A imprensa russa escreve hoje que o país poderá ser impedido de participar no Eurovision Song Contest 2018, se se recusar a transmitir o evento deste ano.


A imprensa russa noticia hoje que a União Europeia de Radiodifusão pode proibir o país de participar na Eurovisão 2018, caso o país se recuse a transmitir o concurso europeu deste ano. O Channel One avançou, aquando do anúncio da desistência do ESC2017, que também não iria transmitir o evento. A Rússia já viveu uma situação parecida em 1999, quando tentou voltar à competição nesse ano mas foi impedida por não ter transmitido a edição de 1998. O país acabou por transmitir o ESC1999 e voltar a competir em 2000.

As regras da UER dizem que um país tem de transmitir o concurso no ano anterior à sua participação. No entanto, esta regra já foi contornada em 2014, quando foi oferecida à Turquia a participação na Eurovisão desse ano, apesar do país não ter transmitido o evento em 2013.

O Channel One não está, contudo, preocupado com esta situação. Konstantin Ernst, CEO do canal russo, assegurou que Julia Samoylova será a representante do país em 2018. A Eurovisão tem sido um tópico quente na imprensa russa e uma sondagem mostrou que apenas 7,41% dos russos consideram participar na Eurovisão importante.


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Fonte: wiwibloggs / Imagem: thesun / Vídeo: eurovision.tv

10 comentário(s):

  1. Anónimo14:07

    Ainda bem assim não temos que recebê-los em Lisboa no próximo ano :))

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    1. Anónimo16:07

      Acham se pessoas muitos liberais e querem multiculturalismo, igualdade,.. mas depois tem comentarios destes...

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  2. Anónimo14:07

    Se a Ucrânia também for impedida no próximo ano concordo com a medida da Rússia nao participar, caso a Ucrânia continue a participar no proximo ano a Rússia também deverá participar

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  3. Rui Ramos14:56

    A imprensa russa nao sabe que essa regra ja acabou há muito

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  4. Anónimo16:06

    A Russia nao deve ser impedida pois quem nao permitiu a participação dos seus representantes foi a Ucrania...

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    1. Anónimo18:30

      Pois é anónimo das 16:06, mas dizeres que a Rússia podia ter escolhido outro representante que não estivesse incluído na lista negra, lá isso TU NÃO DIZES E DEVIAS DIZER.
      Quem criou o inicio da polémica foi a Rússia, porque sabia perfeitamente que a representante que escolheu não podia entrar em território ucraniano, fez-lo por provocação.

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    2. Anónimo20:26

      sim, anónimo das 16:06, o que é preciso dizer TU NÃO DIZES E DEVIAS DIZER. Falou e falou certo, anónimo das 18:30!

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    3. Anónimo01:25

      Nao eu digo o que e correto pois relembro que a Julia NAO ESTAVA NA LISTA NEGRA ANTES....so depois foi incluida... E a Russia depois nao tinha tempo para escolher outro representante e fazer uma musica decente... E anonimos das 18:30 e 20:26 eu tambem sei ver que a Russia em culpa no cartorio mas quem proibiu foi a Ucrania...

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  5. Anónimo23:16

    As regras da EBU ja perderam o respeito e essa regra da transmissão e estupida na minha opniao e deveria ser repensada.
    Espero bem que a russia volte e e que volte em peso e que a ucrania tenha o castigo que merece, que pelo que ja li a julia so apareceu na lista negra depois da russia a ter eleito. e escolher outro artista estava fora de questão, para isso teriam de fazer tambem outra musica dado que esta foi escrita pela julia e isto nao se faz em dois dias

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  6. Anónimo10:44

    Em primeiro lugar, devo dizer que não posso achar minimamente aceitável que um país invada uma região doutro. A minha simpatia pelo atual poder russo é nula. No entanto, o que os anónimos das 23.16 e 01.25 dizem está certo: ela tinha estado em território ucraniano, mas não para cantar - para participar num encontro com doentes da mesma condição dela. Não integrava nenhuma lista. Quando é escolhida para representar a Rússia, as autoridades ucranianas lembram (e lembram-se) que ela tinha estado na Crimeia num evento público e vetam-na. Não se pense que o regime ucraniano é mais liberal do que os da Rússia e da Bielorrússia. Nem mesmo certos (aparentes) porta-vozes. Quando no ano passado houve uma tentativa de rebelião contra o (mais do que autoritário) governo turco, gorada por intervenção das forças afetas ao regime, Jamala, que tantas vezes dissera que havia escrito uma canção "pela paz e pela tolerância" ("1944") e que é contra (e muito bem) a prepotência russa, veio a público afirmar estar feliz por a "ordem ter sido restabelecida na Turquia".

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