ESC2019: Governo da Palestina pede para que as televisões não emitam imagens de Jerusalém


O Ministério dos Negócios Estrangeiros palestiniano apelou, em carta enviada à EBU/UER, que as televisões europeias não emitam imagens promocionais que mostrem Jerusalém.
 
Através de uma carta enviada à União Europeia de Radiodifusão, o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Palestina acusou Israel de "utilizar a Eurovisão para reforçar a colonização da Palestina" e pediu às televisões europeias que não transmitam imagens promocionais do concurso que mostrem Jerusalém: "A União Europeia da Radiodifusão tem o poder de influenciar a opinião pública global e Israel, a potência ocupante, está a utilizar o concurso para fortalecer a sua ocupação colonial e normalizar a aceitação global da sua conduta ilegal" pode ler-se na carta enviada à EBU/UER.

O governo da Palestina considera que "os materiais promocionais da Eurovisão aprovados pela radiodifusão europeia são inaceitáveis" pela forma como se "normaliza a ocupação", recordando que a parte oriental de Jerusalém permanece ocupada desde 1967. O ministério alega que, ao aceitar os materiais promocionais israelitas, reconhece-se "implicitamente a apoia-se as políticas ilegais de Israel, que violam sistematicamente leis internacionais e de direitos humanos, incluindo o direito do povo palestiniano à autodeterminação".

Apesar de Telavive sediar o Festival Eurovisão 2019, a cidade de Jerusalém aparece em alguns momentos da transmissão, visto que recebeu a gravação de vários postcards. Bielorrússia, Croácia, Dinamarca, Grécia, Israel, Polónia e Rússia foram os países cujos cartões-postais foram gravados em Jerusalém, como pode recordar AQUI.


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Fonte: Sapo/ Imagem: Google/Vídeo: Eurovision.tv

6 comentários:

  1. Anónimo17:03

    Ora irá Jerusalem aparecer mais de 3 vezes nos postcards da final do ESC!? Não me parece... no máximo 3 postcards de Jerusalem e basta. Portanto Israel, Rússia e Grécia.... o resto presumivelmente estará out!

    Esta distribuição de postcards ja diz um pouco do "guião" escrito para algumas canções no concurso.... o mesmo já se viu no ano passado.

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  2. Anónimo20:10

    A culpada e a EBu cada vez parece mais que esta do aldo de Israel e que quer passar boa imagem de israel. Nunca devia ter permitido gravacao de postcards la

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  3. Anónimo21:42

    Antes Israel que a Palestina. Israel é um país dos mais desenvolvido que trata os gays como qq outros cidadãos (Israel é um dos centros pride do mundo) trata as mulheres com igualdade (Israel teve a primeira mulher a dirigir uma orquestra por exemplo), Israel tem um os mais baixos índices de crime, Israel é um centro de ciência universal, Israel é um exemplo no mundo na forma de tratar os animais, tem dos melhores serviços PUBLICO de veterinária e Israel é único pais no mundo onde os desertos diminuem devido à plantação de floresta, enquanto em todos os outros países os desertos aumentam. A Palestina trata as suas mulheres como todos sabemos, tem péssimos cuidados para crianças e a sua população LGBT foge toda para outros países. Então vamos apoiar a Palestina , certo?? Israel é um país europeu no médio oriente.

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    1. Anónimo23:04

      E Israel é uma potência que agride, mata e coloniza uma nação, a Palestina. Tem noção dos crimes hediondos que esse estado extremista pratica todos os dias? Independentemente de, nesses aspectos, ser de facto mais progressista?

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    2. Anónimo23:10

      Tudo dito! Mas infelizmente nada disso interessa aos idiotas úteis...

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  4. Anónimo00:15

    Anónimo das 23:04, não há nem nunca houve uma "nação independente palestiniana", são árabes como os jordanos, a língua é a mesma, a cultura é idêntica. A pseudo-nação palestiniana foi criada por Yasser Arafat, um egípcio, e por motivos políticos em retaliação à criação de Israel. Estado extremista é a Palestina que assassina homossexuais, apóstatas, adúlteras, amarram bombas a crianças e mulheres de foram a que sejam mártires de Alá, erguem bandeiras com suásticas como provocação a Israel, negam o Holocausto e ainda elegem organizações terroristas para os governar. Israel limita-se a defender-se e tem todo o direito de existir como a ÚNICA nação judaica do planeta após milénios de perseguições desse povo. E faz muito bem, pois Israel é de facto a única democracia no meio da barbárie. Nações muçulmanas no planeta existem 50 e tal mas o facto de haver uma nação judaica causa comichão a muita gente, especialmente a muçulmanos e a radicais de extrema-esquerda do mundo ocidental. Nem o Egipto, que é árabe e faz fronteira directa com Gaza, quer abrir as fronteiras, construindo um muro para que nenhum palestiniano passe. Mas Israel é que é mau por se defender de selvagens que querem a total aniquilação de Israel e dos judeus.

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