Salvador Sobral: "É preciso muito mais coragem para não ir, do que para ganhar a Eurovisão"


Na apresentação do seu novo disco "Paris, Lisboa", Salvador Sobral falou sobre o pedido de boicote a Conan Osíris: "às vezes, há uma parte de mim que pensa que se eu fosse este ano levava uma camisola a dizer «Free Palestine»".


Em entrevista à SIC aquando da apresentação do seu novo disco "Paris, Lisboa", Salvador Sobral, vencedor do Festival Eurovisão de 2017, falou sobre o pedido de boicote feito por Roger Waters a Conan Osíris, garantindo que o músico português está numa situação díficil. "Às vezes, há uma parte de mim que pensa que se eu fosse este ano levava uma camisola a dizer «Free Palestine», mas depois seria completamente chacinado" frisou, "É uma posição difícil a do Conan Osiris. Acho que é preciso muito mais coragem para não ir, do que para ganhar a Eurovisão".

Recordando também os conflitos entre a Rússia e a Ucrânia em 2017, "eu fui na mesma. Logo seria hipócrita se dissesse que não ia", Salvador Sobral garante que "ele faz bem (...) qualquer decisão que ele tome" mas não sabia que faria "se fosse este o meu ano".

Recorde AQUI a reportagem.



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Fonte: SIC/ Imagem: Google/ Vídeo: Eurovisiontv

23 comentários:

  1. Anónimo15:22

    Salvador, Salvador, Badajoz à vista...

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  2. Atenção que o grande dilema deste ano é ir ou não ir à Eurovisão, se o Conan for é chacinado e fica tudo na mesma, se não for quebra os regulamentos e fica tudo na mesma, excepto para ele que vai ter que se explicar muito bem explicadinho.

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  3. Anónimo15:48

    Este homem só diz asneiras. Não dá uma para a caixa

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    1. Anónimo17:52

      Por que? Por que não defende Israel para justificar que se fazem festivais em paises pouco democraticos?

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    2. Anónimo17:09

      Qual é a parte do que ele disse que não vai para caixa?!
      Ele respondeu de uma maneira muito equilibrada e ponderada à pergunta que lhe colocaram, respeitando totalmente e sem nunca pôr em causa a legitimidade da decisão do Conan.

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  4. Anónimo16:28

    Se este também fosse um bocadinho mais humilde... calado ou a cantar é um poeta.E quando foi no Azerbeijão, ninguém se lembrou de dizer “respect Human Rights” ou de perguntar se aquela bela arena tinha sido construída com o desalojamento forçado de pessoas que lá viviam há décadas. E se ganhasse a Bielorrussia, que é uma ditadura? Todos boicotavam? Então porque é que pode participar? Tanta hipocrisia!

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    1. Anónimo17:50

      Loreen se reuniu aquela vez com as ONGs que denunciam as violaçoes dos direitos humanos no Azerbaijão, não se pode dizer que ninguem fiz nada

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    2. Anónimo17:11

      A pergunta que lhe fizeram era se este ano fosse com ele, o que fazia. Respondeu muito bem, admitindo que iria na mesma. Na verdade, a resposta não poderia ser mais humilde, ao admitir que é preciso mais coragem para não ir (caso o Coman assim o decida) do que para ir a ganhar (como ele fez).

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  5. Anónimo16:36

    Se fosses tu este ano ias e não se falava disso
    Todos os que apelam ao boicote e concordam com ele quantos já foram à Palestina conhecer a realidade? E a Israel? Se calhar nunca saíram do seu conforto. Os outros que se cheguem à frente...
    E o Roger Waters até defende o regime da Venezuela, por isso acho que está tudo dito.
    Podem aceder aqui, para os mais incrédulos

    https://www.independent.co.uk/arts-entertainment/music/news/roger-waters-pink-floyd-venezuela-us-sanctions-donald-trump-nicolas-maduro-concert-a8794201.html

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    1. Anónimo19:29

      E o Putin também defende o regime Venezuelano, o anónimo vai ter isso em consideração quando votar este ano?
      Será que o público da eurovisão antes de votar no Sergey vai pensar na anexação da Crimeia, nos ataques terroristas no Reino Unido, na legalização da homofobia no país, nas guerras que o governo promove e nas tentativas de manipular e influenciar as eleições noutros países?
      Será que vão boicotar a Rússia quando o boicote pode realmente funcionar?
      Ou será que para o ano também vamos ter que ter esta mesma conversa?
      E lá vamos ter o Roger Waters ou outro, a pedir a alguém para que seja ele ou ela a boicotar o concurso numa altura em que qualquer tipo de boicote não vai funcionar

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    2. Anónimo21:49

      Nao porque o concurso nao e politico

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    3. Anónimo22:24

      @anónimo 21:49 O concurso é político, dar a vitória a um país e permitir que ele seja o anfitrião no ano a seguir é financiar indiretamente o seu governo

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    4. Anónimo22:38

      Caro anonimo das 19h29, antes de mais estava a chamar atenção para a hipocrisia do RW, bem evidente. Depois quando qq cantor concorreu já sabia que era em Israel. Se não concorda não concorre.
      Nós e a Espanha tb concorremos enquanto ditadura, isso não interessa?
      Qq países árabe, do mediterraneo, pode concorrer, porque não o faz? Porque teria de transmitir a canção de Israel...
      E para terminar, eu voto em canções não em regimes politicos. Para isso há outros sitios

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  6. Anónimo17:48

    Gente, deixem o malabarismo mental: Gostar da Eurovisão não significa que se tenha que defender tudo o que Israel faz, Israel NÃO é uma democracia e sim, trata aos palestinos como gente de segunda e isso não faz que o Salvador seja arrogante em dizer

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    1. Anónimo20:39

      👏👏👏👏👏👏👏👏👏

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  7. Anónimo18:24

    Se ele não for vai ter muito hate. O dinheiro que os portugueses gastaram a votar nele a ser deitado para o lixo .... não sei porque esta polemica toda . Mas esse tal de Roger é o dono do país ? Ele diz para não ir e não vamos ? Por amor de Deus

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  8. Anónimo19:49

    Salvador... a Eurovisão não era um acto isolado na tua carreira? Então porque não te calas e passas à frente quando te fazem perguntas a esse respeito? 🙄🙄😂

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    1. Anónimo05:59

      Se ele fala sobre a Eurovisão é porque os jornalistas lhe perguntam, mais nada (e se ele diz "não me perguntem sobre isso" logo esses mesmos jornalistas dizem que "anda com o rei na barriga")

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    2. Anónimo21:42

      5:59 duvido que o Sobral queira saber o que os jornalistas pensam, isso não é desculpa, ele sabe que vende

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  9. A culpa não é propriamente do rapaz. Os jornalistas é que são uma seca, toda a gente sabe disso e então aqueles que têm pouca imaginação repetem as mesmas perguntas que outros já fizeram mil e uma vezes. Será que ainda não o conhecem muito bem e não acreditam no desapego dele ao concurso ou será por falta de assunto?

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    1. Anónimo22:27

      Como se vê pelas reaccoes aqui, dá resultado perguntar sobre o ESC ao Salvador, ninguém fica indiferente

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    2. Porque afinal todos parecem gostar do Salvador, seja para o bajular, seja para lhe dar umas achegas, do género odeio gostar de ti.

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  10. Anónimo08:21

    O espetáculo e a competição que é a Eurovisão existe há muitos anos e por mais so que uma vez foi realizado em solo com histórico (e história atual, como é o caso) de guerra e sangue... existe alguma regra que o proíba?! Não, não existe. Ora, se um país participa nesta competição, vai conhecedor das regras e aqui, ninguém quebrou tais regras.
    Israel venceu, ganhou o direito de receber o espetáculo, os restantes países aceitaram participar e os concorrentes das finais nacionais aceitaram igualmente o desafio. Esta já não é a altura de protestos, até porque sempre se apregoou que a Eurovisão não deveria ser política. Se calhar é uma opinião que só serve para alguns argumentos? Talvez...
    E ainda assim, questiono-me se haveria o mesmo tipo de pressão na eventualidade de uma competição importante de futebol ser realizada em solo Israelita, ou qualquer outro local em condições igualmente polémicas!

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