[ESPECIAL] ESC2018: Rescaldo do sorteio das semifinais do Festival Eurovisão 2018


Os 37 países semifinalistas do Festival Eurovisão 2018 conheceram, esta manhã, a semifinal em que irão competir em Lisboa. Qual será a semifinal mais forte tendo em conta os resultados dos últimos anos?
Os 37 países semifinalistas do certame deste ano conheceram, esta manhã, a semifinal em que irão disputar o acesso à Grande Final do Festival Eurovisão 2018, conforme pode recordar AQUI. Antes do sorteio, os países foram distribuídos por seis potes distintos, sendo a distribuição baseada nas votações dos últimos anos. O ESCPORTUGAL pôs mãos à obra e analisou os resultados do sorteio, tendo em conta o sucesso (ou não) destes países nas semifinais dos últimos anos. 

1.ª Semifinal
Com dezanove países a concurso, a semifinal de 8 de maio de 2018, que contará com a votação de Portugal, Espanha e Reino Unido, conta com dez países finalistas do Festival Eurovisão 2017: Arménia, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bielorrússia, Bulgária, Chipre, Croácia, Grécia e Israel. Contudo, de entre os 19 países na corrida pelos 10 lugares de apuramento, apenas um país nunca falhou a presença na Grande Final, o Azerbaijão.


Tendo em conta as semifinais entre 2004 e 2017, o Azerbaijão lidera o histórico dos apuramentos (100%), sendo seguido pela Arménia e Grécia, ambas com 90,91%. Segue-se a Croácia (58,33%) e a Islândia, Israel e Lituânia (com 53,85%), enquanto que a Albânia, Áustria e Chipre encerram o top10 dos apuramentos com 50%. 

Contudo, se tivermos em conta o regime das duas semifinais, entre 2008 e 2017, reparamos nalgumas mudanças significativas. A Croácia desce da 4.ª posição para o 11.º lugar, enquanto a ARJ Macedónia desce da 14.ª posição com 35,71% para o último lugar (19º) com 10%, referente ao apuramento na edição de 2012. 


2.ª Semifinal
Com dezanove países a concurso, a semifinal de 10 de maio de 2018, que contará com a votação de Itália, França e Alemanha, conta também com dez países finalistas do Festival Eurovisão 2017: Austrália, Dinamarca, Holanda, Hungria, Moldávia, Noruega, Polónia, Roménia, Suécia e Ucrânia. Contudo, ao contrário da primeira semifinal, a segunda eliminatória conta com quatro países que nunca falharam a presença na Grande Final: Austrália, Roménia, Rússia e Ucrânia.


Tendo em conta as semifinais entre 2004 e 2017, a liderança é repartida entre o grupo de países invencíveis (Austrália, Roménia, Rússia e Ucrânia), sendo seguidos, de muito perto, pela Suécia (88,89%) e da Hungria (81,82%). A Dinamarca e a Noruega seguem-se, com 72,72% , enquanto que a Geórgia (70%), a Moldávia e a Sérvia (66,67%) e Malta (50%), apresentam percentagem de apuramento positiva. 

Contudo, se tivermos em conta o regime das duas semifinais, entre 2008 e 2017, reparamos que 13 dos 18 participantes na semifinal apresenta uma percentagem de apuramento acima de 50%. A grande mudança é a subida da Polónia do 13.º lugar, com 45,45%, para o 10.º lugar com 62,50% de apuramentos no regime das duas semifinais.

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Fonte: ESCPortugal / Imagem: RTP

1 comentário:

  1. Anónimo17:16

    Resumindo, os países que tem conflitos entre eles próprios, exemplo (Azerbaijão com a Arménia; Rússia com Ucrânia) tem um resultado de 100% de apuramento para a final, isso significa, que a maioria dos Europeus, sobretudo dos países de leste gostam de votar em países conflituosos, o que não é nada bom para a Eurovisão. Se fosse por mim, o Esc voltava ao antigo, só com países ocidentais e mediterrâneos, e só com final, nada de semis-finais, em que uns passam outros não, o que origina muita discussão entre fãs do Esc e provoca sentimentos de revolta e ódio, pois para uns fãs uns países deviam ter passado á final outros não, e para outros fãs, o contrário. Até ao Esc 2003, nunca existia estes cenários e mais uma agravante que é os Big5, para aumentar mais a revolta entre países e fãs do Esc. A Turquia já se retirou, apesar de se ter retirado tarde demais, esteve presente no Esc no período das semis entre 2004 e 2012, 9 anos, se achava que os Big5 não deviam ter privilégios, o que eu sou da mesma opinião, então devia ter-se retirado do Esc mais cedo, talvez 2006, ou 2007, ou 2008? Para mim o Esc vai de mal a pior, e com mais uma agravante de a Austrália ter presença garantida na final do Esc 2015, pelo que eu saiba, este país não é Europeu, por isso, em condições normais não devia participar e muito menos ter entrada direta na final do concurso no ano da sua estreia. Cada vez gosto menos da EBU.

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