Gonçalo Madaíl: "A RTP esteve à altura do desafio e superou algumas das fasquias"


Gonçalo Madaíl, diretor criativo do Festival Eurovisão 2018, foi uma das personalidades presentes no programa 'Voz do Cidadão' deste fim-de-semana dedicado ao Eurovision Song Contest 2018.

A RTP transmitiu, este fim-de-semana, o programa 'Voz do Cidadão' totalmente dedicado ao Festival Eurovisão 2018, mostrando algumas mensagens de espectadores que elogiaram o trabalho do organismo público na organização do evento, mas que deixaram críticas também a alguns sectores do certame que decorreu entre 8 e 12 de maio no Altice Arena.

Gonçalo Madaíl, diretor criativo do Festival Eurovisão 2018, falou sobre todo o trabalho de montagem do certame: "Nós tivemos cerca de 11 meses para colocar de pé o maior espetáculo de televisão do mundo (...) o grande desafio vou ver a empresa a desdobrar-se, a continuar a ter o seu dia-a-dia a funcionar mas conseguindo dispensar os seus maiores talentos ou competências específicas de determinadas áreas" afirmou, defendendo que a RTP "esteve à altura e até consegui surpreender e superar algumas das fasquias".

Sobre a classificação de Cláudia Pascoal na Grande Final do evento, Gonçalo Madaíl não tem dúvidas: "Estávamos muito bem representados do ponto de vista pessoal. Estava perfeitamente descansado com a nossa representação porque ela teve o papel do nosso público, dos nossos artistas e da competência artista nacional. Foi a canção selecionada e muito bem" realçou, destacando que é algo comum nos países que organizam o evento, "aconteceu o que poderá ter sido um efeito de uma certa ressaca (...) Acontece muito aos países organizadores terem as suas representações nos últimos lugares. É um clássico e uma tendência de comportamento (..) É preciso compreender que foram 43 países a votar e na internet apenas vemos a opinião dos fãs... mas quem vota é o público desses países. E nós não fazemos a miníma ideia de qual será o acolhimento subjetivo e emocional da nossa canção nestes países".

Paula Macedo e Pedro Miguel, produtores do espectáculo, António Polainas, responsável pelo departamento de cenografia da RTP, e Jorge Quintão, diretor-executivo da BlueTicket, também marcaram presença no programa, que poderá aceder AQUI.

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Fonte/Imagem/Vídeo: RTP

16 comentários:

  1. Anónimo19:21

    A Ucrânia não ficou em último em 2017...

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  2. Anónimo20:21

    As grandes criticas negativas vao para aspectos extra programas de tv: o eurovision village com programa pessimo. Euroclub, blue carpet e euro cafe vedado ao publico mesmo pagando bilhete. Sistema online de compra de bilhetes pessimo. Discutivel interval act da final.

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    1. Anónimo21:58

      Discutível interval act? Eu diria mesmo horrível

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    2. nao era possível fazer no MAAT o que se fez em Estocolmo...ate por razões de segurança
      mas Portugal é um país desigual e elitista...claro que quem pensou nisso nunca quis juntar o povo com os artistas!

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    3. Anónimo10:22

      @ 17:24

      Concordo a 100%.

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  3. Anónimo21:05

    Nao, no ano passado a última foi Espanha, a sério sr Gonçalo madail que acha que fomos bem representados? Uma menina sem graça, uma canção que não tinha música nem letra, um cenário sem .........nem sem que palavra utilizar, não havia mesmo nada melhor? Continuo na minha a sério? Continuem a dar preferência ao publico e acabou a euro visão em portugal. Mas tenho que dar os parabéns a RTP porque foi um trabalho fantástico, ganhámos com isso

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    1. Anónimo00:05

      Já ouviu dizer que gostos são relativos,certo?

      Eu achei triste termos ficado em último lugar mas continuo a achar (eu a e a maioria dos portugueses) que era a melhor música na final do festival da canção.Não é porque VOCÊ acha que os outros tem que achar.

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    2. Anónimo02:13

      lol a canção tem letra e uma história, pode considerar a letra repetitiva e concordo que devia ser mais explorado o poema, mas também se é para meter novos versos a encher chouriços poderia perder o sentido da mensagem da mesma.

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    3. Anónimo10:35

      Eu gosto muito do Jardim e fazia parte das minhas canções favoritas no ESC2018, ainda que ache a letra um bocado básica. Continuo a achar que o Jardim era a melhor canção do FdC2018, embora Portugal também se pudesse ter feito representar pela Catarina Miranda. Não acho que o Jardim merecesse ficar nos últimos 5 lugares, mas não me surpreendeu nada o último lugar e por isso não fiquei triste. Ainda a Cláudia Pascoal não tinha acabado de cantar, já eu me tinha esquecido do Jardim, por isso já estava à espera... O que me custa a aceitar é esta atitude: a única coisa que importa é a canção, a canção e só a canção... Com tantas luzes disponíveis e tantos efeitos especiais, terem escolhido aquele staging para o Jardim... Se era para passarem despercebidos, parabéns!, o objetivo foi conseguido, fizeram um brilharete!

      Por fim, um aparte: uma decisão completamente aleatória e incompreensível: de início todos os países desfilam por ordem de atuação, excepto Portugal que desfila em último. Por que carga d'água? Não queriam ser os últimos, parabéns!, ficaram em último.

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  4. Anónimo02:43

    Não me lembro de ter visto um festival tão enfadonho e tão mal organizado do ponto de vista do espectáculo. Desde o desfile dos participantes, à interval act passando pelo numero de abertura, tudo do mais pobre e pouco inspirado. Revelador de uma criatividade e Depois tivemos péssimas apresentadoras..muito fraquinhos, muito presas ao papel...sorriso nº2 , apenas a Filomena salvou aquilo. Nota positiva para os Postcards completamente dentro do previsto e não envergonham Portugal em nada. De resto, tudo do mais sofrível e aborrecido...espelho de um país tb ele enfadonho e sem ambições.

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    1. Anónimo10:39

      Concordo a 100%. Acrescento: os postais deviam ter mostrado menos Lisboa e mais imagens de outras cidades. Depois desta organização, Portugal não volta a ganhar tão depressa.

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    2. Anónimo18:56

      Ja não há paciência para estes velhos do Restelo..

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    3. Anónimo01:25

      melhor eurovisao de sempre, unanimemente reconhecida.. emigrem que fazem melhor.

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    4. Anónimo14:22

      "melhor eurovisao de sempre, unanimemente reconhecida"

      LOL de partir o coco a rir. Mas curiosamente o Azerbaijão em 2012 também achou que também tinha organizado a "melhor eurovisao de sempre, unanimemente reconhecida". porque será?

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  5. Anónimo17:29

    Achei francamente mau a transmissão da blue carpet...ainda iamos na Croacia e desisit e fui ver para o canal da eurovisão no youtube.
    Não aguentava a transmissão no terreiro do paço com o jorge gabriel e tania ribas...parece que a RTP meteu os seus funcionários todos a falar da eurovisão senão havia birras e zangas.
    Nós a querer ver os artistas e tinhamos que levar com comentarios de funcionarios da RTP com quem ja gramamos todos os dias...foi de péssimo gosto e mt mal conseguido.
    Tive pena que a RTP com a organização da eurovisão não só não tenha combatido como ajudou a fomentar ainda mais o estima de pobreza relacionado com Portugal..
    Tirando os gráficos achei de facto tudo mt pobre, a final não teve nada rigorosamente nada de festa! Parecia uma mostra pseudo-cultural para um certo de determinado público. O palco sem LEDs que depois não tinha luzes assim tão especiais quanto isso...tudo mt mediano assim para o fracote. Uma pena

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    1. Anónimo14:27

      "a final não teve nada rigorosamente nada de festa!" Concordo.

      "Parecia uma mostra pseudo-cultural para um certo de determinado público." Concordo. Portugal é um país muito desigual e elitista. Já a final do FdC2019 tinha sido assim. Já fui a funerais mais animados.

      Pelo contrário, não senti falta absolutamente nenhuma dos LEDs, embora duvido que nos próximos anos os organizadores voltam a optar por um palco sem LEDs.

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