Salvador Sobral e «Amar Pelos Dois» escreveram o primeiro parágrafo daquela que poderá ser a mais bonita página da história de Portugal no Festival Eurovisão numa semifinal marcada pelo "mais do mesmo" e por muitos vestidos... brancos!

Kiev estava marcada na memória dos eurofãs portugueses como uma página negra da história de Portugal no Festival Eurovisão: é impossível esquecer os enormes erros e problemas técnicos que arruinaram (a já arruinada) atuação dos 2B! Contudo, eis que a capital ucraniana redimiu-se e poderá tornar-se no nosso talismã...

Mas sigamos para o que realmente importa: a primeira semifinal do Festival Eurovisão 2017. As expectativas estavam em baixo para a organização e os primeiros momentos mostraram as razões... Sem querer entrar em grandes pormenores: porque raio não foi a Jamala a abrir a semifinal? Escolhas... erradas! 

Por outro lado, Oleksandr Skichko, Volodymyr Ostapchuk e Timur Miroshnychenko, os apresentadores da edição deste ano, estão longe de ter o carisma de Petra Mede e Mans Zelmerlöw. Porém, eurofã que se preze e se lembre do trio austríaco, é incapaz de fazer qualquer crítica a este trio masculino. Só um reparo: o lema da edição não é 'Celebrate Diversity'? Ok... Que venha o desfile das canções!


A Suíça Suécia abriu as hostilidades da competição. Contudo, ao contrário de todos os prognósticos, a tarefa não foi fácil e Robin Bengtsson não a conseguiu superar muito facilmente... A nível vocal, o cantor deixou muito a desejar (será que as faixas pré-gravadas do Melodifestivalen conseguiam safar a interpretação?) e mesmo a atuação não conseguiu captar as atenções como espectável. Nestes casos atrevo-me a dizer que a exímia qualidade e realização do Melodifestivalen é uma desvantagem para a Suécia na Eurovisão. Deixou muito a desejar, mas não deve ter tido dificuldades em entrar no top3 da semifinal. Contudo, deve estar arredada da corrida pela vitória... 

A Geórgia seguiu-se no alinhamento e, apesar de algum ódio generalizado, era uma das minhas canções favoritas. Com uma interpretação poderosíssima, Tamara esteve irrepressível no palco, se bem que a atuação deixou muito a desejar. O início e o fim da atuação foi bem preparada, mas durante a mesma a cantora parecia perdida no palco. Na minha opinião, a Geórgia teria sido uma das finalistas da noite, mas parece-me que o público não terá gostado da mensagem pseudo-política que a mesma trazia à Eurovisão. Contudo, uma poderosa participação da Geórgia em muito superar a outras já apresentadas.

Longe da qualidade apresentada nos anos anteriores, a Austrália está longe de competir pela vitória deste ano, mas se isto foste o 'Festival da Desafinação' arrisco em dizer que, no minímo, Isaiah merecia a vitória da semifinal. Sobre a canção, 'Don't Come Easy' não me diz rigorosamente nada: acho-a monótona e sem qualquer interesse.  A atuação também deixou muito a desejar (bem como a realização ucraniana) e, em momento algum, conseguiu captar a minha atenção (Aliás, minto: aquele 'grito' conseguiu que eu puxasse a transmissão atrás). Por mim, a Austrália estaria fora da Final e deve ter passado graças à votação do júri.

A Albânia tem a proeza de, ano após ano, escolher boas canções para o Festival Eurovisão, mas de lhes dar uma nova roupagem que as tornam banais e sem qualquer interesse: 'World' não passou de uma canção banal e igual a não sei quantas que por ali passaram... Mas o pior nem foi a canção. Lindita apresentou-se em palco com um makeup bastante exagerado (e tenebroso), parecendo saída de um filme de terror. 'Terror': óptima palavra para descrever a sessão de gritos que Lindita fez durante os três minutos. Infelizmente, nada ali correu bem e, com toda a justiça, a Albânia está fora da Final... Melhores dias virão.


Faço minhas as palavras do Malato sobre a Bélgica: "A Blanche precisava de um Xanax ou de um par de estalos". Com uma das melhores canções da edição, a jovem cantora tem subido ao palco completamente dominada pelos nervos, algo que não melhorou depois das duras críticas de que foi alvo. Porém, o estado apresentado na semifinal foi o 'mais calmo' dos últimos dias... Uma coisa é certa: a Blanche tem talento, muito talento, mas não basta tê-lo, mas sim saber dominá-lo. A interpretação foi tremida, muito tremida mesmo, mas manteve-se na região do suportável, algo que não posso dizer da postura em palco: a cantora parecia que ia desmaiar a qualquer momento e, volta e meia, mexia os braços de forma a dizer 'Estou viva (ainda)'. A mudança de figurino também não resultou a 100%... Apuramento discutível, mas acho cedo para afastar a Bélgica da corrida pela vitória.

Seguiu-se o meu guilty pleasure da semifinal: Montenegro. Contudo, se antes da semifinal esperava que a canção marcasse pela diferença e pela animação, perdi todas as esperanças ao ver a atuação. Slavko esteve longe, bastante longe, do seu melhor (que talvez não fosse o suficiente...), tendo-se preocupado mais em abanar a trança (ok, esperei a vida toda para escrever algo do género) do que acertar com a música. A única parte positiva da atuação foi o recurso ao lustre do palco para os efeitos de afunilamento. De resto... de fugir! Afastamento merecido, sendo provavelmente o último classificado da semifinal (pelo menos do júri foi).

Escrevi-o anteriormente e volto a dizer: a Finlândia tinha tudo para singrar no Festival Eurovisão 2017 até ter aparecido Salvador Sobral e "Amar Pelos Dois". Norma John levaram, a Kiev, uma das obras primas da edição, 'Blackbird'. Porém, faltava algo à candidatura para que se tornasse memorável: apesar de fantástica e majestosa, ao final de duas atuações já ninguém se lembrava dela. E foi isso mesmo que aconteceu... De resto não há mais nada a apontar: a simplicidade, neste caso, não resultou. Para mim era uma das claras finalistas e foi, claramente, a injustiçada da semifinal.

Há duas coisas que nunca falham quando se fala do Azerbaijão na Eurovisão: muito dinheiro investido na atuação e cantoras que não fazem jus aos temas que defende. Este ano não foi excepção! 'Skeletons' é daquelas canções que se ama ou se odeia, não havendo meio termo possível. Contudo, a atuação conseguiu (mais uma vez) captar a atenção de todos os espetadores, com uma encenação bastante peculiar e simbólica. A nível vocal, Dihaj não esteve no seu melhor, mas em momento algum pôs o resultado em perigo, se bem que acho que a canção merecia uma voz mais potente. No geral, foi uma das minhas favoritas da noite e há que ter em conta no próximo sábado. (Perdoem-me os fãs da canção, mas os melhores momentos da atuação foi quando apareceu o Salvador Sobral).


Provavelmente, o momento mais marcante da história de Portugal no Festival Eurovisão. É difícil escrever sobre aqueles três minutos em que Portugal, a Europa e o Mundo respiraram a arte numa das suas mais belas formas: a música. Salvador Sobral interpretou "Amar Pelos Dois" de uma forma simplesmente indescritível: atrevo-me a dizer que foi a melhor interpretação com que nos presenciou. A simplicidade da atuação e a sinceridade da interpretação, aliados ao silêncio presente na sala, tornaram aqueles três minutos nos mais belos minutos da história de Portugal na Eurovisão. Será vencedora? Não precisa de o ser, porque já o é! 

Recuperados da atuação portuguesa, seguiu-se a Grécia no palco eurovisivo, com uma antítese do que havia aconteceu anteriormente. Se Salvador Sobral apostou na simplicidade em prol da grandiosidade da canção, Demy teve de apostar tudo numa grande atuação para ofuscar uma tão pobre canção. Contudo, novamente deixo críticas à realização ucraniana que falhou em muitos pontos fulcrais. Digam o que disserem, 'This is Love' é uma das canções mais animadas da edição e torna-se viciante... Mereceu o apuramento, mas na Grande Final deverá estar na luta pelo meio da tabela.

Desde que aprendeu a fórmula do sucesso do Festival Eurovisão, a Polónia tem de ser levada a sério na competição e o apuramento deste ano é exemplo disso. 'Flashlight' é uma canção um tanto banal, sem um grande foco e com um final que parece esticado durante largos segundos... Por outro lado, Kasia Mos é uma cantora bastante capaz que esteve bastante bem no direto de ontem. Contudo, a candidatura é totalmente esquecível e como tal, na minha opinião, ficaria fora dos apurados... Nota negativa para o vestido: é impressão minha ou o vestido estava deveras apertado? 

Sete anos depois, os Sunstroke Project regressaram ao concurso com a mesma energia que em 2010. Com a atuação mais animada da noite, a Moldávia soube apostar nos trunfos que lhe deram grandes alegrias (alegrias e não grandes resultados): uma canção simples mas animada e um saxofone. O refrão viciante e fácil de repetir foi outro dos pontos fortes que contribuíram para o sucesso da candidatura. Apuramento merecido, sendo que foi certamente um dos temas mais pontuados pelo televoto.

Nunca fui grande fã de 'Paper', nem tão pouco percebi o fanatismo em torno desta canção. Contudo, o contrário digo de Svala: é uma das melhores vozes da Islândia e merecia levar um tema à sua altura ao Festival Eurovisão. A atuação foi fraquíssima e tirando o seu enorme e pavoroso decote, nada mais ficou na cabeça... Apesar de potente a voz de Svala foi incapaz de encher o 'tão despido' palco, sendo que foi outra das atuações que deixou muito a desejar. Não trouxe nada de novo ao concurso e seria apenas mais uma na Grande Final, por isso, nem discordo do seu preliminar afastamento. Temos saudades da Islândia dos velhos tempos!


Seguiu-se a República Checa no alinhamento, com a fórmula que lhe deu o inédito apuramento no ano passado. No entanto, a receita não funcionou. Simples, bem construída e bastante agradável de se ouvir, 'My Turn' não teve a força de 'I Stand' e a tímida interpretação de Martina Bárta ajudou ao esperado afastamento... Espero que não seja a última participação do país no concurso. Afastamento esperado, mas deverá ter escapado aos últimos lugares da semifinal com o voto do júri.

Chipre mostrou ser um país amigo do ambiente e apostou na política dos 3R's! Reduziu os anteriores corpos de bailarinos em palco, Reutilizou os cenários da Rússia de 2016 e da Bélgica 2015 e Reciclou partes da coreografia de Sergey Lazarev! Ah e a composição é de Thomas G:son (Sim, o sueco! Mais um!). Falando mais a sério, Hovig esteve bastante bem em palco e conseguiu, com pouco, fazer uma boa atuação com uma canção bastante agradável. Foi um dos países que mais me surpreendeu na semifinal e mereceu, sem dúvida, o apuramento.

Apontada como uma das favoritas à vitória da semifinal, a Arménia foi, para mim, uma das desilusões da noite. A canção tem bastante força e é bastante bem interpretada mas, em palco, fica a saber a pouco... Algo faltou ali! Acredito que tenha sido uma das três canções mais votadas da noite, mas não consigo vencer a Arménia como vencedora do Festival Eurovisão 2017. Espero que a atuação e a interpretação melhorem para a Grande Final e se aproximem daquilo que pudemos ver no videoclip. (PS: Prefiro mil vezes a trança da Artsvik à do Slavko).



Doze anos depois, Omar Naber regressou ao Festival Eurovisão na mesma cidade, Kiev. E doze anos depois, a história repetiu-se: a Eslovénia ficou de fora da Grande Final. 'On my Way' é daquelas canções bonitinhas de que se gosta mas que são trocadas ou esquecidas logo que aparece a seguinte... Além disso, contrariamente a 'Stop', é uma canção que não deixa o cantor mostrar o seu poder vocal e a eliminação não me surpreendeu. A nível visual foi uma das atuações mais agradáveis de se ver, mas uma das mais esquecíveis na hora de votar. Deve ter sido uma das canções menos votadas da noite... mas por mim poderia ter ocupado o 10.º lugar da semifinal.

A Lituânia Letónia teve a "sorte" de encerrar as hostilidades da noite, mas parece que a oportunidade de atuar naquele que dizem ser "o melhor lugar" não foi aproveitada... Nunca gostei da canção da Letónia: nada contra, simplesmente não consigo gostar... A atuação também deixou muito a desejar: é um dos casos em que o exagero estragou tudo. Muita luz, muito som e muita distracção, sem esquecer um figurino que é um claro favorito à vitória do Barbara Dex. Surpreendeu-me o afastamento, apesar de concordar com o mesmo.

Segui-se o habitual período de votações, onde, por incrível que pareça, a comitiva portuguesa esteve em grande destaque! A grande animação patente na comitiva e as bandeiras portuguesas (sim, bandeiras! Muitas bandeiras...) destacaram-se em vários momentos, sendo que Luísa Sobral e Salvador Sobral fizeram questão de marcar pela diferença e pela boa disposição aquando das pequenas transmissões com os números de telefone.


Jamala foi a responsável pelos dois momentos musicais da segunda parte (cada vez percebo menos porque razão não atuou na abertura), sendo que tivemos a oportunidade de ver excertos de três dos finalistas automáticos. Em traços gerais, o Reino Unido promete surpreender no sábado, enquanto Espanha aposta na boa disposição para tentar escapar ao último lugar. Mas a surpresa veio de Itália: maus planos e uma interpretação aquém das expectativas deixaram-me bastante desiludido com aquela que é uma das minhas canções favoritas da edição.

De destacar também os comentários de José Carlos Malato e Nuno Galopim. Discurso coerente, bastante descontraído e onde se notou um bom trabalho de casa em vez de uma mera pesquisa à página do Wikipédia do país: já ninguém quer saber que Tallinn é a capital da Estónia ou quantos habitantes tem a Bielorrússia. Parabéns!


E eis chegado o momento alto da noite: Portugal está de regresso à Grande Final do Festival Eurovisão, após quatro eliminações consecutivas. Suécia, Austrália, Azerbaijão, Grécia, Moldávia, Chipre, Arménia, Bélgica e Polónia seguem com Salvador Sobral para a derradeira gala que promete ficar na memória dos portugueses... Mas antes ainda há que escolher os restantes dez finalistas.

Obrigado a todos os que leram esta minha opinião! Espero pelos vossos comentários! Bem hajam!

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Fonte: Opinião / Imagem/Vídeo: Eurovision.tv

19 comentário(s):

  1. A armenia e a sua coreografia parece sair do mundo das trevas, muito shiva, muitas cobras com o efeito de dentes a morder...minha santa parece ter saido de um ritual satanico e morbido. Tive medo, muito medo...devem ter enfeitiçado alguém. ..ou fui o unico a reparar nisto?

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    1. Pela roupa parece-me que decidiram apostar no erotismo do corpo feminino para chamar a atenção, o que funcionou, acho que a coreografia estava perfeita, mas concordo com o Nuno Carrilho, espera ver a coreografia e as roupas do videoclip oficial. Visualmente era muito mais interessante do que foi apresentado em palco.

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  2. Anónimo10:13

    Gostei muito do seu artigo apesar de discordar em algumas opiniões. Mas opiniões cada um tem a sua !!! Continuem o bom trabalho e força Salvador.

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  3. Anónimo10:23

    Tbm concordo com algumas opiniões e discordo de outras, mas são opiniões... Quanto a Portugal quero tanto acreditar na vitória mas to com tanto medo. (p)

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  4. "arruinaram a ja arruinada a actuação dos 2B"...pois eu continuo a achar que foi do melhor que levamos. Tinha tanto potencial que aquela foi a única maneira de os afastar da final.

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  5. O Malato falou mt e de futilidades...a cor dos vestidos magnificos e lindissimos. Só bazófia...

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  6. Não concordo..a actuação do Salvador na performance para os juris foi claramente melhor.

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  7. Obrigado pelo comentário. São opiniões que acho serem praticamente unânimes...mas agora o elogio aos comentários do Malato???? O rapaz começou a brilhar a anunciar a canção da Suíça em vez da suécia e trminou com a Lituânia em vez da Letónia. Só mostra a pouca atenção e concentração desta gente...e ainda recebem para fazer estas figuras

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  8. Anónimo11:44

    Quando o Salvador ganhou a crítica que lhe fiz foi que a canção não era eurovisiva, depois do que vi acho que não fiz uma crítica mas um elogio, a nossa canção está muito muito acima de tudo o que se viu mas não irá, com muita pena minha, ganhar.... Do resto pouco me lembro, Azerbeijão, lembro-me do cenário e de verbo Salvador antes de entrar no palco mas não faço ideia de como era a música, Bélgica era das minhas favoritas mas realmente a miuda estava quase a colapsar, Moldova, muito aparato com as noivas, mais espalhafato do que música....Montenegro, nem sei que diga daquilo Gostei da republica checa, Finlândia e Eslovénia mas claro que não passaram...eram canções bonitas e normais no meio de tanto freak show e artificialidade..de resto já nem me lembro...que orgulho tenho na nossa canção

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  9. Não concordo sobre a Albânia. Lindita foi perfeita em palco e World uma ótima música. Por mim, era finalista, no lugar da Moldávia(ano passado mereciam muito mais a vaga).

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    1. Anónimo14:27

      A lindita só gritou. Depois da excelente demonstração do que é cantar por parte da Geórgia a albanesa pareceu um terror. E a cara dela estava horrível, que maquilhagem foi aquela?

      As grandes cantoras foram a georgiana e a islandesa

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    2. Anónimo14:27

      A lindita só gritou. Depois da excelente demonstração do que é cantar por parte da Geórgia a albanesa pareceu um terror. E a cara dela estava horrível, que maquilhagem foi aquela?

      As grandes cantoras foram a georgiana e a islandesa

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    3. DAN CARV14:21

      Absolutamente de acordo.Não foi só injusto arredarem a Geórgia da final, além de ficar sem uma das melhores participantes ficou bem patente que neste concurso há ódios e invejas incontroláveis.

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  10. Faço minhas as suas palavras Nuno. Adorei seus comentários.

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  11. Anónimo14:28

    Louis Walsh do X Factor diz neste [youtube.com/watch?v=QZbZWMaptwk] entrevista que acha que a vitória deste ano é de Portugal.

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  12. Anónimo15:30

    "por incrível que pareça, a comitiva portuguesa esteve em grande destaque", e está tudo dito! A Finlândia, por exemplo, não foi mostrada na green room (depois da sua actuação nunca mais foi mostrada) e Portugal foi mostrado tantas vezes quanto os anos que participa no ESC. Há algo por trás da não passagem da Finlândia (que faria sombra a Portugal na final).

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  13. Anónimo17:02

    Acho que aquilo que o malato fez foi grave! Trocar Suécia por Suíça e Letónia por Lituânia é daquele tipo de erros que não se podem perdoar em concursos de votos, e que dão direito a coima por parte da EBU! Se a Suíça e a Lituânia também estivessem a concurso era provável que tal aconteça.
    Não têm um papel com os nomes dos países a concurso?

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  14. Anónimo19:23

    O Malato nem sabia o nome da banda da Letónia chamou-os pelo nome da vocalista :-)
    E não acho assim tão mal a abertura sem a Jamala...e os apresentadores parecem-me competentes.
    No geral gostei...costumo concordar 90% com o que o Nuno escreve :)

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  15. Madalena10:43

    Gostei muito de ler o seu artigo. Aproveito para dizer que para mim, "o momento Letónia", foi a coisa mais horrível do Festival Eurovisão até agora, que no sábado sei que vou dançar com a fast food muitíssimo bem encenada e coreografada da Suécia e também sei que vou dançar com a Grécia e portanto não me importo nada que a Grécia tenha passado, irei estar a falar para o lado ou aproveitarei para fazer outra coisa qualquer quando for a actuação da Austrália, fiquei wow!!!! com o inicio do Azerbaijão e depois acho que foram estragando tudo com tanta coisa a acontecer em palco e lá se foi o encantamento inicial todo, aquilo cansou-me, desculpe Nuno, mas Montenegro, outro momento horrível, linda, linda a musica da Finlândia e foi para casa, pensei que passaria sem problemas e votei na República Checa, parece que a maioria não ligou muito, eu gostei e queria que juntamente com a Finlândia estivesse na final, não falei das outras porque já nem me lembro delas, nem por bem, nem por mal, quanto à nossa, já estará farto de ler a minha opinião :)

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