Celine Dion protagonizou um concerto em Paris no passado dia 6, para gaudio dos fãs que não quiseram perder esta oportunidade de ver a diva na Europa. Luís Florindo esteve presente no concerto e traz-nos o seu relato especialmente para o ESCPORTUGAL.

Celine Dion em Paris. Uma grande cantora com uma sala esgotada. Não se pode pedir mais. Ou até se pode. Tudo isto na primeira fila, a apenas alguns metros da diva. É um regresso à Europa com uma “mini tour” à semelhança da que realizou em 2013. A provar a popularidade da cantora estavam previstos quatro concertos mas realizou ao todo nove, com casas esgotadas de 20 mil pessoas, na Bércy Arena. A cantora esteve na Bélgica e vai atuar durante o verão no Canadá, o país natal. Celine faz um hiato da sua residência no Colosseum at Caesars Palace, em Las Vegas.

Habituada à big band que a acompanha, desta feita tinha em palco uma orquestra de 30 elementos. O reportório foi dedicado ao público francófono mas não esquecendo os sucessos em inglês que lhe deram notoriedade. Alguns dos temas foram um tributo à memória de René Angelil, marido da cantora, que faleceu em janeiro. O espetáculo abriu com “Trois heures vingt”, a canção favorita daquele que foi o mastermind por detrás do sucesso astronómico da voz que ganhou a Eurovisão, em 1988.



Um dos maiores aplausos da noite foi para “Pour que tu m’aimes encore” que saiu do álbum “D’eux”, o mais vendido da história da música em língua francesa. As músicas interpretadas atravessaram as mais de três décadas pelas quais se estende a sua carreira. Algumas delas gravadas nos anos oitenta foram recordadas num momento acústico, apenas com alguns músicos em palco. Celine lembrava as noites passadas a cantar à volta da lareira com a família, da qual é a mais nova de 14 irmãos.

A cantora esteve duas horas em palco sem ter saído ou mudado de indumentária, sempre a atuar de forma irrepreensível canções como “My heart will go on” ou “Because you loved me”. De salientar que tudo que dizia ao público estava escrito em teleponto, contudo fazendo sempre questão de manter contacto visual e responder ao que o público lhe gritava de forma carinhosa.

Momentos de grande energia foram protagonizados ao interpretar “River deep, mountain high” e “Dans un autre monde”, canções mais ritmadas. Naturalmente nota-se no olhar a tristeza e o luto de quem perdeu alguém tão importante, mas Celine sente que “The show must go on”. Cantou também “Purple Rain” como homenagem a Prince. Canções recebidas com grandes ovações a contribuir para esta experiência única.

A carreira da cantora tem um álbum em francês e em inglês a aparecerem no mercado nos próximos seis meses. A residência em Las Vegas está para continuar até, pelo menos, 2019.


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Fonte e imagem: LUIS FLORINDO / ESCPORTUGAL 

3 comentário(s):

  1. Rui Ramos12:05

    Tenho pena que a celine não venha a Portugal. Será que algum dia deu um concerto assim tão grande no nosso país?

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  2. Anónimo21:08

    AMO a celine Dion. Que invejaaaaaaaaa

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  3. Ricardo Alves01:24

    Só hoje dei conta desta reportagem. Muito bom. Parabens ao Luis Florindo pelo artigo

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