O contrato de concessão com o Estado previa que a RTP lançasse quatro novos canais, entre os quais um exclusivo de Música. O presidente da RTP falou hoje sobre o assunto.


Numa ampla entrevista publicada hoje pelo Jornal de Negócios, o presidente da RTP, Gonçalo Reis, foi confrontado pelo facto de ainda não ter entrado em funcionamento qualquer dos 4 novos canais alegadamente contratualizados com o Estado. Segundo esta publicação, o contrato de serviço público celebrado com a RTP previa o lançamento de 4 novos canais - Juvenil, Conhecimento, Sociedade Civil e Música. O presidente da RTP, Gonçalo Reis, respondeu: "A RTP tem os atuais canais de televisão, de rádio e tem a sua oferta no digital. Temos de trabalhar para assegurar que os instrumentos atuais são cada vez melhores. Acho que temos de trabalhar nessa lógica do que inventar novos cenários e inventar novos canais".

Está, pois, colocada de parte a criação de novos canais, nomeadamente o de Música, por esta administração.

Na mesma entrevista, o presidente da RTP informou que as audiências da RTP3 duplicaram desde que o canal passou a ser disponibilizado em sinal aberto, através do TDT, e que as audiências da RTP Memória "triplicaram" na TDT. 


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Fonte: JORNAL DE NEGÓCIOS / Imagem: RTP

5 comentário(s):

  1. Anónimo20:55

    Acho bem. Não acho que seja necessário...

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  2. Anónimo21:05

    Sem pés nem cabeça tamanha idiotice!! A RTP está entulhada de publicidade (para quê a pagamos directamente noutros serviços, como a electricidade?, para quê um orçamento chorudo dado pelo Estado?), que tal a televisão pública eliminar de uma vez com a publicidade (onde existe muita enganosa), assim já teria espaço para uma programação mais completa e profissional! Daqui a nada inventariam os canais Desenhos Animados, Conversa Barata, Televendas, Novelas, Jetset, etc., para desperdiçar o nosso dinheiro e Portugal voltar ao tempo negro da Troika!

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    1. Anónimo00:41

      Com todos esses "pontos de vista" não fiquei a perceber se é a favor ou contra o canal!? E para que saiba as receitas de publicidade e taxa audiovisual sao o que mantêm o canal aberto... e também caso não saiba existem estudos de mercado e estudos de interesse, chegando possivelmente à conclusão que não era fiável abrir espectro a novo canal com a relação audiência/custos apresentada. Como disse é um grupo de comparticipação pública, logo é mais inteligente ter 3 canais com grelha variada do que 9 ou 10 com orçamento de baixo-custo. Quantidade não é sinônimo de qualidade.

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    2. Anónimo14:04

      Anónimo 00:41, obviamente que sou contra o desperdiço do nosso dinheiro, ou dinheiro público como queira! Se "as receitas de publicidade e taxa audiovisual sao o que mantêm o canal aberto", como se de um canal privado se tratasse, com excepção da taxa audiovisual que o privado não recebe, como explica os milhões que recebe do Estado, que daria para pagar quase uma dezena de ESCs? Se as televisões privadas vivem unicamente da publicidade, a RTP também pode perfeitamente viver da publicidade, e o orçamento que lhe é dado pode ir para áreas como a da cultura ou até da Saúde, que está uma vergonha. Estou plenamente de acordo com as suas duas últimas frases (h)

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  3. Rui Ramos21:51

    Já ficaria satisfeito com programas de música na RTP1 com o regresso do Top +

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