O fotógrafo da agência russa Rossiya Segodnya, Ramil Sitdikov, foi proibido de entrar na Ucrânia, apesar de estar acreditado no Festival Eurovisão. Segundo as autoridades, não foi possível confirmar o propósito da sua visita.

A agência russa Rossiya Segodnya, agência de notícias internacionais da Rússia, anunciou, esta tarde, que o fotógrafo Ramil Sitdikov, credenciado para o Festival Eurovisão 2017, foi banido da Ucrânia, com as autoridades ucranianas a rejeitarem a sua entrada e a acompanharem-no a um voo de regresso.

Segundo Alexandre Chtol, chefe do departamento fotográfico, a acreditação estava "perfeitamente em ordem", afirmando que os organizadores do Festival Eurovisão tinham sido contactados, "Numa situação normal, Ramil, com a confirmação da acreditação, deve receber o original no Centro de Imprensa em Kiev. Contudo, uma cópia do certificado impresso através do site oficial não foi suficiente para as autoridades do aeroporto que exigiam uma carta oficial da Eurovisão".

De regresso à Rússia, Ramil Sitdikov disse que foi questionado sobre as razões da sua visita ao país, tendo sido logo reencaminhado para um voo de regresso. De acordo com as autoridades ucranianas, o fotógrafo não conseguiu "confirmar a finalidade da sua visita ao país, tendo por isso sido convidado a abandonar o mesmo".

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Fonte: fr.sputniknews /Imagem: Google

4 comentário(s):

  1. Anónimo00:51

    Uma vergonha.. Para quem dizia que eles nao baniram a Russia mas so a Julia... Este nao esteve na Crimeia.. Qual a desculpa? Banir a Ucrania do festival no proximo ano como castigo...

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  2. Anónimo00:54

    Vergonhosa a atuação ucraniana.

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  3. Anónimo01:47

    Calma, estamos só a ouvir o lado da história contada pelos russos. Sinceramente, isto já nem me interessa, o que interessa é como o espetáculo corre e pronto

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  4. Anónimo07:28

    A política do governo russo não representa necessariamente o povo russo. Pode haver quem não saiba, mas sobretudo nos anos 60 e início dos anos 70 havia quem, noutros países, confundisse ser-se português com um regime que era internacionalmente criticado e desconsiderasse quem era português. Se as autoridades ucranianas pensam que atitudes destas são prestigiantes, estão enganadas. Que perigo consistiria para o país a presença deste fotógrafo? Terá alguma vez fotografado a Crimeia?

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