ESC2019: Jerusalém retira candidatura para receber o Festival Eurovisão 2019?


A imprensa israelita avança que o Município de Jerusalém retirou a inscrição para receber o Festival Eurovisão 2019. O The New Pavilion 2, em Telavive, é apontado como o grande favorito para receber o evento.

Face às ameaças de boicote de alguns países caso o Festival Eurovisão 2019 fosse sediado em Jerusalém, o Município de Jerusalém retirou a intenção de albergar a competição internacional do próximo ano, dias depois da submissão da candidatura, avança a imprensa israelita. O jornal Haaretz avança que as negociações com o clube de basquetebol Hapoel Jerusalem BC fracassaram nos últimos dias, tendo a cidade ficado reduzida ao Teddy Stadium, local que necessita da construção de uma cobertura para albergar a competição.

Saiba AQUI quais os locais na corrida para receber o concurso.

Por outro lado, o jornal avança que a cidade-sede poderá estar já escolhida, com um funcionário do Ministério das Finanças a garantir que será Telavive a anfitriã do Festival Eurovisão 2019. O The New Pavilion 2, no Centro de Convenções da cidade, é também descrito como o favorito a receber a competição, em detrimento da Menora Mevtachim Arena. Contudo, até ao momento, a EBU/UER e a KAN não fizeram qualquer comentário sobre essas notícias.


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Fonte: ESCxtra/ Imagem: Google / Vídeo: Youtube

12 comentários:

  1. Anónimo18:30

    Se é verdade essa é uma excelente notícia, Telavive é uma cidade maravilhosa para albergar a Eurovisão em 2019

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  2. Acho que Portugal deveria de receber novamente o festival da eurovision porque fomos os melhores até agora

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    1. Ricardo Alves19:30

      Fomos?

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    2. Anónimo19:33

      Fomos.

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    3. Anónimo19:40

      Uma mentira dita muitas vezes nao se torna verdade. Lol gostava de ver o site oficial do ESC a escrever que a RTPZ foi a melhor organizadora até agora.

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    4. Anónimo20:54

      Sem dúvida. Excelentes "interval acts" musicais, mostrando a alegria da música feita em Portugal, momentos de comédia hilariantes, mostrando o melhor do nosso humorismo, e "postcards" variados, mostrando que Portugal não é só Lisboa (destaco, pelo seu valor, os de Chipre, Montenegro e Itália).

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    5. Anónimo22:05

      Concordo com a opinião dos Postcards, foram os melhores até agora, permitindo promover o país, mas colocando os artistas em primeiro plano.
      Os interval acts musicais também foram bons, num estilo semelhante ao feito em 2017 pela Ucrânia (igualar os interval acts musicaís da Suécia em 2016 acho muito difícil).
      O humor não acho, os sketches do Herman foram interessantes, mas podiam ter sido muito melhores (na herman enciclopédia houve um sketch semelhante sobre o "portugês" e foi mais inspirado que aquilo que foi aprsentado e perderam imensas oportunidades de meter umas referências eurovisivas pelo meio), o sketch do Penim não teve nem pés nem cabeça e relativamente ao quarteto de apresentadoras, só o humor da Filomena é que funcionou a nível internacional

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    6. Ricardo Alves22:44

      Houve postcards muito fracos... Arménia, Chipre, Albânia, etc, etc. O momento de humor do Herman foi para consumo interno, tal como o interval act da final. Fraquissimos. É o que se lê em grupos estrangeiros. Em termos de canções foi um bom ano (retirando a vencedora) bem como de realização televisiva.

      Para quem esteve em Lisboa, o Eurovision Village foi o pior dos últimos anos, com uma programação muito pobre. Por fim, ao contrario de outros anos, o euroclub e a Red (Blue) Carpet eram vedados ao público, so acreditados entraram, o que fez com que a blue cerpet estivesse vazia pelo que se viu na TV

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    7. Anónimo23:38

      Anónimo das 19:40. A própria EBU reconheceu a RTP como a melhor organização do festival Eurovisão de sempre.

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    8. Ricardo Alves23:54

      Nao acredito que a ebu tenha dito isso porque nao o escreveu no site oficial.

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  3. Anónimo10:15

    Tanta poeira e whishfull thinking contra Israel...quando o ESC for realizado lá, falamos

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    1. Anónimo15:55

      "Wishful" (de "wish") e não "whishfull" "ful" e não "full"). Às vezes é melhor escrever em português...

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