Thomas Schreiber, chefe de entretenimento da ARD, criticou a Rússia e a Ucrânia pelo conflito que criaram no Eurovision Song Contest 2017.


O chefe de entretenimento da ARD, emissora pública alemã, juntou-se aos críticos do conflito Rússia-Ucrânia que tem marcado a ordem do dia no Festival da Eurovisão. Thomas Schreiber, que está envolvido na participação alemã deste ano, criticou russos e ucranianos dizendo que "a emissora russa sabia quem estava a escolher, e as autoridades ucranianas também sabem o que estão a fazer".

Thomas Schreiber adiantou, no entanto, que quer ver a Rússia a competir em Kiev. "Se isto é ou não possível depende da boa vontade de ambas as partes ou das emissoras responsáveis. Ao mesmo tempo, isto tem tudo uma importância simbólica tão grande que as emissoras poderão não agir de forma tão independente quanto seria desejado na Europa ocidental", disse.

Mas as críticas não ficaram por aqui. O chefe de entretenimento da emissora alemã criticou ainda a União Europeia de Radiodifusão pela forma como tem tratado o assunto. "Não faz sentido que esta discussão tenha lugar na praça pública, isto nunca acontece", afirmou.


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Fonte e Imagem: eurovoix / Vídeo: eurovision.tv

8 comentário(s):

  1. Quando é que a EBU acaba com esta palhaçada de vez? Nem se consegue aproveitar o festival em condições assim... o espírito eurovisivo parece que não existe

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  2. Continuo à espera da reação da RTP ;-;

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    1. Anónimo00:38

      A RTP nem se apercebe do que está a acontecer :P Aliás, a RTP já há uns bons anos que não se apercebe de nada do que acontece à sua volta em termos da Eurovisão...

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    2. Claro anónimo por isso é que a RTP nem passou nos seus jornais a notícia de a Ucrânia ter banido a artista russa de participar no festival...
      não fale do que não sabe

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    3. Anónimo11:28

      A Sic e a TVI noticiaram isto, por isso a RTP deve estar a par. E não acho que se tenha de pronunciar em praça pública para ninguém, pode se quiser tomar a sua posição juntos dos órgãos competentes.

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  3. Concordo completamente com a posição de Thomas Schreiber, a Russia sabia o que estava a fazer, a Ucrânia sabe o que está a fazer, só a EBU é que não sabe para onde se virar.
    Sinceramente acho que neste momento a participação da Rússia este ano acabava completamente com o sentimento de insenção que existe na Eurovisão.
    A Rússia participando e não passando a semifinal é prova do ódio à Rússia do jurado, passando é favoritismo. Para não dizer que tendo uma boa pontuação ou mesmo ganhando a final pode significar que EBU ofereceu a vitória como compensação... Se o público eurovisivo começa a falar de"conspiração" quando se sabe do resultado das votações nacionais (não esquecer os comentários a acusarem a RTP de manipularem os portugueses a votar no Salvador, numa selecção que poderiam ter feito internamente, como fez a Rússia e a França, por exemplo).
    Neste momento o melhor é a Rússia ficar em casa.

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  4. Anónimo15:40

    Muito bem dito... Espero que todas as delegacões se manifestem contra isto... Tanto a Ucrania como a Russia nao têm direito a trazer a politica para o ESC e como tal a Russia tem todo o direito de participar

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    1. Anónimo22:56

      LOL, deixa-me rir, oh anónimo das 15:40, essa última parte do seu comentário é ridícula, dizer que a Rússia tem todo o direito de participar depois de tudo o que faz ano após ano? NÃO TE ESQUEÇAS QUE A RÚSSIA ROUBA UM LUGAR NA FINAL para um país com mais mérito musical. E não esqueçamos que estamos a falar de um concurso de música e a política deve estar bem longe deste concurso de uma vez por todas, para não criar desilusões aos fãs do Esc.

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