EBU/UER: Austrália garante participação até ao Festival Eurovisão de 2023


A emissora australiana SBS assinou um contrato com a EBU/UER, confirmando a participação da Austrália no Festival Eurovisão até 2023.

Convidada pela EBU/UER para participar no Festival Eurovisão de 2015, de modo a assinalar o 60.º aniversário do evento, a Austrália marcou presença em todas as edições desde então, chegando ao 2.º lugar na edição de 2016, em Estocolmo. No entanto, a participação do país no certame continuará, pelo menos, até 2023, com a EBU/UER e a SBS assinarem um novo contrato de cinco anos.

"A SBS tem sido a casa do Festival Eurovisão na Austrália há 35 anos e estamos entusiasmados por este convite. Continuaremos a mostrar o incrível talento e diversidade na Austrália a centenas de milhões de pessoas na Europa e no Mundo. Obrigado Europa" afirmou Josh Martin, editor da SBS. Por sua vez, Jon Ola Sand, supervisor executivo do Festival Eurovisão, também manifestou o seu contentamento com o novo acordo: "Estamos satisfeitos por a Austrália se ter tornado um membro mais permanente na família eurovisiva. Os australianos são grandes fãs do concurso, com um grande número de telespectadores (...) Foi uma progressão natural concordarmos com a inclusão deles nos próximos cinco anos e estamos ansiosos por recebê-los em Telavive".


Kate Miller-Heidke e "Zero Gravity" venceram o Eurovision - Australia Decides 2019 com a preferência do público e do júri, tornando-se nos representantes da Austrália no Festival Eurovisão de 2019 em Telavive.


Com quatro participações no curriculum, a Austrália é o único país, juntamente com a Ucrânia que nunca falhou o apuramento para a Final do Festival Eurovisão, tendo como melhor resultado o 2.º lugar alcançado por Dami Im e Sound of Silence, em Estocolmo, sendo a candidatura mais votada pelo júri. Em Lisboa, Jessica Mauboy representou o país com We Got Love, terminando em 20.º lugar com 99 pontos, nenhum deles oriundo de Portugal.


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Fonte: SBS / Imagem e Vídeo: Eurovision.tv

4 comentários:

  1. Anónimo22:57

    Se 300.000 pessoas num país de 20 milhões é ser fã deste concurso então andamos muito mal ! Assumem logo que é o dinheiro quem manda

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    1. Em 2017 541.000 viram a final. O que tendo em conta que começa às 5h da manhã. Gostava de ver as audiências em Portugal, se começasse a essa hora.

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  2. Anónimo16:32

    Para a EBU/UER uns países são filhos e outros enteados. Ainda me está atravessado na garganta em que em 2011 com o regresso da Itália á Eurovisão, a EBU/UER pôs este país para ter entrada directa na final do certame. Também me está atravessado que em 2015 a Áustrália, apesar de ter sido convidada, devia ter passado pelas semi-finais do certame e não ter logo entrada directa. Se fosse por exemplo o Luxemburgo, já coitado deste país tinha que passar pelas semi-finais e não tinha a sorte que teve a Itália. Haja paciência para a EBU/UER.

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    1. Anónimo15:11

      A Itália está nos big 5 porque é dos 5 países que pagam mais

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