Noruega: Itália vence o 3.º episódio do "Adress Tel Aviv"

Itália foi a grande vencedora do 3.º episódio do "Adress Tel Aviv". Portugal continua em último.


A televisão pública norueguesa continua a analisar as canções da Eurovisão 2019. No penúltimo episódio do Adress Tel Aviv, mais 10 canções passaram pelo escrutínio do painel de comentadores. Itália foi o país mais apreciado, tendo somado 88 pontos. Ainda assim, não foi o suficiente para passar Chipre, que continua a liderar a tabela  geral com 92 pontos.

Aceda, de seguida, à classificação do Adress Tel Aviv:
(a negrito os países analisados neste segundo programa)

1.º Chipre - 92 pontos
2.º Itália - 88 pontos
3.º Malta - 83 pontos
4.º Suíça - 81 pontos
5.º República Checa - 69 pontos
6.º Polónia - 67 pontos
7.º Arménia - 62 pontos
8.º França - 61 pontos
9.º Espanha - 60 pontos
10.º Reino Unido - 59 pontos
11.º Islândia - 55 pontos
12.º Dinamarca - 54 pontos
13.º Bielorrússia - 51 pontos
14.º Rússia - 51 pontos
15.º Albânia - 48 pontos
16.º Hungria - 48 pontos
17.º Eslovénia - 47 pontos
18.º São Marino - 46 pontos
19.º Áustria - 44 pontos
20.º Macedónia do Norte - 43 pontos
21.º Irlanda - 41 pontos
22.º Austrália - 39 pontos
23.º Alemanha - 37 pontos
24.º Letónia - 35 pontos
25.º Moldávia - 32 pontos
26.º Geórgia - 30 pontos
27.º Finlândia - 28 pontos
28.º Estónia - 22 pontos
29.º Croácia - 21 pontos
30.º Portugal - 14 pontos

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Fonte: Eurovoix / Imagem: ESCPortugal / Vídeo: Eurovision.tv

6 comentários:

  1. Anónimo19:39

    A música Portuguesa neste programa não tem pés nem cabeça.

    Eu por ser português, mesmo sabendo que a música é horrível, sempre apoiei o Conan Osiris, sabendo que no início as pessoas estavam a gostar dele, mas torna-se impossível de apoiar uma coisa assim.

    E para piorar, ele faz aquele staging horrível, que era a única coisa que o poderia salvar.

    A RTP não marca entrevistas, e ele não participa em festas nenhumas. Este canal mesmo tendo organizado a Eurovisão, ainda está muito fraco em termos de concurso, e deviam deixar de convidar compositores, e fazer um concurso de seleção de músicas, aberto a toda a gente.

    Só podia dar errado colocar um rapaz sem talento algum a representar-nos, além de ter um péssimo gosto no vestuário e nas peças que desenha, ele canta mas não encanta, faz as músicas dele num Software que qualquer leigo usa, sem saber tocar instrumento algum, nem dos mais simples. Agora espero que as pessoas deixem de lado essa coisa do "é original, portanto vamos ganhar isto".

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    1. Comentário da treta.

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    2. A semifinal ainda não aconteceu. Estamos todos tristes com o sucedido, mas ainda faltam ensaios. Daqui para a frente é sempre a melhorar, até porque pior é difícil.

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    3. Anónimo20:43

      Pondere enviar as suas sugestões para o provedor do telespectador:

      http://media.rtp.pt/empresa/provedores/enviar-mensagem-ao-provedor-do-telespectador/

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    4. Anónimo23:00

      Não estou de acordo quando diz que o rapaz não tem talento, e que tem um péssimo gosto no vestuário/peças que desenha. Relativamente a fazer música implicar saber tocar instrumento nem que seja o mais simples, ele usa um computador, por e simplesmente o único instrumento á prova de futuro. E confunde usar um software e criar com um software. É que eu também sei mexer no paintshop pro mas criar já é outra conversa.

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  2. Anónimo21:52

    Credo, que resultados ridículos. Meteram logo 4 países do Big5 no top 10. Não devia ser assim. Como os países do Big5 tem entrada directa deviam ser penalizados nas votações, porque estes não necessitam de esforçar muito, enquanto que os outros países tem muito que dar de si para se qualificarem na final. Não gosto como a EBU trata destes assuntos, se uns tem privilégios de estarem sempre na final, então quando chega a altura da votação, em vez, por exemplo um país dar 8 pontos ao país pertencente ao big5, dava por exemplo 5 ou 6 pontos ou até 4 pontos, descontava alguns pontos ao país que estava sempre presente na final, mesmo que a canção desse país do big5 fosse boa. Era uma maneira justa de resolver a situação, agora como está, é que é penalizador para os coitados dos outros países que tem o azar de estar nas semis-finais e depois ainda ficam mal classificados.

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