A escolha de Robin Bengtsson, terceiro classificado no televoto, para o Festival Eurovisão 2017 está longe de ser unânime: muitos eurofãs suecos atacam a SVT e pedem a reformulação do júri internacional no concurso.

Desde a instauração do atual sistema do Melodifestivalen, o favorito do público sueco venceu em 12 das 15 ocasiões: apenas Martin Stenmarck, Charlotte Perrelli e Robin Stjernberg chegaram ao Festival Eurovisão sem o favoritismo dos suecos, mas tendo terminado na segunda posição das suas preferências. Contudo, tal não aconteceu com os resultados de sábado: Robin Bengtsson venceu o Melodifestivalen 2017 com a vitória destacada no júri internacional e o terceiro lugar na votação do público.

Apesar de ter recolhido 10,6% de preferência no televoto (menos 0,3% do que Wiktoria e 1,3% do que Nano), a escolha foi bastante criticada nas redes sociais, com diversos utilizadores a acusarem a SVT e a apelar a uma mudança no sistema de votação: "Porque raio é o júri internacional" a escolher os nossos representantes? E a colocarem os nossos favoritos em baixo" e "Isto é tudo manobra da SVT para ganhar os seus favoritos" são alguns dos comentários que se podem ler no facebook oficial da competição.

No entanto, outros utilizadores garantem que a culpa da discórdia se deve à aplicação do evento: "Parem de reclamar com o júri internacional. A culpa é da aplicação e nada mais... Apenas 27 pontos separaram a primeira da última. A aplicação tem de ser erradicada".

Confrontado com a polémica, Christer Björkman, produtor executivo do Melodifestivalen, recordou que desde a instalação plena do júri internacional no concurso, a Suécia conquistou duas vitórias e dois terceiros lugares: "Procuramos sempre encontrar um equilíbrio das diversas partes para obter o vencer. Deve ser sempre uma canção que marca todo um público e não apenas uma parcela".


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Fonte e Imagem: SVT / Vídeo: eurovision.tv

5 comentário(s):

  1. Anónimo09:40

    Inevitavelmente que um júri internacional pode ser tendencioso e não refletir as preferências dos suecos. É lógico. Atribuir o mesmo peso à votação de um júri e à votação de um público sueco que vota em peso, é que que se calhar terá de ser repensado.

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  2. Anónimo10:25

    Os suecos tiver foi sorte de ter um júri internacional competente , a melhor música ganhou sem dúvidas , se a Suécia tivesse levado o nano podem ter a sorte que nem da semi final passavam!

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  3. Curiosamente o mesmo que os suecos pensam sobre a SVT, os portugueses acham da RTP.
    (So tirando o facto do nosso júri não ser internacional)
    Será que o Salvador è o nosso Mand Zemerlow?

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  4. Anónimo14:49

    Não acho que o problema esteja no juri internacional, mas sim na aplicação que faz com que o televoto seja demasiado equilibrado. Isto porque na aplicação pode-se votar 5 vezes na mesma canção, o que acontece é que as pessoas votam 5 vezes em todas as canções, e depois os resultados são como são, muito equilibrados e não refletem a verdade. A meu ver ou a aplicação é eliminada, ou então reformulada, por exemplo cada conta da aplicação só pode votar 5 vezes na final...e não 5 vezes por canção. Haveria menos votos mas mais verdade e justiça.

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  5. Anónimo17:11

    Concordo plenamente com os suecos.. porque raio ao os estrageiros de escolher os representante deles? Se eles votaram no Nano e na Wiktoria um desses deve ser o representante.. alias sao esses os meus favoritos.. o Nano era quem merecia... isto tem aconteciso em muitos paises.. ja em espanha foi o mesmo... a populacao que se revolte... levem o Nano..

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