ESC2019: Presidente da Câmara de Telavive descarta organização do Festival Eurovisão


Ron Huldai, presidente da Câmara de Telavive, garantiu que a cidade não está na corrida para receber o Festival Eurovisão 2019. Jerusalém continua a ser a favorita para receber o concurso pela terceira vez na história.


Com menos de 48 horas após a vitória de Netta Barzilai em Lisboa, já há grandes desenvolvimentos em torno das eventuais cidades candidatas a acolher o Festival Eurovisão 2019. Com Jerusalém e Telavive a liderarem as preferências, a segunda maior cidade do país parece estar fora da corrida pela organização. 

O anúncio foi feito por Ron Huldai, presidente da Câmara de Telavive, que descartou a possibilidade do país receber o Festival Eurovisão 2019, apesar de ser o local para uma das maiores festas pré-eurovisivas. O Menora Mivtachim Arena, com capacidade entre 5 mil e 11 mil, era apontado como um dos potenciais locais para acolher o certame.

Ainda sem anúncios oficiais, Jerusalém segue como favorita à organização do evento, com o Jerusalem Arena, com capacidade para mais de 15 mil pessoas, a ser o local mais provável para a eventual organização. Contudo, o Teddy Stadium (31 733 pessoas), em Jerusalém, o Turner Stadium (16 126 pessoas), em Beersheba, e o Sammy Ofer Stadium (30 870 pessoas), em Haifa, são outros dos potenciais locais, sendo que será necessária a construção de uma cobertura para os recintos.

Esta e outras notícias também no nosso FacebookTwitter e Instagram. Visite já!
Fonte: ESCxtra / Imagem: Google

10 comentários:

  1. Anónimo18:08

    E agora?

    ResponderEliminar
  2. Anónimo18:37

    Ja estou a ver tudo....

    ResponderEliminar
  3. Anónimo20:06

    Com isto, a EBU vai impor que o festival não se realize em Israel para que não se utilize Jerusalém como propaganda por parte de Israel.

    ResponderEliminar
  4. Anónimo20:42

    A EBU ao colocar o Chipre naquela posição estava claramente a tentar dar todas as hipóteses para ganhar, contudo não resultou. Israel ganhou e desta forma tem uma bomba relógio nas mãos. A política irá minar a próxima edição do ESC. Telavive recusou para que a única hipótese disponível seja Jerusalém. Passámos de uma edição onde se sentiu união e amizade entre os países para uma totalmente fracturante. É uma pena. Perde a Europa e perde também a música depois de ganhar uma "cantora" que cacareja e que ficou à frente de 25 canções que teriam sido vencedoras muito mais dignas.

    ResponderEliminar
  5. Anónimo22:06

    EscPortugal podem fazer uma reportagem sobre os rumores que se falam do caso de a EBU recusar Jerusalem ser em Portugal de novo?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anónimo00:14

      Isso não faz sentido nenhum

      Eliminar
  6. Anónimo22:26

    Com 50 mortos em poucos dias na Palestina ali tão perto. Não estou a insinuar nada (muita gente vai a praia no Mediterrâneo, e não falta lá mortos, infelizmente...) MAS é impressionante como o espírito humano consegue "cortar-se da realidade" , festejar que nem malucos "a diversidade" europeia e mundial com pessoas ali ao lado trancados que nem bichos no circo...

    Eu sei que provavelmente para o ano vou ver a final e como quase 2 milhões de espectadores vou ter um pensamento por esse povo esquecido e sem futuro... e concentrar-me no espetáculo...

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anónimo15:22

      Gosto da sua reflexão. Mas também gostava que fosse coerente e não contribuísse para as audiências no próximo ano.

      Eliminar
  7. Anónimo23:09

    Tel Aviv seria mais seguro: Jerusalém é disputada por 3 povos / religiões diferentes... avizinha-se um caos? Jerusalém não tem hotéis suficientes, dista 2h00 em transportes públicos ao aeroporto de Tel Aviv (Ben Gurion). Ou será que querem erguer novo aeroporto em Jerusalém para os Embaixadores dos E.U.A?

    ResponderEliminar