Após a 2ª semifinal do Festival da Canção, Portugal voltou a subir nas casas de apostas. Desta vez, foi na possibilidade de se apurar para a grande final do Eurovision Song Contest.


Após a 1ª semifinal do Festival da Canção 2017, Portugal deu um pulo de 16 lugares nas casas de apostas, passando a ser o 25º país favorito à vitória no Festival da Eurovisão. Portugal foi mantendo a posição ao longo de toda a semana, com pequenas oscilações.

Desta vez, após a 2ª semifinal, Portugal não subiu nos favoritos para vencer o concurso europeu mas sim nas qualificações para a grande final. O nosso país é agora o 10º favorito para se qualificar na sua semifinal. A semana passada Portugal encontrava-se na 13ª posição.

Recorde os apurados da 2ª semifinal do Festival da Canção AQUI.

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Fonte: Oddschecker / Imagem: RTP

8 comentário(s):

  1. Anónimo16:06

    Acredito que possa vir a melhorar

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  2. Anónimo16:12

    E normal que agora não tenha muito impacto, conserteza que depois com a reação do público vai melhorar

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  3. Anónimo16:12

    Mas também depende de que música depois passa....

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  4. Anónimo16:17

    Excelente trabalho, equipa do escportugal!! Adorei a ideia de colocarem ali aquele inquérito! Sempre no vosso melhor. (h) parabéns

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  5. Ricardo Alves16:58

    Toda a gente está a espera que ganhe o Pedro Gonçalves, o salvador ou a Diva

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  6. Anónimo18:42

    Também nem 25 países escolheram os seus participantes...

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  7. Anónimo09:33

    Antes da primeira semifinal, devia estar quase em último. Ninguém escolheu e nós também não. Se ganhar (hipótese remota) o Fernando Daniel ou a Deolinda, descemos logo nas casas de apostas...

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  8. Isso do "potencial", é a canção mais moderna e é o que se apresenta no Eurovision tem muito que se lhe diga. São "não argumentos" de quem não acompanha o Eurovision do princípio ao fim (incluindo semi-finais) nestes anos todos. Há muito que a Eurovision vive da vitória política e em virtude do lobby instalado de votações. Interessante passar a vista no lote de participantes na primeira semi final do Eurovision. Portugal é mesmo o grande outsider. Um exemplo recente foi a vitoriosa Ucrânia o ano passado ainda que tenha achado a canção da Bélgica uma lufada de ar fresco. Tenho presenciado muitos "comentadores de bancada" ainda que seja salutar a discussão. Independentemente de gostar ou não da canção do Pedro (nada me choca que a cante em inglês); sim é algo idêntico ao que se apresenta lá fora mas é igualmente maçador ter de aguentar com tanta música do mesmo calibre ano após ano. Mesma métrica, mesma estrutura. Parece que a criatividade ficou encravada num tempo longínquo. É um mal geral. A mudança deveria começar no organograma e regras da própria Eurovision. Além disso, as manobras de promoção, o marketing que empregamos às nossas canções ao olhos da Eurovision é paupérrimo. Também por cá algo terá de mudar. Talvez... talvez e aparte de como se "vive" e do que "vive" o Eurovision nos possa ser benéfico. Na minha opinião, apenas duas músicas primam pela originalidade no lote geral do Festival da Canção 2017: a do Salvador Sobral, excelentemente bem orquestrada e brilhantemente interpretada e ainda que a coloque num outro tipo de campeonato é interessante mostrar que se faz música de qualidade além das fadistices que se pretendem levar ao Eurovision. Por outro lado, realço o Jorge Benvida (Virgem Suta), uma espécie de "geringonça" musical, um "neo-Paião", "folk alternativo" que de facto e atentando à letra nos induz um sorriso de orelha a orelha e faz-nos lembrar um pouco do desenrascanço português que apesar dos "casos bicudos" até somos "gente bestial" que ganhámos um Campeonato Europeu à conta de uns empates e pondo outros a jogar mal mas nunca perdendo a confiança. Precisa, no entanto, de alguns ajustes em termos de orquestração para torná-la mais "italiana" ...perdão mais apelativa. Também, os Flor de Lis foram algo "massacrados" na sua altura e só não ficaram melhor classificados na final porque o nosso Jurí decidiu premiar - pouco inteligentemente - a Moldávia na pontuação e o retorno dos mesmos foi Zeeeeero o que lhes permitiu açambarcarem alguns lugares aos Flor de Lis. Mais uma vez, sublinho o quão saudável é esta discussão em torno do Festival da Canção mas não a atirar argumentos para o ar e de cabeça quente...

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