O diretor-geral da emissora de São Marino, Carlo Romeo, reagiu à polémica em torno da proibição imposta a Julia Samoylova: "Os conflitos devem ficar de fora do Festival Eurovisão".

Carlo Romeo, diretor geral da emissora estatal de São Marino, comentou recentemente a decisão dos Serviços de Segurança da Ucrânia em proibir a entrada de Julia Samoylova, impossibilitando a sua participação no Festival Eurovisão 2017. "Enquanto representante de uma emissora nacional não posso estar satisfeito com o comportamento da Ucrânia" revelou, afirmando que "os conflitos devem ficar de fora do Eurovision Song Contest".

De realçar que, exceptuando as emissoras da Rússia e da Ucrânia, nenhuma emissora estatal filiada à EBU/UER reagiu à polémica em torno de Julia Samoylova até às declarações de Carlo Romeo. Além disso, até ao momento, ainda não é conhecido se a Rússia integra o lote de participantes do concurso ou se ficará de fora da competição, pela primeira vez desde 1999.

Aceda, de seguida, à candidatura de São Marino ao Festival Eurovisão 2017:


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Fonte: Eurovoix / Imagem: SMRTV / Vídeo: eurovision.tv

5 comentário(s):

  1. Anónimo17:28

    Muitos parabens a são Marino que apesar de ser o mais pequeno dos paises e o mais corajoso e que nao tem medo de manifestar a sua opiniao.. Estou totalmente de acordo... Nenhum país deve ser impedido de participar... Todos deviam ser como Sao Marino que apesar da sua pequenes tem cotagem para abrir a boca e nao e como os paises que se acho enormes potencias e depois vesse... Todos se deviam manifestar em relacao a isto poisja esta a ser ridiculo pois isto e o ESC um programa de musica para todos os paises da Europa e como tal nenhum pais tem o direito de proibir o outro independentemente de politiquisses... Mais uma vez uma grande salva de palmas

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  2. Anónimo21:02

    Parabéns à estação de televisão de São Marino por ter um diretor-geral que diz o que pensa. Não está em causa concordar-se ou discordar-se do que afirma. Em causa está o silêncio das outras delegações. Todas tinham sido informadas de que havia uma lista com nomes de artistas que não poderiam participar no ESC de Kiev? Pelo menos há na estação de São Marino quem tenha uma voz e há também quem não se tenha calado perante a humilhação que a UER/EBU infligiu ao pequeno estado (preparando-se para fazer o mesmo este ano), substituindo o televoto do país por uma combinação de votos doutros países, que não identifica. E é também a mesma UER/EBU que permite que dois países (Azerbaijão e Arménia) não abram a linha telefónica correspondente à canção um do outro.

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    1. Anónimo00:21

      Oi desculpa? O que da Arménia e Azerbaijão? A ser verdade é vergonhoso!!!

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    2. Anónimo08:43

      00:21 - A questão entre o Azerbaijão e a Arménia (no ESC) já vem de longe e, para se evitarem situações como a que este artigo relata (televotantes chamados à polícia): http://world.time.com/2012/03/11/how-armenia-and-azerbaijan-wage-war-through-eurovision/ hoje em dia, fechando-se as linhas, nem os espetadores dum país votam na canção do outro, nem o contrário. A UER pouco poderá fazer, porque cada país é soberano, mas humilhar a estação de televisão dum pequeno estado (São Marino), onde não há uma rede própria de telemóveis - mas ainda há quem tenha rede fixa -, combinando votos de outros países que não identifica e fazendo-os passar pelo televoto de São Marino também não é ético (sobretudo o processo de escolha desses outros países, não identificados). A estação de televisão de São Marino não se tem calado e agora, em relação a esta questão Rússia-Ucrânis, também não, o que só lhe fica bem.

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  3. Anónimo22:46

    Bravo!!

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