Islândia: Chefe de delegação defende que "apuramento não está garantido"


Felix Bergsson, chefe de delegação da Islândia, minimizou as expectativas do resultado dos Hatari em Telavive: "A qualificação para a Grande Final não pode ser dada como garantida".


Em entrevista à emissora islandesa RÚV, o chefe de delegação da Islândia no Festival Eurovisão 2019 minimizou as expectativas em torno da participação dos Hatari. "Não podemos esquecer que as pessoas que não gostam não são as que importam, mas sim as que amam e que irão votar" frisou Felix Bergsson, defendendo que a candidatura não precisa ser universalmente apreciada pelos telespectadores.

Felix Bergsson afirma ainda que o objetivo da atuação é "que o público tenha uma boa reação", relembrando que a reação dos comentadores à canção islandesa também será marcante para o resultado, "fará com que as pessoas assistam ou levantem-se e vão buscar bebida".  Confrontado com as expectativas e o bom lugar nas casas de apostas, o chefe de delegação garante que o apuramento para a Grande Final não está certo, "Costumo mencionar a famosa diva austríaca, a Conchita Wurst. Ela não liderava as apostas, mas conforme subiu ao palco, não houve dúvidas de que venceria o concurso".


Estreante em 1986, a Islândia conta com 31 participações no Festival Eurovisão, tendo como melhor resultado o segundo lugar alcançado em 1999 e 2009 por Selma e Yohanna, respetivamente. Fora da Final desde 2014, a Islândia voltou a falhar o apuramento para a Grande Final em Lisboa: representado por Ari Ólafsson e "Our Choice", o país ficou no último lugar da semifinal com apenas 15 pontos, não tendo recebido qualquer pontuação do televoto.


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Fonte: RUV / Imagem: Google / Vídeo: Eurovision.tv

5 comentários:

  1. Anónimo23:16

    O que o chefe da delegação diz sobre os comentadores é bem verdade, em 2018 um comentador Belga disse que a música portuguesa era o intervalo para fazer chichi antes de começar e também um comentador nesse ano apelou que o público não vota-se em San Marino porque San Marino não votou no Gabbanni em 2017.
    Os comentadores podem destruir outras músicas se quizerem

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  2. Isto este ano não está garantido para ninguém. O candidato que conseguir sobressair em palco e que conseguir cativar os media é que vai levar o caneco. O Conan ainda tem uma palavra a dizer.

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  3. Anónimo02:18

    Caíu-lhes a ficha...

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  4. Anónimo07:04

    As declarações do chefe de delegação da Islândia são bastante sensatas e demonstram claramente a realidade dos factos, porque é certo e sabido que em cada edição do ESC só os denominados Big Five e o país organizador é que têm entrada garantida na Grande Final, dos restantes países nenhum tem a passagem 100% garantida e este ano também não será excepção, por exemplo a Holanda, Suíça e outros países que são considerados candidatos ou favoritos para vencer a edição do ESC deste ano mas que não têm entrada direta na Final, terão que ser convincentes nas Semifinais onde participam senão correm um sério risco de serem eliminados.

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    1. Mas a Suécia sempre passa com musica fraca . Em 2010 que ficaram na semifinal tinham uma música melhor que este ano.

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