A RTP já sorteou os 26 compositores a concurso pelas duas semifinais do Festival da Canção 2018. Conheça o alinhamento das duas galas.

Depois de revelar os 26 compositores do Festival da Canção 2018, como pode recordar AQUI, a RTP realizou, esta tarde, o sorteio para dividir os candidatos pelas duas semifinais do concurso. Gonçalo Madaíl, da direção da RTP, e Júlio Isidro, presidente do júri do Festival da Canção pelo segundo ano consecutivo, foram os responsáveis pelo sorteio dos nomes dos compositores pelas duas semifinais do Festival da Canção que decorrerão a 18 e 25 de fevereiro no Estúdio 1 da RTP. Cada gala contará com 13 canções participantes, sendo que as 7 mais pontuadas seguirão para a Grande Final, agendada para 4 de março em Guimarães e que contará com 14 canções.

1.ª Semifinal (18 de Fevereiro)

Júlio Resende
Benjamim
Rita Dias
Janeiro
José Cid
Mallu Magalhães
Fernando Tordo
Nuno Rafael
Jorge Palma
Diogo Clemente
JP Simões
Francisca Cortesão
Paulo Praça

2.ª Semifinal (25 de Fevereiro)

Capicua
Miguel Ângelo
Peter Serrado
Paulo Flores
Francisco Rebelo
Tito Paris
Daniela Onis
Diogo Piçarra
Armando Teixeira
João Afonso
Isaura
Bruno Cardoso
Aline Frazão


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Fonte: RTP / Imagem: RTP

52 comentário(s):

  1. Anónimo20:11

    Achei uma boa ideia alargar os compositores ate porque assim ha mais possibilidade de encontrar boas musicas... No entanto acho 13 um excesso para uma semifinal.. Era melhor a RTP fazer 3 semifinais. E mesmo a final 14 tambem acho muito... 10-12 era o ideal

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    1. Diogo A.21:16

      A ideia inicial da RTP era aumentar de 16 para 20 músicas a concurso tendo assim 10 músicas cada semi-final, mas o efeito Salvador fez suscitar o interesse de mais compositores a querer participar e desse modo a RTP alargou para 26 músicas. Mais duas canções e já dava para 4 semis e uma second chance. :D *kidding in portuguese*

      Mas sim também acho as semis com demasiadas canções mas é preferível que assim seja porque ocupa mais tempo de emissão, logo menos enchimento de chouriços. ;)

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    2. Acho interessante a sugestão... poderia aumentar o interesse no FC... o problema de base é sempre o mesmo, orçamento(!!!) por ser um direto implica um investimento superior ao de um programa pré-gravado, ora sabendo que o ano de 2018 já vai exigir à RTP um esforço financeiro considerável devido à organização do ESC...

      Outro fator que é importante levar em consideração é o formato do FC, que é de resto uma dasMAIS antigas fórmulas de seleção nacional para o ESC e, que de resto seguiu de perto a fórmula da própria Eurovisão... logo 2 semifinais e uma grande final!

      As propostas que tenho lido aqui são muitas delas inspiraras no Melodifestivalen da Suécia... algo que muitos países estão a seguir...
      Sem prejuízo da natural evolução do formato português, gostaria que ele se mantivesse original e diferenciado... até porque a equipa do FC já demonstrou que pode adaptar e fazer evoluir o formato e isto desde o primeiro instante.

      E não nos é alheio o facto de este ano eurovisivo ter já um número maior de países a optar por seleções nacionais em detrimento da escolha interna, além das alterações à questão do idioma das canções... e aí temos de dar crédito ao fator Salvador que graças à nova filosofia da RTP, permitiu demonstrar que, a fórmula eurovisiva não é linear nem tampouco rígida. Pode vencer uma canção que não seja em inglês, de um país ocidental e quase sem vizinhos... e que o público adere também ao que é diferente desde que tenha qualidade. Sem demérito para as outras candidaturas. Em 2017 foi quebrado um tabu... esperemos que traga mais diversidade, maior qualidade e também aquilo que era a essência do ESC... uma competição com uma identidade diversa e plural no contexto europeu.

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  2. Anónimo20:17

    Segunda mais forte sem duvida

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    1. Anónimo22:00

      Não acho. Para mim, a primeira é muito melhor.

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    2. São diferentes.
      Na primeira alguns dos nomes são da velha guarda musical (José Cid e Fernando Tordo), na segunda vê-se mais sangue novo (Capicua, Diogo Piçarra).
      No fundo vai ser interessante ver em quem vão votar os portugueses, se nos músicos mais novos ou mais antigos

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  3. Anónimo20:18

    26 cancoes devia ser tres semis

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    1. Anónimo10:20

      Nao!

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    2. Anónimo13:15

      a romenia acho que vai fazer isso, eu nao me importava sinceramente :P só porque gosto mesmo do festival da cançao.

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  4. Anónimo20:43

    Pela maneira como o Júlio falou, está obvio q os compositores da velha guarda vó ser extremamente favorecidos, não importa o q mandem, e q qualquer canção q não seja em Português irá imediatamente para último, ignorando os méritos q tenha. É tāo bom saber q vamos ter um júri tāo IMparcial cuja mentalidade é de há 50 anos atrás. A RTP nāo devia partir do principal q outro milagre vai acontecer independentemente do método horrível de escolha deles.

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    1. Anónimo21:54

      Independentemente? A canção dos irmãos Sobral foi salva pelo júri.

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    2. Anónimo00:31

      21:54 a lena d'agua tambem só passou graças ao juri...mas o que o 20:43 é verdade realmente, por mais que eu agradeça por terem ajudado o Salvador.

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    3. Anónimo00:31

      Anonimo das 20:43 concordo consigo mas tenho esperança que isso nao aconteça...;/

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  5. Anónimo20:49

    Sim acho que podiam fazer 3 Semifinais porque vai tornar o show muito maçudo (com canções nada comerciais como normal)

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  6. Anónimo21:03

    Nunca está nada bem...No ESC são semi finais com 20 e aqui não podem ter 13....Irra...

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  7. Anónimo21:52

    A distribuição ficou semelhante, com "bons nomes" em ambas as semifinais. Só espero que o alinhamento que a RTP vai fazer seja o mais justo e não viciado (ainda que o sorteio, no mesmos moldes, fosse o metodo mas isento possível).
    Parto com grandes expectativas para este FC e então desde que se soube que a Catarina Miranda (aka Emmy Curl) vai ser a voz da composição do Julio Resende, mais radiante fiquei!! :D Para quem conhece o trabalho destes dois, é óbvio que será uma dupla potencial vencedora!

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    1. Anónimo22:45

      Tem alguma fonte para essa informação?

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    2. Rui F22:52

      Nem pode imaginar o quão contente fiquei com essa informação. Simplesmente adoro os dois, incluso lamentava o facto de a RTP não ter convidado a fantástica Emmy Curl enquanto compositora.

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    3. Anónimo22:56

      como assim a Emmy Curl vai ser a voz de uma composição de Júlio Resende?! Aii a expectativas para o FC 2018 que o FC 2017 (e já estava com altas expectativas!).
      não me queres dizer onde viste essa informação?

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    4. Anónimo01:44

      Possivelmente a fonte é informal, alguma informação dita de forma oral, porque os compositores devem ter sido instruídos pela RTP para não revelarem esse tipo de dados.

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    5. Anónimo16:15

      Se for verdade, será tão bom! O Júlio Resende é o meu compositor preferido deste ano (a par da Mallu Magalhães), mas se for com a Emmy Curl fica ouro sobre azul.

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  8. Anónimo22:05

    Adorei, ora na mão esquerda ora na mão direita,,, ora na esquerda ora na direita, parecia eu a contar pelos dedos na escola primaria. chegava a um ponto faltava me dedos para tantos números...

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  9. se faz é pq faz...se n faz pq n faz... se sim pois sim, se não pois não, se entra pq devia ficar de fora, se fica de fora pq devia entrar.... ó gente complicada. o melhor é: sem conhecerem musicas e interpretes: a melhor é a 1ª semi...a mais forte é a 2ª...lol

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    1. Anónimo12:45

      (h) (h) (h)

      Concordo completamente com este comentário.

      Este ano estou muito satisfeito com a RTP. E estou confiante que teremos uma boa canção. Pode ser que noutro ano convidem o Rodrigo Leão.

      Martim de Deus Menisco

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    2. Anónimo14:26

      Também penso o mesmo. Rodrigo Leão, ficamos à espera.

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  10. Anónimo23:07

    Confio no bom gosto musical do Nuno Markl desde que ele disse no dia 13 de maio qualquer coisa como 'se não ganhar portugal que ganhe a bélgica'. City Lights era uma das minhas três canções preferidas deste ano juntamente com a da Finlândia.

    Não me importava que o Markl fosse jurado (c)

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  11. Anónimo23:31

    Os da primeira semi final tem vantagem porque vão ter as suas músicas reveladas uma semana antes ...

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    1. Anónimo11:27

      Acho que os da segunda têm (pequena) vantagem porque vão estar mais frescas

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  12. Seja o que acontecer o Cid vai ter lugar na final mande o que mandar 😏

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    1. Anónimo01:20

      O Cid não vai como cantor, não acredito que o faça. Portanto, logo aí só pela autoria da composição não será beneficiado.

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  13. Anónimo00:57

    Espero que escolham jurados de varias faixas etarias e que estejam ligados à musica.

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  14. Anónimo02:54

    Curioso para saber quem venha ser o (a) intérprete da canção de Mallu, embora eu penso diretamente na Banda do Mar, se for ficaria triste em ver a eliminação por conta do seu sotaque.

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    1. Anónimo10:02

      Só se for pelo televoto... A menos que a comunidade brasileira vote em peso. Também depende da força ds canção. Se for a própria Mallu, o carisma é muito forte e vai arrebatar votos nas novas gerações de tugas.

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    2. Anónimo12:55

      10:02 a comunidade brasileira nao vai votar em peso só por ela ser brasileira. Eles sabem separar as coisas, votam no que gostam.

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    3. Anónimo13:00

      02:54 nunca seria por causa do seu sotaque, portugal está habituado e novelas brasileiras sempre foram populares aqui. Eu cresci a ouvir sandy junior :-)

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  15. O COMPLEXO MELODIFESTIVALEN:
    Tantas contradições... continuamos a considerar “amar pelos dois” um milagre... fruto de um acaso irrepetível... em vez de atribuírem ao menos parte do mérito ao trabalho desta equipa da RTP que reformulou o festival... enfim, típico dos portugueses nunca reconhecerem o valor de alguém, nem nunca darem crédito... claro, isso porque todos quantos o não fazem e que apenas criticam, sofrem de um mal tão conhecido e tão presente na sociedade, A INVEJA!!!!

    Depois porque muitas destas pessoas, que representam uma pequena minoria, FELIMENTE (!!!) regem-se pelo exemplo e modelo de sucesso sueco... que aparentemente se estendeu e alastrou como uma pandemia por toda a Europa como uma pandemia... e que apenas tem resultado com a Suécia...!!!! A CANÇÃO TEM DE SER CATCHY, EM INGLÊS, TER UMA VOZ POTENTE, UM RITMO QUE DEMORE APENAS UNS SEGUNDOS A EXCITAR A AUDIÊNCIA.... E CLARO, Portugal nunca vencerá porque não tem vizinhos e é tudo política...

    Em 2017, Portugal contrariou todas as previsões e deitou por terra todos os mitos eurovisivos... e por milagre?!!!
    Não meus senhores, porque alguém escolheu os compositores certos, e porque um dos compositores teve a coragem de apresentar uma canção que não obedecia aos formatos nem aos ditos “cânones” eurovisivos... E GANHOU MEUS SENHORES...!!! Graças ao bom senso do júri nacional...!!!! LEMBRAM-SE?!!!

    Agora claro, 13 canções por semifinal é muito... 14 na final é demasiado... MAS AS SEMIFINAIS DA EUROVISÃO TÊM 18 EM MÉDIA E A FINAL 26 !!!!
    E este ano estamos a organizar a Eurovisão, logo o modelo do FC SE APROXIMAR DO DO ESC!!!!

    Acabem com esse complexo do Melodifestivalen... nós temos o nosso modelo e pronto... o tempo demonstrará quem tem razão...

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    1. Anónimo13:13

      lol

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    2. Rui F14:28

      100% de acordo.

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    3. Anónimo23:00

      Dos piores comentários que ja li neste site. E é preciso gritar para se fazer ouvir? Credo. Quando alguem tem tanta necessidade de se justificar é porque sabe que no fundo, os outros têm alguma razao. Todos os que criticam têm inveja, realmente é isso. Poupe-me.

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    4. Rui F01:21

      Apresentar argumentos de forma sistematizada e dar-se ao trabalho de expor bem uma posição não tem nada a ver com "necessidade de se justificar".

      Quando leio "Credo" num comentário, construo de imediato o perfil de quem está por detrás... Fraquinho e poucochinho, para não dizer mais nada.

      Quanto às maiúsculas abundantes, estou de acordo com a crítica. Já agora recomendo que confira a acentuação nos seus comentários.

      Nota: Não sou o autor do comentário em causa.

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    5. Se consideraram as maiúsculas como sendo uma forma de gritar, peço desde já desculpa... não era a minha intenção, apenas uma forma de destacar a ideia em causa, já que aqui não existe o itálico ou negrito...
      quanto aos erros de pontuação ou de sintaxe, por eles também peço desculpa... e desde já agradeço a correção e acima de tudo por terem lido o meu comentário. No entanto tendo eu apenas o 6.º ano de escolaridade penso que vos ajudará a me perdoarem esses meus erros.
      Terei em conta tudo isso é nos meus comentários seguintes não utilizarei maiúsculas para destacar pensamentos e terei mais atenção à ortografia e sintaxe...
      Grato pela compreensão e uma vez mais peço desculpa.

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  16. Anónimo14:34

    Acho que 13 canções para uma semifinal é muito, mas o problema está no facto da RTP não ter tantos recursos financeiros. Porque senão, bastava mais 2 canções e em vez e fazer 2 semifinais fazia-se 4. Mas lá está, com poucos recursos financeiros e com a Eurovisão a realizar-se cá, não há muita margem de manobra...

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    1. Anónimo15:01

      Concordo completamente consigo! E uma das coisas que se deveria mudar também era o processo de votação, porque, na minha opinião, o júri de sala nas semifinais influencia a votação do publico na final.
      Acho que o processo de votação deveria ser o seguinte: um júri nacional composto pelas 7 regiões do país (cada região era composta por 3 júris) em que a sua votação valeria 25%; um júri internacional composto por 7 países (cada país era composto por 3 júris) em que a sua votação valeria 25%; e a votação do público valeria 50%. Isto, utilizando o mesmo sistema de pontos usado na Eurovisão.
      Quando o júri nacional e o júri internacional tivessem votado, os pontos seriam convertidos para 12, 10, 8-1 pontos. A votação do público já estava convertida para este sistema, sendo que a canção vencedora receberia, no máximo, 24 pontos.
      Voltando ao júri internacional, este era composto por 7 países, sendo que esses países tinham de ser participantes na Eurovisão desse ano. Dos 7 países, dois lugares seriam ocupados por 2 países dos Big Five e um lugar seria para o país organizador da Eurovisão desse ano (caso Portugal fosse o país organizador, esse lugar ficava para o país organizador do ano anterior). Ou seja, todos os anos, era feito um sorteio de 6 dos 7 países que componham o júri internacional.
      Penso que assim tornaria o Festival mais interessante e menos parcial nas escolhas das canções.

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    2. Anónimo15:17

      Concordo consigo! E uma das coisas que se deveria mudar também era o processo de votação, porque, na minha opinião, o júri de sala nas semifinais influencia a votação do publico na final.
      Acho que o processo de votação deveria ser o seguinte: um júri nacional composto pelas 7 regiões do país (cada região era composta por 3 júris) em que a sua votação valeria 25%; um júri internacional composto por 7 países (cada país era composto por 3 júris) em que a sua votação valeria 25%; e a votação do público valeria 50%. Isto, utilizando o mesmo sistema de pontos usado na Eurovisão.
      Quando o júri nacional e o júri internacional tivessem votado, os pontos seriam convertidos para 12, 10, 8-1 pontos. A votação do público já estava convertida para este sistema, sendo que a canção vencedora receberia, no máximo, 24 pontos.
      Voltando ao júri internacional, este era composto por 7 países, sendo que esses países tinham de ser participantes na Eurovisão desse ano. Dos 7 países, dois lugares seriam ocupados por 2 países dos Big Five e um lugar seria para o país organizador da Eurovisão desse ano (caso Portugal fosse o país organizador, esse lugar ficava para o país organizador do ano anterior). Ou seja, todos os anos, era feito um sorteio de 6 dos 7 países que componham o júri internacional.
      Penso que assim tornaria o Festival mais interessante e menos parcial nas escolhas das canções.

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  17. Anónimo15:31

    Também acho que 13 canções para uma semifinal é muito mas uma das coisas que se deveria mudar era o processo de votação, porque, na minha opinião, o júri de sala nas semifinais influencia a votação do publico na final.
    Acho que o processo de votação deveria ser o seguinte: um júri nacional composto pelas 7 regiões do país (cada região era composta por 3 júris) em que a sua votação valeria 25%; um júri internacional composto por 7 países (cada país era composto por 3 júris) em que a sua votação valeria 25%; e a votação do público valeria 50%. Isto, utilizando o mesmo sistema de pontos usado na Eurovisão.
    Quando o júri nacional e o júri internacional tivessem votado, os pontos seriam convertidos para 12, 10, 8-1 pontos. A votação do público já estava convertida para este sistema, sendo que a canção vencedora receberia, no máximo, 24 pontos.
    Voltando ao júri internacional, este era composto por 7 países, sendo que esses países tinham de ser participantes na Eurovisão desse ano. Dos 7 países, dois lugares seriam ocupados por 2 países dos Big Five e um lugar seria para o país organizador da Eurovisão desse ano (caso Portugal fosse o país organizador, esse lugar ficava para o país organizador do ano anterior). Ou seja, todos os anos, era feito um sorteio de 6 dos 7 países que componham o júri internacional.
    Penso que assim tornaria o Festival mais interessante e menos parcial nas escolhas das canções.

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    1. Anónimo03:13

      Concordo plenamente.

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    2. Anónimo16:04

      Discordo em absoluto com qualquer tipo de júri cujos jurados provêm das OGAE. As suas votações são um desastre. Gente conhecedora de música e de preferência desconhecedora do fenómeno eurovisivo... Só assim garantimos a qualidade e o júri pode fazer a diferença em relação ao gosto das maiorias. Evidentemente, há raras exceções de coincidência de opiniões... Salvador Sobral em Kiev!!! (Não em Lisboa, onde o júri fez, felizmente, toda a diferença).

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    3. Anónimo22:15

      Eu nunca mencionei que o júri era composto por pessoas que proveniessem da OGAE. E já que fala disso, por exemplo, para formar o júri internacional, a RTP, depois de feito o sorteio dos países que compunham o júri internacional, entrava em contacto com as emissoras desses países para escolher 3 pessoas ligadas à área da música.

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    4. Anónimo19:47

      A música é uma linguagem universal. Logo, não se justificam os juris internacionais. A qualidade quando é notória, é perceptível por qualquer júri independentemente da nacionalidade... Exemplo: Amar Pelos Dois. Foi muito importante o facto de a EBU ter sigo mais rigorosa em 2017 na constituição dos júris de cada País, basta ver as áreas profissionais de uma grande maioria.

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    5. Anónimo19:13

      19:47 Como eu já referi, na minha opinião, o júri de sala nas semifinais influencia a votação do publico na final. Além de que é tendencioso, dando mais pontos a canções em português, independentemente da sua qualidade. E com os compositores do FC 2018 (com nomes como Júlio Resende, José Cid ou Jorge Palma), mais tendencioso será o júri. O facto de ter um júri internacional quebraria com esta parcialidade do júri português pois, o nosso júri valoriza mais quem escreve a música ou quem a canta do que propriamente a qualidade da música, como também o júri internacional, à partida, tem maior desconhecimento do panorama musical português, focando-se mais na qualidade das músicas.

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    6. Anónimo19:26

      Esse sistema de votação seria só aplicado na final?

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    7. Anónimo19:40

      Este processo seria utilizado tanto nas semifinais e na final, sendo que nas semifinais eram apenas anunciados quem passaria à final (sem revelar em que posição ficaram) e na final ver-se-ia quem votou em quem (quando, na final, se soubesse o vencedor a RTP, no seu site, revelaria as votações das semifinais, tanto dos júris, como do público).

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