Portugal: Universal Music reage à desistência de Diogo Piçarra no Festival da Canção


A Universal Music Portugal emitiu um comunicado, onde demonstrou todo o apoio na decisão de Diogo Piçarra: "É uma decisão difícil e corajosa, mas na qual a Universal se revê e se orgulha".

A Universal Music Portugal, produtora que representa Diogo Piçarra, emitiu um comunicado sobre a desistência do cantor e compositor do Festival da Canção 2018 depois da polémica em torno de um suposto plágio: "A Universal Music Portugal tem um orgulho imenso em representar um artista, com o talento, profissionalismo e sensibilidade, como o Diogo Piçarra.".

A produtora recorda que "O Diogo tem ao longo dos últimos anos presenteado a música portuguesa com alguns dos seus maiores sucessos, canções que vão ficar na história" referindo que "Todos que o conhecem, ou testemunham apenas um concerto, sabem toda a entrega, paixão e honestidade que coloca em cada minuto da sua música. O Diogo jamais colocaria em risco a sua brilhante carreira, conscientemente, perante um concurso com repercussão nacional e internacional."

Por fim, a Universal Music referiu que a retirada do cantor do Festival da Canção "é uma decisão difícil e corajosa" na qual "a Universal se revê e se orgulha. A Família é para sempre".



Esta e outras notícias também no nosso FacebookTwitter e Instagram. Visite já!

Fonte: Universal Music /Imagem/ Vídeo: RTP

24 comentários:

  1. Anónimo08:32

    Para a próxima apresentem algo inédito ao rapaz. Claro que a Universal se revê, tanto uma, como a outra. Mas uma desde 1979.

    ResponderEliminar
  2. Anónimo08:48

    Infelizmente, o nosso país é assim. Prima pela excelência de um objectivo comum, mas quando há uma competição interna, luta pela destruição a procurar ombrear com o adversário em pé de igualdade. Assim é na política, na economa, etc. o que vem a seguir desmantela tudo o que o anterior fez, seja bom ou mau. O Diogo foi obviamente criticado por semelhanças com outra música, como tantas outras há. A este respeito, sugiro que vejam o documentário que passou na RTP sobre a contrução de Amar Pelos Dois, em que a cada verso da canção, ela diz onde se inspirou. O Diogo foi alvo de preconceito e de julgamento na praça pública, porque hoje se fazem veredicto cobardes no anonimato das redes sociais. Quanto a ele, não me parece que a carreira fique minimamente beliscada. Quanto à RTP, ficou muito mal na fotografia: não apoiou o cantor e para o ano não tem ninguém a querer sujeitar-se a semelhante sorte. O Festival também perde: será novamente cilindrado pela Casa dos Segredos. Com isto, edpero que Portugal se saiba novamente unir para o ESC para que seja digno, memorável e um evento de que nos possamos orgulhar no futuro.

    Hugo

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anónimo11:09

      Hugo tens toda a razão e concordo contigo.
      Desde que estalou esta polémica disse que a maior culpa eram os haters “cobras cuspideiras” que destilaram veneno em todas as direções a exigir “sangue” agora muito veem dizer “aí não era necessário” “uma perda” etc enfim as redes sociais são boas para muita coisa mas não deveria ser para julgamentos e sentenças de “morte” como disse anteriormente para o ano estás cobras vem dizer que só teremos cantores amadores no ESC por culpa da Rtp ( que diga-se de passagem esteve muito mal desde o início, e já li comentários de pessoas próximas ao cantor a dizerem que fizeram de tudo para que o diogo desistisse, sem uma única palavra de apoio)

      Eufora

      Eliminar
    2. Anónimo11:30

      Concordo com tudo o que disse Hugo e domingo vou-me rir com a vitoria do Janeiro.

      Eliminar
    3. Anónimo11:49

      Pedido de esclarecimento à mesa: escreveu que uma canção complexa e original e uma baseada em meia dúzia de acordes (se tanto!) repetidos até à exaustão são basicamente o mesmo?

      Eliminar
    4. Desculpem lá mas, quem começou esta história toda? Não foi o Diogo Piçarra com a música que apresentou????
      Eu até gostei da canção e por mim poderia ser a vencedora...mas com todas as dúvidas que se levantaram, quanto mim justificadamente, queriam o quê? que se passasse um pano sobre o assunto? Que se fechassem os olhos?
      Pegando nas tuas palavras: luta pela destruição e ombrear com o adversário em pé de igualdade...pergunto eu: num concurso de originais apresentar um trabalho com fortes dúvidas de originalidade é ombrear com o adversário?
      E queriam que a RTP fizesse o quê? A canção não parece ser original mas não há problema nenhum, continua lá...e como ficavam os outros concorrentes? É preciso lata
      E sobre o Amar pelos dois, pelo que li no comentário o que houve foi inspiração e não cópia, que são duas coisas diferentes...

      Eliminar
    5. Anónimo20:13

      Não escolhiam a música para ir ao Festival da Canção!Mas não tinham ouvido a música antes???#CristinaVeríssimo

      Eliminar
  3. Anónimo10:36

    Com todo o respeito. Mas uma editora não é uma família, sobretudo quando falamos de uma grande editora. É um empregador, que quer fazer lucro com o trabalho dele e de qualquer outro artista assinado por eles.

    E sejamos sinceros( gostem ou não), era do interesse da Editora que ele vencesse. E possivelmente iria vencer, mas a maior incoerência que vejo nos comentários é a aquela que um anónimo disse ontem: Se é o Janeiro, a Catarina Miranda ou o Peu a cantar uma música calma com arranjos clássicos é imitar o Salvador. Se é o Diogo era uma obra de arte. Mas também não surpreende quando o ano passado todos gostavam mais dos Viva la Diva, e agora de repente tudo fala como se isso não tivesse acontecido e tivéssemos todos ficado encantados imediatamente com o Amar pelos Dois.

    Sobre não a RTP não ter apoiado o Piçarra na competição? deixo esta citação "A RTP falha em muita coisa, e neste caso devia pronunciar-se e nao abrir as linhas. Mas neste caso o verdadeiro problema está onde? A proposta é de quem? Acusamos o ofendido (RTP) ou o ofensor (artista)? ". E mais do que isso o dever da RTP não proteger um artista é toda uma competição, ele não era mais do que ninguém só porque era o mais reconhecido e popular dos cantores.

    Porque sem julgar se é plágio ou não, as músicas de facto são iguais. E se por acaso a EBU chumbasse a música por esse facto. Não seria bastante mais humilhante para a edição do ESC em Portugal do que proteger o seu artista mais conhecido?

    ASS: Calm After The Storm

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Nem mais. Fica dito o que realmente importa dizer e é o ponto central de toda esta história

      Eliminar
  4. Anónimo11:37

    Depois disto vocês acham mesmo que alguém com uma carreira de sucesso neste país vai querer participar no festival da canção ? Parabéns portugueses vocês mataram o festival da canção ... vamos voltar a ter homens da luta e suzys para aprenderem

    ResponderEliminar
  5. Tentei ao maximo não escrever este comentário mas cheguei ao ponto máximo e infelizmente terei de escrever.Tenho de agradecer aquelas pessoas todas que se atiraram ao Diogo Piçarra,insultando-o chamando nomes e coisas do genero pois acabaram de destruir o Fdc(talvez nao o deste ano mas os proximos.Eu explico:Com tudo isto que se passou e a forma como os "fãs" do festival da canção(sim, porque eu nao os consideros fãs nao depois destas polémicas todas) lidaram com o assunto vai fazer com que todos os grandes compositores/cantores portugueses pensem 2 vezes antes de participar e que recusem,o que por consequência fara com que o antigo festival(aquele antes de 2017)regresse.Mas a culpa não é da RTP não é do diogo é desses "fãs".E quero já dizer que o que se passar nos proximos anos será culpa dessas pessoas e eu pessoalmente estarei aqui a aplaudir-las de pe quando regressar-mos ao resultados conquistados entre 2011-2015.E não me venham com a conversa da liberdade de expressão pois essa liberdade tb tem os seus limites.Não é por estarmos atras de um computador que esses limites sao ultrapassados e que as pessoas que levam com esses comentarios nao sofrem.Pensem 2 vezes antes de comentarem.Dito isto desejo muita felicidades a essas pessoas e que encontrem na vida tudo que oferecem

    ResponderEliminar
  6. Anónimo12:35

    Ai esta mania de se culpar a mentalidade do país, dos portugueses, da RTP, disto, daquilo... culpa-se tudo menos quem fez o erro lol. Opa, eu até gosto do Piçarra, mas sejamos sinceros: a canção, tal como ele próprio já disse, é extremamente básica em acordes e melodia; logo, ele, músico, "sabia" que já existiam N canções iguais aquela pelo mundo a fora (não só a da IURD, muito provavelmente outras também). Isso não é plágio; seria se ele, indivíduo, soubesse da existência oficial da "canção original" e a copiasse de má fé. Não é esse o caso; mas ele, vendo que tinha em mãos algo tão simples, deveria ter dito para si próprio: "Epa, isto é muito básico, é bem capaz de já alguém ter criado isto; deixa cá fazer algo diferente...". E, a meu ver, foi ai que ele errou (ele e outros, já que todos os anos há polémica desta na Eurovisão). Se és um músico profissional e vais participar num concurso (inter)nacional, ao menos dá o teu melhor e apresenta algo que tu próprio "saibas" que é minimamente original, para não correr este risco.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mas este alarido todo era desnecessário.As coisas com calma resolvem-se não é necessário ofender nem nada do genero(o que foi o caso),isso é o que eu critico,a forma como tudo se passou

      Eliminar
    2. Anónimo13:22

      Ora nem mais. É muito fácil responsabilizar o público e os haters por não se aguentar a pressão. Ele é música profissional no século XXI. Nestes tempos ninguém é completamente consensual, ele já tinha haters e vai continuar a tê-los depois do festival. Podem dizer que não estará em competição, mas não vai deixar de os ter.

      E quem diz a ele, diz a toda a gente. Vivemos num tempo onde criticar é fácil e ser unânime quase impossível. Perante isso se está de consciência tranquila não devia ter desistido e devia ter enfrentado a competição até ao fim. O exemplo devia ser dado aos fãs: Não desistas nunca se sabes que estás certo.

      Repito ninguém vai ser adorado por todos,se nem o Salvador o foi. Ele tem a consciência do mundo em que vivemos e do tipo de pessoas que vivem nele, ou pelo menos deveria ter. Eu até posso nem gostar dele, mas ele devia ter ido até ao fim porque sou da opinião que se ninguém unânime não devemos fugir da luta.

      Porque se ele julgar que uma atitude constante de querer agradar a todos o fará sobreviver, então é impossível essa missão.

      Eliminar
    3. Anónimo14:41

      Este alarido todo a que tu te referes não é mais do que as antigas conversas de café; a diferença é que essas agora ocorrem nas redes sociais, o que dá a ilusão de ser algo maior do que era antigamente, mas só porque a Internet funciona como uma lente de aumento. Tivesse este caso acontecido em 1978, o alarido seria o mesmo; só muda a plataforma onde se debate. E não te esqueças de que isto é uma notícia, logo é divulgada nos Media, para o bem e para o mal. Quanto às ofensas (por parte de quem opina, penso que é isso a que te referes), isso já depende da educação de cada pessoa. Mas não lhes ligues; semeia sempre o bem e faz-te parte da solução, não do problema.

      Eliminar
  7. Anónimo14:24

    Com tudo isto o Janeiro já ganhou eheheh

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anónimo18:29

      Não, o Peu é que já ganhou. Quem é que tem o apoio de certos membros do júri?

      Eliminar
    2. Anónimo21:40

      O Janeiro... não foi ele o favorito do júri?

      Eliminar
    3. Anónimo06:43

      21:40 Esse juri nao vota na final

      Eliminar
  8. Anónimo17:24

    Li com muita atenção os comentários a este artigo e não concordo com grande parte do que foi dito. Para mim, a responsabilidade de todo este imbróglio é da RTP. Por dois motivos: 1- INCOMPATIBILIDADE e 2- FALTA DE TRANSPARÊNCIA;

    1- A RTP tem de perceber que é INCOMPATÍVEL organizar o Festival da Canção nos moldes em que o organiza e ao mesmo tempo escolher uma canção para a Eurovisão. Porque o gosto do público português muitas vezes tende a escolher canções que não teriam hipótese nenhuma na Eurovisão e porque ao convidar artistas conhecidos, estes partem logo em vantagem em relação aos outros concorrentes, independentemente de terem ou não a melhor canção.

    A meu ver seria preferível fazer-se como se fez este ano na Hungria. Numa primeira fase, tria-se as más das boas canções. Chegados à final, um júri escolhe 4 canções. E depois o público escolhe por televoto qual delas prefere.

    2- Depois vem a FALTA DE TRANSPARÊNCIA. A RTP é que sabe com que linhas se cose o Festival da Eurovisão e a RTP é que sabe se quer ganhar a Eurovisão, ou obter um bom resultado ou participar por participar. E nesse sentido, tem todo o direito de decidir quais os géneros musicais e quais as canções que melhor a representam. Mas como isto também é um concurso interativo em que o público também tem uma palavra a dizer, a partir de certa altura a RTP teria de aceitar abdicar de uma parte do poder que detém na escolha da canção que a há-de representar. Não me parece que isso aconteça. E é aqui que chegamos ao Diogo Piçarra. A partir do momento em que convidou o Diogo Piçarra a participar no FdC era prevísivel que ele ganhasse o televoto. Depois da segunda semifinal ficou claro que a canção do Diogo também ganhou o voto do júri. A partir daqui, só um cataclismo teria impedido Diogo Piçarra de ganhar o FdC2018. Ora, a RTP pode achar que a canção do Piçarra não é a que melhor a represente. Voltamos à FALTA DE TRANSPARÊNCIA (não é aqui que a FALTA DE TRANSPARÊNCIA começa, a FALTA DE TRANSPARÊNCIA já vem do momento, ainda no início da competição, em que membros do júri vêm dizer em público que ia ter de ser o Peu Madureira a ganhar este ano). Assim sendo, a meu ver a RTP estaria "obrigada" a aceitar fazer-se representar por Diogo Piçarra e por uma canção que talvez não considere ser a melhor. Mas eis que o cataclismo providencial acontece: a canção de Piçarra é acusada de plágio!

    O Maestro Vitorino d’Almeida disse ontem no DN que as músicas eram iguais, mas que não era plágio. E hoje no mesmo DN vem a IURD esclarecer que « não detém direitos sobre a música que tem sido comparada a "Canção do fim", de Diogo Piçarra ». O que contraria alguns comentários deixados aqui mesmo no ESCportugal segundo os quais a IURD iria agir legalmente contra Piçarra.
    Posto isto, é preciso não se ter nada na cabeça para se achar que Diogo Piçarra desistiu do FdC2018 porque « as cobras cuspideiras foram para os facebooks destilar veneno e pedir sangue ». Na verdade, as perguntas que importam colocar são : de onde surgiu esta acusão de plágio ? quem teria interesse em manchar a imagem de Diogo Piçarra ? porque é que só agora surge a acusão de plágio e não antes da segunda semifinal ? A mim parece-me que Diogo Piçarra foi linchado. Quem teria interesse em linchar Diogo Piçarra ?
    Parece ter ficado demonstrado que a « Canção do Fim » não prima pela originalidade. Entretanto, Diogo Piçarra desistiu do FdC2018. Não sei de que maneira isto vai afetar a carreira dele, não a tenho seguido e não sei se a « Canção do Fim » é representativa do seu trabalho enquanto artista.
    Resta-nos esperar por Domingo para que, quando o Peu Madureira ganhar o FdC2018, seja demonstrada a FALTA DE TRANSPARÊNCIA da RTP. Palpita-me que a escolha de Peu Madureira vai causar muito barulho !
    Por fim, se a RTP quer ser só ela a escolher quem a representa, porque não fazer uma seleção interna ?

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Anónimo20:27

      Está tudo dito!#CristinaVeríssimo

      Eliminar
    2. Anónimo07:20

      "Porque o gosto do público português muitas vezes tende a escolher canções que não teriam hipótese nenhuma na Eurovisão"

      Frase sem nexo nenhum. Antes de mais, grande parte do publico que assiste ao fdc nem são adolescentes, portanto, mesmo que votassem em massa nunca iriam ter uma grande influencia (viu-se o ano passado)

      2º Generalizar assim negativamente um grupo não é realista, pois o proprio juri já cometeu erros.

      2.Não. Isso funciona na Hungria. Aqui, deviamos fazer uma semi final dedicada a compositores convidados e outra para qualquer desconhecido. Isso seria justo.

      Era previsivel ganhar televoto porque? Devo relembrar o caso do Fernando Daniel? acho que não. p.s- o juri deu 12 pontos ao Piçarra.

      De resto, concordo plenamente 100%.

      Eliminar
  9. Anónimo18:29

    Li com muita atenção os comentários a este artigo e não concordo com grande parte do que foi dito. Para mim, a responsabilidade de todo este imbróglio é da RTP. Por dois motivos: 1- INCOMPATIBILIDADE e 2- FALTA DE TRANSPARÊNCIA;

    1- A RTP tem de perceber que é INCOMPATÍVEL organizar o Festival da Canção nos moldes em que o organiza e ao mesmo tempo escolher uma canção para a Eurovisão. Porque o gosto do público português muitas vezes tende a escolher canções que não teriam hipótese nenhuma na Eurovisão e porque ao convidar artistas conhecidos, estes partem logo em vantagem em relação aos outros concorrentes, independentemente de terem ou não a melhor canção.

    A meu ver seria preferível fazer-se como se fez este ano na Hungria. Numa primeira fase, tria-se as más das boas canções. Chegados à final, um júri escolhe 4 canções. E depois o público escolhe por televoto qual delas prefere.

    2- Depois vem a FALTA DE TRANSPARÊNCIA. A RTP é que sabe com que linhas se cose o Festival da Eurovisão e a RTP é que sabe se quer ganhar a Eurovisão, ou obter um bom resultado ou participar por participar. E nesse sentido, tem todo o direito de decidir quais os géneros musicais e quais as canções que melhor a representam. Mas como isto também é um concurso interativo em que o público também tem uma palavra a dizer, a partir de certa altura a RTP teria de aceitar abdicar de uma parte do poder que detém na escolha da canção que a há-de representar. Não me parece que isso aconteça. E é aqui que chegamos ao Diogo Piçarra. A partir do momento em que convidou o Diogo Piçarra a participar no FdC era prevísivel que ele ganhasse o televoto. Depois da segunda semifinal ficou claro que a canção do Diogo também ganhou o voto do júri. A partir daqui, só um cataclismo teria impedido Diogo Piçarra de ganhar o FdC2018. Ora, a RTP pode achar que a canção do Piçarra não é a que melhor a represente. Voltamos à FALTA DE TRANSPARÊNCIA (não é aqui que a FALTA DE TRANSPARÊNCIA começa, a FALTA DE TRANSPARÊNCIA já vem do momento, ainda no início da competição, em que membros do júri vêm dizer em público que ia ter de ser o Peu Madureira a ganhar este ano). Assim sendo, a meu ver a RTP estaria "obrigada" a aceitar fazer-se representar por Diogo Piçarra e por uma canção que talvez não considere ser a melhor. Mas eis que o cataclismo providencial acontece: a canção de Piçarra é acusada de plágio!

    O Maestro Vitorino d’Almeida disse ontem no DN que as músicas eram iguais, mas que não era plágio. E hoje no mesmo DN vem a IURD esclarecer que « não detém direitos sobre a música que tem sido comparada a "Canção do fim", de Diogo Piçarra ». O que contraria alguns comentários deixados aqui mesmo no ESCportugal segundo os quais a IURD iria agir legalmente contra Piçarra.
    Posto isto, é preciso não se ter nada na cabeça para se achar que Diogo Piçarra desistiu do FdC2018 porque « as cobras cuspideiras foram para os facebooks destilar veneno e pedir sangue ». Na verdade, as perguntas que importam colocar são : de onde surgiu esta acusão de plágio ? quem teria interesse em manchar a imagem de Diogo Piçarra ? porque é que só agora surge a acusão de plágio e não antes da segunda semifinal ? A mim parece-me que Diogo Piçarra foi linchado. Quem teria interesse em linchar Diogo Piçarra ?
    Parece ter ficado demonstrado que a « Canção do Fim » não prima pela originalidade. Entretanto, Diogo Piçarra desistiu do FdC2018. Não sei de que maneira isto vai afetar a carreira dele, não a tenho seguido e não sei se a « Canção do Fim » é representativa do seu trabalho enquanto artista.
    Resta-nos esperar por Domingo para que, quando o Peu Madureira ganhar o FdC2018, seja demonstrada a FALTA DE TRANSPARÊNCIA da RTP. Palpita-me que a escolha de Peu Madureira vai causar muito barulho !
    Por fim, se a RTP quer ser só ela a escolher quem a representa, porque não fazer uma seleção interna ?

    ResponderEliminar
  10. Anónimo18:29

    Li com muita atenção os comentários a este artigo e não concordo com grande parte do que foi dito. Para mim, a responsabilidade de todo este imbróglio é da RTP. Por dois motivos: 1- INCOMPATIBILIDADE e 2- FALTA DE TRANSPARÊNCIA;

    1- A RTP tem de perceber que é INCOMPATÍVEL organizar o Festival da Canção nos moldes em que o organiza e ao mesmo tempo escolher uma canção para a Eurovisão. Porque o gosto do público português muitas vezes tende a escolher canções que não teriam hipótese nenhuma na Eurovisão e porque ao convidar artistas conhecidos, estes partem logo em vantagem em relação aos outros concorrentes, independentemente de terem ou não a melhor canção.

    A meu ver seria preferível fazer-se como se fez este ano na Hungria. Numa primeira fase, tria-se as más das boas canções. Chegados à final, um júri escolhe 4 canções. E depois o público escolhe por televoto qual delas prefere.

    2- Depois vem a FALTA DE TRANSPARÊNCIA. A RTP é que sabe com que linhas se cose o Festival da Eurovisão e a RTP é que sabe se quer ganhar a Eurovisão, ou obter um bom resultado ou participar por participar. E nesse sentido, tem todo o direito de decidir quais os géneros musicais e quais as canções que melhor a representam. Mas como isto também é um concurso interativo em que o público também tem uma palavra a dizer, a partir de certa altura a RTP teria de aceitar abdicar de uma parte do poder que detém na escolha da canção que a há-de representar. Não me parece que isso aconteça. E é aqui que chegamos ao Diogo Piçarra. A partir do momento em que convidou o Diogo Piçarra a participar no FdC era prevísivel que ele ganhasse o televoto. Depois da segunda semifinal ficou claro que a canção do Diogo também ganhou o voto do júri. A partir daqui, só um cataclismo teria impedido Diogo Piçarra de ganhar o FdC2018. Ora, a RTP pode achar que a canção do Piçarra não é a que melhor a represente. Voltamos à FALTA DE TRANSPARÊNCIA (não é aqui que a FALTA DE TRANSPARÊNCIA começa, a FALTA DE TRANSPARÊNCIA já vem do momento, ainda no início da competição, em que membros do júri vêm dizer em público que ia ter de ser o Peu Madureira a ganhar este ano). Assim sendo, a meu ver a RTP estaria "obrigada" a aceitar fazer-se representar por Diogo Piçarra e por uma canção que talvez não considere ser a melhor. Mas eis que o cataclismo providencial acontece: a canção de Piçarra é acusada de plágio!

    O Maestro Vitorino d’Almeida disse ontem no DN que as músicas eram iguais, mas que não era plágio. E hoje no mesmo DN vem a IURD esclarecer que « não detém direitos sobre a música que tem sido comparada a "Canção do fim", de Diogo Piçarra ». O que contraria alguns comentários deixados aqui mesmo no ESCportugal segundo os quais a IURD iria agir legalmente contra Piçarra.
    Posto isto, é preciso não se ter nada na cabeça para se achar que Diogo Piçarra desistiu do FdC2018 porque « as cobras cuspideiras foram para os facebooks destilar veneno e pedir sangue ». Na verdade, as perguntas que importam colocar são : de onde surgiu esta acusão de plágio ? quem teria interesse em manchar a imagem de Diogo Piçarra ? porque é que só agora surge a acusão de plágio e não antes da segunda semifinal ? A mim parece-me que Diogo Piçarra foi linchado. Quem teria interesse em linchar Diogo Piçarra ?
    Parece ter ficado demonstrado que a « Canção do Fim » não prima pela originalidade. Entretanto, Diogo Piçarra desistiu do FdC2018. Não sei de que maneira isto vai afetar a carreira dele, não a tenho seguido e não sei se a « Canção do Fim » é representativa do seu trabalho enquanto artista.
    Resta-nos esperar por Domingo para que, quando o Peu Madureira ganhar o FdC2018, seja demonstrada a FALTA DE TRANSPARÊNCIA da RTP. Palpita-me que a escolha de Peu Madureira vai causar muito barulho !
    Por fim, se a RTP quer ser só ela a escolher quem a representa, porque não fazer uma seleção interna ?

    ResponderEliminar