"Não tenho nada a esconder" afirmou Toñi Prieto na sua primeira declaração pública após as diversas polémicas em torno do Objetivo Eurovisión, uma delas envolvendo a sua filha.

Depois de ter "abandonado à sua sorte" o cantor Manel Navarro ao recusar-se a responder a qualquer pergunta da imprensa, Toñi Prieto reagiu, recentemente, às inúmeras polémicas em torno do Objetivo Eurovisión. A diretora de entretenimento da RTVE garante estar de "consciência tranquila" em todo esse período: "Não vou mentir, não tenho nada a esconder".

Sobre a polémica em torno da sua filha (AQUI), a diretora diz que as notícias não têm qualquer fundamento: "A minha filha está a trabalhar na Sony Music España há 10 anos. Anteriormente esteve 3 anos na Universal Music e antes na Globomedia e Videomedia. Por sorte ou desgraça, ela está no mesmo mundo profissional que eu. Algo que acontece em mil e um casos entre pais e filhos".

Toñi Prieto relembrou que as produtoras já estiveram envolvidas no programa anteriormente: "No ano passado, no Objetivo Eurovisión 2016, houve um candidato da Sony (Salvador Beltrán), dois da Universal (Maverick e Barei) e outros de pequenas discográficas. Além disso, a Edurne, associada à Sony, fez parte do júri e não ganhei o Salvador. Ganhou a Barei que não tem nada a ver com a minha filha ou a sua produtora".

Questionada sobre os possíveis conflitos de interesse, Toñi garante que a honestidade é algo fulcral na sua vida: "Em anos anteriores houve muitos candidatos da Warner e jamais a minha filha trabalhou nessa companhia. Quem me conhece um pouco nesse mundo sabe que ande por onde andar, sou sempre muito honesta. Não o digo por dizer: sou mesmo. Não fiz nem nunca tive qualquer acordo com ninguém, pois isto seria contra os meus princípios de vida".

"Quando temos edições especiais e contamos com artistas, contamos sempre com associados de diversas discográficas (...) Não sou vidente nem sei em quem vão votar os júris ou o público" enfatizou Toñi, terminando com "Alguém acredita que eu veto artistas de X companhia porque a minha filha trabalha na Y? Eu nem tenho esse poder. Não sou quem toma as decisões. Há uma equipa de trabalho por trás. Apenas sou a pessoa que recebe as equipas de trabalho com as candidaturas".

Contudo, se o objectivo era apaziguar a polémica... o mesmo teve efeitos contrários. Horas depois das declarações de Toñi, o portal televisivo Bluper avançou que Toñi Prieto mentiu sobre os anos de trabalho da filha: segundo a publicação, a filha da diretora entrou na multinacional musical em 2015, e não em 2007, coincidindo com o primeiro ano em que a televisão espanhola escolheu, de forma interna, um artista associado da Sony Music España para o Festival Eurovisão. Além disso, de 2015 a 2017, a discográfica esteve envolvida nos processos de seleção da RTVE, algo que nunca havia acontecido anteriormente.




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Fonte: bluper/eurovision-spain/ Imagem: RTVE / Vídeo: Youtube

3 comentário(s):

  1. Anónimo14:59

    Todas estas polémicas davam direito a expulsão da Espanha do evento por parte da EBU, mas como se trata de um Big5 tá quieto...

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  2. Anónimo19:52

    Aí a peixeiraida que AI vai! Ate parece o FC 2014....

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  3. Anónimo20:20

    Espanha: "Estala a bomba e o foguete vai no ari"
    - Direcção de TVE confirma que o júri tem de ser experto em música, mas não pode ter vínculo a emissoras de rádio, pois pode ficar o caldo entornado (e o júri da RTP passa por este último ponto... Meeeeeedoooooooo!!!!): http://www.eurovision-spain.com/iphp/noticia.php?numero=17-02-17_los-directivos-de-tve-estan-cabreados-contaban-con-que-ganase-mirela
    - Manuel Navarro, para Javier Cárdenas, deveria ser cavalheiro e dar o seu lugar a Mirela: http://www.eurovision-spain.com/iphp/noticia.php?numero=17-02-17_javier-cardenas-pide-a-manel-navarro-que-renuncie-caballerosamente-a-eurovision-en-favor-de-mirela

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