Henrique Amaro: "Foi o lado monopolizado pelos desconhecidos que levou o Festival a um nível de vulgaridade"


Henrique Amaro e Nuno Galopim estiveram à conversa acerca do formato do Festival da Canção 2018 e acerca das principais mudanças referentes ao ano passado. Veja um excerto da entrevista.

No rescaldo da conferência de imprensa de ontem, onde se ficaram a conhecer os intérpretes por detrás das 26 composições a concurso no Festival da Canção 2018, a RTP conduziu uma entrevista com os consultores do Festival da Canção, Henrique Amaro e Nuno Galopim, para discutir acerca do formato que se pretende e se idealizou para esta edição do emblemático programa da RTP.

No rescaldo do Festival da Canção 2017,  o ritmo imposto no processo não permitiu que o formato fosse ainda de encontro ao idealizado. "No último ano, devido à velocidade do processo, quando tudo acabou, reunimo-nos e pensámos - O que falta aqui? O que é que gostávamos de fazer no próximo ano?", afirma Henrique Amaro, depressa revelando que "desejávamos que a abrangência fosse maior. E conseguimos.", derivado ao aumento para as 26 composições deste ano, mas não só.

"A presença da sociedade civil. O autor anónimo, que não parte dessa ideia de convite, mas que pode participar.", referindo-se ao concurso aberto realizado para este ano através da Antena 1 que selecionou 3 dos 26 compositores a concurso, revelando assim o desejo de "dar hipótese ao anónimo de poder participar e juntar-se a este grupo onde há estrelas e outros menos-estrelas". "E é tratado em pé de igualdade." depressa complementa Nuno Galopim, "seja um veterano com muitos anos de carreira e aclamação, ou um jovem iniciado, quando chega ao Festival da Canção tem exatamente o mesmo critério de tratamento." 

O ano passado foi fulcral no aspeto de "dar rosto ao processo de reinvenção, que houvesse um investimento nosso na relação com músicos que representavam aquilo que gostássemos que fosse o painel de diversidade que era importante ter no Festival da Canção.", concluiu Galopim, sem deixar de acrescentar o extra de "dar a possibilidade ao vencedor do ano passado de regressar ou de convidar alguém em seu nome para compor uma canção.". Regressando ao tema da sociedade civil e da abertura do Festival da Canção a anónimos, Henrique Amaro, sem quaisquer pudores de ser controverso, afirma mesmo que "Foi o lado monopolizado pelos desconhecidos que levou o Festival da Canção à vulgaridade", sendo depressa reforçado por Nuno Galopim, que considera mesmo que "Sem curadoria, o Festival afastou-se da relação, não só com os portugueses, mas com os outros 364 dias.", não deixando de assinalar a importância de ter um evento que "tivesse uma relação com os discos que ouvimos, com os que passam na rádio, os artistas que vemos nos palcos e  em concertos em nome próprio.".

Poderá ver a entrevista na integra com Henrique Amaro e Nuno Galopim, mais logo, na página de Facebook do Festival da Canção, AQUI.


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Fonte: RTP / Imagens: RTP / Vídeos: RTP

31 comentários:

  1. Anónimo17:41

    Pôr as culpas nos outros é sempre mais facil...

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  2. Anónimo17:54

    Tal como no ano passado é mais uma abordagem pseudo intelectual ao Festival. Autores como o Fernando Tordo e o José Cid levam canções completamente desfasadas e datadas. Anónimos ou conhecidos a vulgaridade é transversal.

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    1. Anónimo13:22

      Concordo!

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    2. Anónimo18:13

      jÁ Ouviu as cançoes do Cid e do Tordo?

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    3. Anónimo21:10

      Eu ja ouvi outras cançoes deles, dá pra ter uma ideia.

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  3. Anónimo18:00

    Concordo plenamente e, pessoalmente, também acho que a precença de profissionais só irá potencializar a qualidade e o sucesso. Mas atenção, apenas potencializa, não é uma consequência necessária (e temos exemplos relativamente recentes para sustentar esta ideia). No entanto, essa afirmação surge completamente descontextualizada (para além de uma implícita falta de respeito pelos anónimos que tentaram salvar o concurso). Se os profissionais se afastaram do certame foi porque os profissionais das editoras e da RTP falharam na sua missão de os cativar.

    Carlos Carvalho

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    1. presença 😉😊

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    2. Helizabete Reiz18:15

      prezenssa ���� LOL

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    3. Anónimo19:13

      Helizabete??? LOL

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  4. Anónimo18:01

    Mas...os cantores conhecidos já foram outrora desconhecidos tambem. Todos têm o seu mérito. Acho que foi um pouco infeliz nessa parte, de resto, gostei. É bom ver a RTP apostar na reinvenção do festival.

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  5. Anónimo18:26

    Bla bla bla ... apenas houve sorte de aparecer uma Luísa Sobral ... porque o festival da canção ano passado continuava a ter musicas medíocres !

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  6. Rui Ramos19:38

    Estas declarações sao lamentaveis. O Salvador Sobral era completamente irrelevante no mercado musical nacional. E este ano os concorrentes sao maioritariamente desconhecidos

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  7. Anónimo22:01

    Agora a culpa é dos desconhecidos que, PASME-SE!!!!!!!!!, mo-no-po-li-za-ram o FdC.... Isto é de partir o coco a rir!! Mas afinal quem é que desde sempre organiza o FdC? Não é e não tem sido sempre a RTP? Ai agora os desconhecidos é que se incrustavam, é?

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    1. Anónimo14:03

      Se voltar a correr mal para Portugal fazem como fizeram com a leonor...amuam e nao participam lol

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    2. Anónimo18:16

      O problema da Leonor foi mesma aquela música horrível e mal interpretada

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    3. Anónimo13:15

      A Leonor não cantou mal. A canção é que era árida. Isto é como as laranjas. Se a laranja não tem sumo, por muito que se esprema, não há e continua a não haver sumo. A Leonor espremeu espremeu espremeu, mas sumozito que era bom, nem vê-lo, a laranja deu só um fiozito de sumo.

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  8. Anónimo22:28

    Eles dão a cara e tiram os louros do “sucesso” do FC 2017. Na minha opinião não teve qualidade nenhuma 2011 foi bem superior e 2010 também, mas quero ver quando não houver uma Luísa Sobral que fez um trabalho magnífico (sim foi ela a “culpada” disto tudo) quem vai ser a salvação e se correr mal “péssimo resultado bom esc” se estes senhores veem assumir as culpas de uma final nacional recheada de compositores com poucas provas dadas ou datados! Este ano e amém ouvir as canções a única mais valia que vejo é o Diogo Piçarra que vai alavancar muito público ao FC. Espero estar enganado mas ao final destes anos todos nunca tenho grandes espectaticas.

    Eurofa

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    1. Anónimo14:52

      Vêm assumir e expectativas 😉😊

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  9. Concordo totalmente, O festival perdeu-se muito a sua identidade nesses últimos anos, não havia grandes nomes da musica Portuguesa, (nada contra os desconhecidos), a maioria vezes só participavam músicos desconhecidos no Festival, a RTP não chamava os grandes nomes da musica para participar no FC e também outras administrações e direções anteriores da RTP nunca souberam dignar festival da canção, eles só mudavam regras ano a ano, não havia planamente, não havia uma estabilidade do nosso festival, agora parece o FC estar a voltar que era, claro, há cosias tem de melhorar no festival como duração do programa, ritmo do programa e encontrar um equilibro entre musicos consagrados e desconhecidos, o caminho faz-se caminhando e eles (RTP) sabem que tem fazer, Ainda bem que RTP (atual adimisitração e direção) chamou Nuno Galopim para colaborar no FC, ele tem sido uma grande ajuda para organizar o nosso festival e espero contiune que passe a colaborar com um bom tempo!

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  10. Anónimo01:10

    Considero aberrante esta constante necessidade de a RTP puxar tanto louro para si. O FC do ano passado foi á semelhança de outros anos, uma produção pobre em todos os aspectos. Os anónimos monopolizaram o FDC olha que engraçado, então e eles apareceram de onde? Então e agora já não monopolizam porquê? A verdadeira culpa é de quem? Há rostos da RTP e outros escolhidos pela RTP, e todos sabemos de quem falo que durante anos envelheceram o FDC. E pior, de fora para dentro sempre surgiram críticas a essas pessoas e nada foi feito, nem por elas nem pelos responsáveis. Tudo bem, o que passou passou, há que olhar para o futuro. Agora uma coisa podem ter a certeza, aquilo que nos aconteceu este ano na Eurovisão foi o alinhamento de um conjunto de estrelas, todas de fora da RTP e é bom que considerem assim. Vou colocar de outra forma, tal como está a Suécia vai continuar a ganhar pelo menos 1 Eurovisão em cada década, so nesta já ganharam 2, e Portugal com sorte volta a vencer daqui a 62 anos. É clichê dizer que não existem formulas, e eu acho que não, não existe, mas o que é certo é que as produções de outros países potenciam vencedores, pq qualquer modelo badameco que nem cantar sabe em cima de uma passadeira rolante vale mais pontos que qualquer cantor virtuoso que enviámos no passado. É isso que exigimos á RTP, que potencie vencedores, que o FDC se torne um festival de topo europeu em vez de um dos mais desprestigiados da europa. Os Salvadores e o Miguel Figueiredo venceram porque a qualidade deles é completamente fora do normal, e foram despretensiosos, nem sabiam o que a Eurovisão era, a musica deles ali na Eurovisão foi como um OVNI de tão diferente da normalidade eurovisiva, e apenas isso, nada a RTP acrescentou a não ser o microfone, muito obrigado.

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    1. Anónimo14:48

      01:10 Muito bem dito. Subscrevo.

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    2. Anónimo14:58

      Nuno Figueiredo 😉😊. Não é só a RTP que acha. As estrelas alinharam-se porque a RTP abriu horizontese a prova foi eu ter visto o Festival por causa dessa mudança anunciada pela RTP, por causa dos compositores que convidou.

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    3. Anónimo00:50

      Grande erro, obrigado pela correção, Nuno Figueiredo, ele transformou uma guitarra em orquestra clássica. É um génio na minha opinião.

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  11. Anónimo01:10

    Considero aberrante esta constante necessidade de a RTP puxar tanto louro para si. O FC do ano passado foi á semelhança de outros anos, uma produção pobre em todos os aspectos. Os anónimos monopolizaram o FDC olha que engraçado, então e eles apareceram de onde? Então e agora já não monopolizam porquê? A verdadeira culpa é de quem? Há rostos da RTP e outros escolhidos pela RTP, e todos sabemos de quem falo que durante anos envelheceram o FDC. E pior, de fora para dentro sempre surgiram críticas a essas pessoas e nada foi feito, nem por elas nem pelos responsáveis. Tudo bem, o que passou passou, há que olhar para o futuro. Agora uma coisa podem ter a certeza, aquilo que nos aconteceu este ano na Eurovisão foi o alinhamento de um conjunto de estrelas, todas de fora da RTP e é bom que considerem assim. Vou colocar de outra forma, tal como está a Suécia vai continuar a ganhar pelo menos 1 Eurovisão em cada década, so nesta já ganharam 2, e Portugal com sorte volta a vencer daqui a 62 anos. É clichê dizer que não existem formulas, e eu acho que não, não existe, mas o que é certo é que as produções de outros países potenciam vencedores, pq qualquer modelo badameco que nem cantar sabe em cima de uma passadeira rolante vale mais pontos que qualquer cantor virtuoso que enviámos no passado. É isso que exigimos á RTP, que potencie vencedores, que o FDC se torne um festival de topo europeu em vez de um dos mais desprestigiados da europa. Os Salvadores e o Miguel Figueiredo venceram porque a qualidade deles é completamente fora do normal, e foram despretensiosos, nem sabiam o que a Eurovisão era, a musica deles ali na Eurovisão foi como um OVNI de tão diferente da normalidade eurovisiva, e apenas isso, nada a RTP acrescentou a não ser o microfone, muito obrigado.

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  12. Anónimo10:25

    Naõ concordo. Em primeiro lugar assumam a realidade! Portugal representado na RTP era o pior país em termos de resultados
    Coleccionou desilusões, maus resultados, propostas algumas delas fraquissimas, completamente fora do que os outros países levavam.
    Os artistas mais conhecidos não estavam para queimar as suas carreiras num concurso que corria sempre mal.
    A RTP que assuma a sua cota parte de responsabilidade que é imensa!!!

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    1. Anónimo15:00

      A RTP tanto assumiu erros que mudou.

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    2. Anónimo19:11

      15:00 Mudou nada. O Festival foi uma desgraça. Aliás, quem 'salvou' aquilo foi a Luísa e o Sal. Quanto a assumir que estao errados, isso nunca vao fazer, preferem colher os frutos de quem realmente trabalhou.

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  13. Anónimo16:18

    Comentário interessante o do anónimo das 01:10. Com algumas coisas concordo, com outras não.

    Acho muito injusto dizer-se: "...nada a RTP acrescentou a não ser o microfone".

    A RTP teve o mérito de (sabendo de antemão do desfasamento entre o gosto do público português e o que poderia resultar na Eurovisão) ter escolhido a canção com maior capacidade para agradar a um público vasto e vencer.

    A RTP teve o mérito de impôr à UER um vencedor em português numa altura em que parecia quase um sacrilégio cantar noutra língua que não o inglês, numa altura em que até a França começa a ceder à língua inglesa, numa altura em que até os espanhóis, mesmo sem saberem falar inglês, me levam a Barei.

    E a RTP teve o mérito de vencer a Eurovisão recusando-se a jogar o jogo da Eurovisão: escolhendo uma canção antiquada e que não obedece aos códigos mais recorrentes das canções eurovisivas.

    Mas não nos deixemos enganar, não se iludam!, se Portugal ganhou em 2017 foi primeiro e antes de mais nada PORQUE a UER decidiu que era a vez de Portugal ganhar. A seguir e só a seguir (a ordem dos fatores é esta!), a RTP apresentou uma boa canção e por acaso a canção da Luísa era suficientemente boa para agradar a muita gente e o Salvador era carismático. Se tivesse ganho Viva La Diva, Portugal continuaria sem ter ganho a Eurovisão.

    Martim de Deus Menisco

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  14. Anónimo16:19

    No ano da sua 49a. participação, a UER decidiu que era a vez de Portugal ganhar, para que a RTP pudesse organizar o concurso na sua 50a. participação. Foi uma espécie de presente de aniversário. O facto de Portugal ter ganho no futebol também contribuiu a que o clima se tornasse mais propício a uma vitória portuguesa na Eurovisão. Depois, a Simone de Oliveira foi roubada, a Madalena Iglésias foi roubada, a Tonicha foi roubada, a Manuela Bravo foi roubada, o José Cid foi roubado, o Paulo de Carvalho foi roubado, os Gemini foram roubados, as Doce foram roubadas, a Maria Guinot foi roubada, os Da Vinci foram roubados, a Dina foi roubada, a Lúcia Moniz foi roubada, a Rita Guerra foi roubada, a Sofia Vitória foi roubada, os Flor-de-Lis foram roubados, a Suzy foi roubada, os Homens da Luta foram roubados, de maneira que algum dia a UER ia ter de repor a verdade e ter de devolver os pontos que estavam em falta. Calhou a sorte grande ao Salvador!

    Uma vez aqui chegados é preciso ter em consideração o que diz o Tozé Brito. O que disse o Tozé Brito várias vezes ao longo dos anos e que voltou a repetir em 2017 num artigo do Público, parece-me. E o que diz o Tozé Brito? Segundo o Tozé Brito, em 1978 quando participou com a canção Dai Li Dou, que por muitos é tida como uma das mais fracas desse ano, mas da qual eu gosto muito, segundo ele, em 1978, estava a UER, as outras emissoras, a comunidade eurovisiva a empurrar para que a vitória fosse para Israel. E ainda segundo o Tozé Brito, em 1978 Israel teria ganho a Eurovisão mesmo que tivesse levado Dai Li Dou (que ficou em 17° com 5 pontos). Ora, foi exatamente isto o que aconteceu em 2017, mas desta vez a favor de Portugal. A UER quis que Portugal ganhasse e a comunidade eurovisiva ajudou a que isso se tornasse realidade.

    O maior mérito da RTP em 2017 foi o de ter posto em evidência até que ponto os resultados na Eurovisão são e podem ser manipulados! É incontestável que Amar pelos Dois é uma grande canção e que mereceu ganhar, mas ninguém me convence que aqueles pontos todos que recebeu do televoto surgiram de espetadores que genuinamente votaram numa canção antiquada e em português sem que algures tenha havido qualquer espécie de manipulação. De resto, a adulteração de resultados está mais do que patente a partir do momento em que são os organizadores a decidirem a ordem de atuação das canções. Assim sendo, porem a cantora dinamarquesa histérica a atuar a seguir ao Salvador, fez ressaltar a doçura de Amar pelos Dois; porem o cantor italiano, que era um dos favoritos, a atuar a seguir ao húngaro, que tinha uma voz poderosíssima, fez ressaltar a debilidade vocal do cantor italiano.

    Por fim, ao escolher Há um mar que nos separa, e ao ficar dois anos sem participar, também me quer parecer que a RTP foi lentamente mas seguramente criando as condições para que a UER atingisse o ponto de rebuçado e finalmente se convencesse que ia ter de deixar ganhar a RTP com uma canção atípica e em português.

    Martim de Deus Menisco

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  15. Anónimo16:37

    "É isso que exigimos á RTP, que potencie vencedores, ..."

    Não, duvido que Portugal volte a ganhar tão depressa. Pedimos isso sim à RTP que leve o FdC e a Eurovisão a sério e que dentro do possível escolha canções com capacidade para COMPETIR com as canções dos outros países. Para que não se voltem a repetir Coisas de Nada, 2Bs, Mares que nos separam, etc... Para o espetador que está em casa é extremamente desagradável ter de assistir a Coisas de Nada, 2Bs, Mares que nos separam, mete aflição ver que a RTP se está nas tintas para um concurso em que participa todos os anos e mete aflição constatar que as Coisas de Nada e os 2Bs foram literalmente atirados aos jacarés... Quando depois vêm agora dizer que a culpa era dos desconhecidos, uma pessoa passa-se completamente dos carretos... Não, a culpa das más canções que apresentámos neste século é da RTP. Pois de quem havia de ser a culpa? Pede-se por isso à RTP que escolha canções capazes de competir com as dos outros países. Gostava que Portugal não se tornasse na nova Finlândia. A Finlândia tinha maus resultados, foi obrigada a ir buscar os monstros para ganhar e a seguir voltou a ter maus resultados. Ora, agora que Portugal ganhou, pede-se à RTP que obtenha um 2°, um 3°, um 4°, um 5° lugar etc. Pede-se à RTP que não fique outros 21 anos fora do TOP10.

    Martim de Deus Menisco

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  16. (desculpe-me de voltar ao assunto), Penso isso foi uma critica aos erros que RTP cometeu no passado, não deixa de ser verdade e concordo mas também acho esses senhores (Galopim e outro senhor) deveriam ter um pouco de respeito aos compositores e cantores que participaram ultimos anos no FC (embora que tenha participaram como Emunel e Homens da Luta que eram conhecidos pelo publico, já sabemos como foram na ESC), mas isto são opiniões e vale que vale.

    Respeito todas opiniões mas dizer que a RTP pouco fez ou não teve mérito a reação da vitoria do Salvador, acho pouco injusto, vejamos, se a RTP continuasse tudo da mesma (antes de 2017), apostar em compositores não-profissionais(Nada contra), vocês acham que passariamos a final? Não sei, acho que não, as Vitorias não caiem no céu e não são obra do acaso, isto é como as equipas de Futebol (mesmo vale para as outras modalidades), para conseguir os bons resultados, é preciso de muito treino, trabalho, empenhar-se e estudar a equipa que tu vais confrontar no jogo, só assim, os bons resultados aparecem, é a mesma cosia na Eurovisão, se tu queres, só é preciso trabalho, empenhar, escolher boa canção respresntante e estudar o palco, penso que foi a RTP fez no festival da canção na Eurovisão, a RTP teve o seu mérito no vitoria da Esc, claro o mérito maior sempre será os Irmãos Sobral e como outros artistas que ganharam a ESC, as emissoras tiveram os seus méritos das suas vitorias, as emissoras dão a ajuda os artistas brilhar no palco (algunas cosias que artistras precisam) e o de resto os artistas sabem que tem de fazer no palco. Claro, não é por ganhamos que somos melhores da ESC, não, penso a RTP ainda tem muito trabalho para fazer, não só melhorar nosso festival ou buscar os bons resultados da ESC, também Conseguir passar um terço (pela menos) das canções do FC nas radios portuguesas, cativar os grandes artistas conhecidos pelo publico para participar nosso festival, Motivar-lo vencedor do FC para ESC e que RTP possa não desliudir o seu publico, depois a vitoria do Salvador, acredito a exigencia dos eurfãs portugueses para RTP será ainda maior. Penso eu.

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