ESC2018: "Planet Portugal", "1974", "Esclopédia" e "53 long years" serão apresentados durante a Eurovisão

Os sketches humorísticos que serão transmitidos durante as galas do Eurovision Song Contest 2018 estarão a cargo de Herman José, Pedro Penim e da tripla Nuno Galopim, Lucy Pepper e Pedro Ribeiro.



Herman José será um dos protagonistas das galas do Festival da Eurovisão 2018. O humorista foi convidado para interpretar um texto de Nuno Markl, Ana Markl e Luís Miranda, intitulado “Planet Portugal”, e que deverá ter o mesmo formato de um documentário do National Geographic, ainda que de forma humorística, na linha do que Herman fez no Herman Enciclopédia.

Mas não será o único. Também Pedro Penim desempenhará um papel num destes momentos de descontração. O ator e encenador vai deixar a sua marca com “53 Long Years” (“53 longos anos”, em português), que vai procurar abordar algumas das formas como Portugal se apresentou na Eurovisão, até Salvador Sobral, no ano passado, em Kiev.

A equipa responsável pela criação do guião da Eurovisão, constituída por Nuno Galopim, Lucy Pepper e Pedro Ribeiro está a preparar, também, outros dois momentos de diversão: a “Esclopedia”, sobre alguns dos factos mais incríveis do certame, e “1974”, a história de como “E Depois do Adeus”, o tema que Paulo de Carvalho levou ao concurso, em 1974, se tornou uma senha da Revolução dos Cravos.

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Fonte: n-TV / Imagem: Nova Gente

13 comentários:

  1. Anónimo15:02

    Porquê “1973” e não “1974”?

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  2. 1974? Deus me livre...politizar a eurovisão. Que figura

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    1. Anónimo20:02

      A liberdade para fazer este seu comentario foi dada pela "politização" que houve em 1974.Portanto acho justo falarem sobre isso. Acho é que as pessoas têm memória curta e dão como garantidas coisas que não são!!

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    2. Anónimo21:11

      A LIBERDADE era algo que todos queríamos é que temos felizmente hoje em dia! Mas não foi graças ao comunismo, porque depois do 25 de abril os comunistas andaram a matar os proprietários de herdades privadas porque diziam que TUDO tinha de ser do estado. A revolução NAO foi dos comunistas

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  3. Anónimo18:11

    Deve ter sido o ano em que a música do Paulo de Carvalho participou na Eurovisão, mas não tenho a certeza.

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    1. Anónimo20:40

      foi mesmo.. a musica de 1973, que ja tentava afrontar o regime com a letra.

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    2. Anónimo20:52

      Por acaso comentaram na final nacional do UK a ligação entre a música de 73 e a revolução de Abril, foi algo muito breve, mas foi interessante

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    3. Anónimo20:59

      Acho que esse segmento é mais para mostrar como as músicas eurovisivas podem influenciar as pessoas e criar um mundo melhor.
      Em particular neste ano que há imensas músicas com mensagem (terrorismo, discriminação, bulling, doenças mentais, etc) é bonito relembrar isso aos artistas presentes e aos artistas futuros

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  4. Mandy19:04

    Grande homenagem ao Paulo de Carvalho! Ficaria mais legal se a RTP permitisse que o artista cantasse a versão em inglês (que era uma das favoritas na época - até os comentaristas usavam o título em inglês ao invés do português) e que o governo não deixou que ele fizesse a substituição... até uma versão bilíngue! Seria um momento épico.

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    1. Anónimo14:29

      Não, não ficaria mais "legal".

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  5. Anónimo21:11

    Mas essas peças preparadas pelo Galopim são um scetches humorísticos também?

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  6. Anónimo17:33

    Só para dizer que Paulo de Carvalho (é este o nome artístico dele) apresentou o "E Depois do Adeus" em Inglaterra no Festival ganho pelos ABBA com o tema "Waterloo".
    E se diz ainda mais uma coisa: se o país tivesse vivido mesmo uma revolução para a democracia, muitos dos dislates que hoje se veem na Web eram aniquilados pelo saber ser democrático.
    A começar pelo facto de se discutir uma canção em vez de discutir porque são sempre os mesmos a fazer as coisas neste país.

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  7. Anónimo17:35

    Como por exemplo: "O seu comentário está à aguardar aprovação!"

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