24

      Qual é o problema de minimizar a vitória? Há que se ser realista, a música não é um concurso ou um desporto. Devemos ficar felizes pela vitória mas os músicos, que tiveram o trabalho, não podem viver à custa de ganhar competições, a vida deles é outra, e acho bem que eles mostrem esse lado, é uma boa forma para todos manterem os pés bem assentes no chão.
      A questão dele com o Fallon é a conversa seguir quase sempre um guião (quer para o entrevistador quer para o entrevistado), o que está muito longe de ser a maneira de conversar do Salvador. Outros talkshows são muito mais flexíveis e naturais.

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    5. Anónimo10:25

      Qual é o problema de minimizar a vitória? Há que se ser realista, a música não é um concurso ou um desporto. Devemos ficar felizes pela vitória mas os músicos, que tiveram o trabalho, não podem viver à custa de ganhar competições, a vida deles é outra, e acho bem que eles mostrem esse lado, é uma boa forma para todos manterem os pés bem assentes no chão.
      A questão dele com o Fallon é a conversa seguir quase sempre um guião (quer para o entrevistador quer para o entrevistado), o que está muito longe de ser a maneira de conversar do Salvador. Outros talkshows são muito mais flexíveis e naturais.

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    6. Anónimo10:54

      Qual é o problema de minimizar a vitória? Há que se ser realista, a música não é um concurso ou um desporto. Devemos ficar felizes pela vitória mas os músicos, que tiveram o trabalho, não podem viver à custa de ganhar competições, a vida deles é outra, e acho bem que eles mostrem esse lado, é uma boa forma para todos manterem os pés bem assentes no chão.
      A questão dele com o Fallon é a conversa seguir quase sempre um guião (quer para o entrevistador quer para o entrevistado), o que está muito longe de ser a maneira de conversar do Salvador, mas ele não se mostrou ser contra a ir. Outros talkshows são muito mais flexíveis e naturais.

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  3. Anónimo00:19

    a jamala tinha uma canção super política e nada foi feito , já com o salvador ameaçaram logo ... corruptos

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    1. Anónimo09:55

      Ninguém ameaçou nada...foi sugerido que ele não usasse a camisola.
      Ele dp da vitoria, meio pateta alegre é que falou que foi proibido de usar e com uns modos de betinho mimado armado em grd defensor das liberdades individuais. Não é à toa que desde os Idolos sempre foi acusado de arrogância e falta de humildade

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  4. Anónimo01:28

    a serio que ele recusa uma oportunidade de ir ao jimmy fallon?! omfg
    uma oportunidade para levar mais longe o nome do pais?! enfim
    se recusa o jimmy fallon, obvio que vai recusar o good morning britain e o concerto dos reis suecos lol

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    1. Anónimo10:38

      Também não percebo.

      Natércia

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  5. Anónimo03:29

    O Jimmy Fallon tem muito mais classe que alguns programas a que o Salvador já foi actuar...espero que ele vá. Esta euforia da eurovisao nao vai durar e se ele for aos EUA poderá ter mais oportunidades na carreira dele.

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    1. Anónimo15:13

      Não tem nada a ver com classe do programa, que ele não recusou, tem a ver com o à vontade para falar sem ter que seguir um guião predefinido.

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    2. Anónimo17:23

      15:13 nos programas em portugal que o Salvador foi ele teve que seguir um guiao predefinido. Menos hipocrisia sff.

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    3. Anónimo18:46

      lol! Que programas é que há em Portugal em que o entrevistado tem que dizer o que vem num guião ou o que foi ensaiado? Acho que não fazes bem ideia

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    4. Anónimo21:07

      18:46 eu acho que tu é que não fazes ideia de como as coisas funcionam aqui Lol logo portugal, um país que não copia nada do que os americanos fazem.

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    5. Anónimo22:08

      Tu claramente não fazes ideia do que dizes, de tal maneira que nem respondes à pergunta por um exemplo! Talkshows como o do Jimmy Fallon são altamente ensaiados para maior impacto e ocorrem em diferido. A maioria dos entrevistados vão lá já com uma história estudada. Tu não vês isso em talkshows portugueses, tanto que quase todos eles são em directo e com muitas reacções imprevistas.

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  6. Anónimo03:31

    Oh gente...é de mim ou é a primeira vez que convidam um vencedor da eurovisao?(Tirando os mais antigos e a Conchita)

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  7. Anónimo09:15

    Meus amigos, deixem-no em paz! O Salvador só quer cantar! Ele não deixa de ser um grande artista só porque não aparece em shows mundiais! Ele é muito mais feliz a cantar "private" com o Caetano Veloso. Ele é feliz com grandes artistas! E é ele que tem de determinar as suas escolhas, não o povo!!!

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    1. Anónimo11:26

      @09:15 ai calou!

      Se o pessoal quer comentar, tá no seu direito!

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    2. Anónimo13:58

      Oh... Tadinho... Tão inocente... Sniff, sniff!

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    3. Anónimo14:40

      Tens noçao que ele tambem iria cantar no programa do Fallon, certo? Se ele mencionou isto no programa é porque está a pensar em ir.

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    4. Anónimo15:07

      @11:26 :-)
      Se reparar bem, o que escreveu é um paradoxo. Manda calar porque todos têm direito a ter e expressar opiniões. TODOS significa isso mesmo.

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  8. Anónimo10:22

    Só falta recusar-se a actuar no Festival em Lisboa "por não se rever no conceito"...

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    1. Obviamente que vai ser a Luísa a ir lá...

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  9. Anónimo12:31

    Parece que já se esqueceram que ele sofre de coração e certamente não pode fazer essas viagens todas a que foi convidado...

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  10. Anónimo13:24

    Ele é que decide onde quer ir. Se fosse eu ia lá o fallon mas entendo perfeitamente que ele não queira ou não possa ou não lhe apeteça. É a vida e carreira dele, por isso ele é que sabe o que quer fazer.

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    1. Anónimo17:24

      Ninguem está a dizer o contrario, 13:24.

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  11. Anónimo14:46

    Leio coisas aqui que não são muito coerentes. "A música não é um concurso". Estamos mesmo com a noção de que o Salvador foi o vencedor do Festival da Eurovisão, o maior conurso de música do mundo, e que, já agora, o EscPortugal é todo ele relativo a esse concurso?
    Ele vai ao Cnco para a Meia-Noite e recusa-se a ir ao Jimmy Fallon? Really?? No comments...
    Ele acha que vai ser para sempre um showcase do Caetano Veloso? Que mesmo o público dele não tem de ser permanentemente acarinhado e cativado com novas iniciativas?
    Ele quererá ter tudo na mão e deitar tudo a perder?

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    1. Anónimo15:44

      Onde é que está a incoerência? Será que o mundo da música é um concurso? Depende dum concurso para haver música? Depende de competição entre músicos para uma pessoa ouvir ou fazer música?
      Não é por ele ter participado no festival e ter ganho que se passa a ter que definir como o vencedor ou participante, isso não faz sentido para quem quer viver como músico, já que tem que continuar a trabalhar nos seus projectos, não pode viver à sombra da bananeira e em função de algo que já passou.
      Ele não recusou ir ao Jimmy Fallon.
      Ele já mostrou que vive bem sem muita confusão. O público dele será aquele que continuará a ouvi-lo depois de passar esta euforia, e não há mal nenhum nisso para nenhuma das partes - é natural. Mal seria querer se agarrar a esta fama e perder a sua normal forma de viver e trabalhar.

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  12. Anónimo14:56

    Agora somos todos gestores da carreira do Salvador, hã? hahah
    Em termos de eurovisão, fez o que lhe competia, até fez mais, ganhou vejam lá, quando no início de Março eram mais os que o insultavam do que os que o apoiavam.
    Deixem lá o rapaz decidir o que quer fazer da vida DELE, já não está a representar o país.

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    1. Anónimo15:49

      100% de acordo!

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    2. Anónimo16:30

      E o hate contra Portugal continua: https://youtu.be/YVjoFddOo1M

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    3. Anónimo17:22

      oh filha, mas ninguem pode dizer nada? ele vai SEMPRE fazer o que quiser, não vai ser a nossa opiniao que vai influenciar alguma coisa lol.

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    4. Anónimo00:44

      @16:30 todos os winners têm sempre uma cambada de haters depois da vitória. Faz parte. Se Portugal tivesse ficado pelo caminho era só comentários bondosos, como vejo nos outros concorrentes, 'ai, era a minha favorita!; ai, merecia ganhar!; ai, tão underrated!; ai, tão linda!; ai, adoro!; ai, fomos roubados!; ai, merecia um lugar melhor!' e por aí fora. É o normal.

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