Portugal: Noiserv e Fernanda Fragateiro assinam novos separadores da RTP1

A RTP tem nova imagem gráfica, de autoria da artista plástica Fernanda Fragateiro e do músico Noiserv. A partir do passado dia 7 de janeiro, a RTP1 conta com novos separadores de emissão.

A imagem gráfica RTP1 reforça a sua aposta num espaço de curadoria dedicado à divulgação das artes plásticas contemporâneas e promoção dos artistas plásticos e autores musicais portugueses, anunciou a RTP em comunicado ao qual o ESCPORTUGAL teve acesso. A partir do passado dia 7 de janeiro, a RTP1 conta com novos separadores de emissão. Depois de Vhils e João Paulo Feliciano, a RTP convidou a artista Fernanda Fragateiro e o músico David Santos, mais conhecido por Noiserv. 

O trabalho de Fernanda Fragateiro teve como base inspiracional “SEPARAR: Criar Leveza em Oposição ao Peso do Mundo”. O trabalho que desenvolveu “tem de ser visto como uma forma de reescrever e de recriar obras, para este fim.” Para Fernanda Fragateiro, “o trabalho resultou de uma verdadeira colaboração com todos os elementos da equipa da RTP à qual se juntou a música do David, sublinhando o carácter de leveza e de continuidade que eu desejei transmitir com estas imagens.” 

O músico David Santos (Noiserv) sentiu que “a música tinha de acompanhar o momento contemplativo que estas imagens nos transmitem. Teria de ser acima de tudo, uma respiração tranquila mas sonhadora, presente mas não intrusiva, curta mas sempre bonita, da RTP em 2018”.


Recorde-se que Noiserv participou no Festival da Canção de 2017 como compositor convidado. Se o Tempo Não Falasse foi o tema que Noiserv compôs para a voz de Inês Sousa. Recuperamos essa atuação:




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Fonte: RTP / Imagem: RTP / Vídeo: YOUTUBE

13 comentários:

  1. Anónimo17:36

    Uma estação sem fundo!! E o governo não vê isto!! É só gastar dinheiro... e os separadores bem são nada de especial. Vêm a SIC e a TVI (estações privadas que têm de procurar lucro) a fazer isto?? Por favor...

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    Respostas
    1. Anónimo18:09

      Concordo!
      Enfim —‘

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    2. Anónimo18:16

      Um País que não aposta nas artes estagna e morre. Não questione a gestão concreta dos recursos financeiros de um projeto sem conhecer em concreto. Deixe lá as Tv's privadas alimentar a ignorância do povo com produtos de fast incultura... O alvo é o lucro, todos entendemos... Mas o resultado é nocivo, sobretudo em termos de mentalidades. A RTP é pública. O lucro não é tudo e nem sequer é unívoco.

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    3. Anónimo18:18

      "e os separadores bem são nada de especial"

      Quer dizer, se tivesse gostado já valia a pena? Matou logo aí o argumento.

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    4. Anónimo19:18

      Anónimo 18:16, concordo consigo, assim como também com o Anónimo 17:36. O lucro para a RTP não é tudo, mas como televisão pública, a RTP tem obrigação de trabalhar com transparência. Gosto do trabalho da Fernanda Fragateiro como ilustradora. Tal como escolheram o Noiserv para o instrumental do separador, a imagem deveria de ser feita por um profissional na área, e são tantos, entre experientes como em emergentes. Daí concordar com a frase "É só gastar dinheiro". É pura verdade a sua frase "Um País que não aposta nas artes estagna e morre", mas concordará comigo que não é qualquer coisinha que é Arte. Não é Arte fazer uma dezena ou mais de imagens mal amanhadas (da Expo98) para servirem de logotipos, quando se deveria de optar por um único, mas bem estruturado. Não é Arte dispensar uma grande fatia do orçamento disponível para pagar a um número exagerado de apresentadores (2, como é norma), em vez de apostar num cenário mais criativo, dentro da simplicidade (e não reutilizar material do Euro2004). Poupam num lado, para desperdiçar como loucos pelo outro não é correcto.

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    5. Anónimo20:00

      Desculpa? A RTP é das únicas estações públicas que tenta promover artistas, a TVI e a SIC são muito básicas no conteúdo. Apesar de a RTP de não ser uma estação perfeita, é a que merece mais audiências entre as 3 estações generalistas.
      Agradeço à RTP por promover Noiserv, um enorme músico que merece mais reconhecimento. Ainda estou zangada da canção do Noiserv não ter passado à final no FC e que merecia um top 3 na final pelo menos.
      Mas vai lá ficar com o Piçarra e com os Carreira, que esses sim são "oS gRanDEs aRTiStAs".

      (e obviamente concordo com os anónimos 18:16, 18:18 e 19:18)

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    6. Anónimo21:22

      “Matou o argumento” Mesmo se gostasse, era dinheiro mal gasto!!! Somos nós que pagamos deviam estar preocupados... e os diversos canais de televisão que têm a mais e que ninguém vê??? A TVI produz conteúdo nocivo mas a SIC não! A SIC tem a melhor inifrmaçao, o expresso... a TVI é puro baixo nível

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    7. bem colocado anónimo das 18h16.
      Sinceramente acho que 4 apresentadores são em demais, 3, como no ano passado, faz mais sentido. A Daniela Ruah parece-me estar a mais e sem motivo nenhum em particular. ela não é uma estrela muito conhecida a nível mundial, o único papel pelo que é conhecida é a NCIS e mesmo que esse programa seja popular na europa, não a vejo encaixar num trio que já têm experiência em trabalhar em equipa.

      Mas voltando ao assunto dos separadores, alguém sabe o valor investido? Ou o valor gasto em separadores anteriores?
      Porque apesar da indignação ser legítima (é um canal público onde nós somos os seus accionistas) parece-me que estamos a falar sem saber os factos concretos.

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    8. Anónimo21:59

      Não se pode agradar a todos, principalmente quando a questão é arte. Pessoalmente gosto das "imagens mal amanhadas" dos logótipos, que não terão necessariamente custado mais do que um único logo.

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    9. Anónimo02:31

      Impressionante. Questiona a falta de lucro e a má gestão dos recursos... Mas, sendo fã do Festival da canção (se não, não estaria aqui), pergunto: E o Festival da Canção? Desde quando não dá prejuízo à RTP. Também propõe aboli-lo? Incongruências.

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    10. Anónimo16:08

      Winterwind e Anónimo 21:59, a questão é mesmo essa: Qual o custo que teve? É tudo decidido à porta fechada quando deveria de ser por concurso público que as decisões devem ser tomadas (quem vai fazer o quê, etc), assim como apresentar os gastos que teve cada decisão que a RTP tomou (alguém sabe quanto custou cada um dos FCs anteriores? E do conjunto dos inúmeros logotipinhos? E dos, por enquanto, 4 apresentadores do ESC? Etc. etc.. Quem souber, informe por favor. Discordando consigo, Winterwind, estamos a falar sabendo os factos concretos: Que a RTP não apresenta factos concretos! É este o facto concreto! Que atitude tomar? Cruzar os braços e deixar que a RTP gaste o dinheiro público (proveniente de 2 megafontes, a dos nossos impostos e a da tarifa na factura da electricidade no valor de €2,0, debitado por cada contador no País) acrescentando os valores da publicidade comercial (valores estes iguais aos das estações privadas, uma vez que o tempo de anúncios é igual, chegando a ser superior às privadas... Isto quando deveria a mesma de ser inexistente, uma vez que já tem 2 fontes de rendimento!). Estamos a ser activamente roubados tomando atitudes passivas (já basta a Oposição, por favor)!

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  2. Rui Ramos21:47

    Excelentes separadores. Parabens RTP por darem valor ao que é nacional.

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  3. Muito, mas mesmo muito bom! A RTP a dar um baile a nível de grafismo à SIC e à TVI

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