O supervisor executivo do Festival Eurovisão, Jon Ola Sand, alertou os organizadores ucranianos para a venda de bilhetes para os eurofãs e deixou alguns avisos para os responsáveis da competição nos próximos anos.

A capital ucraniana recebeu hoje uma reunião ente alguns representantes da EBU/UER, da emissora nacional NTU e da autarquia local. O foco da reunião foi o local escolhido para a próxima edição do Eurovision Song Contest: o Centro Internacional de Exposições. O supervisor executivo do Festival Eurovisão expressou duas preocupações sobre o local: "a localização do nó de retransmissão e a localização do equipamento de televisão deverá estar localizado numa grande área e terá de ser armazenado de forma segura" e "o número de lugares que estão a ser vendidos, visto que a maioria dos bilhetes que devem ser postos à venda são dos lugares sentados. Uma área que albergue cerca de 2000 fãs em pé é suficiente".


Além disso, posteriormente foram revelados alguns detalhes sobre os tamanhos previstos para o local e a localização de estruturas necessárias. A green room terá cerca de 800 metros quadrados e ficará localizada perto do palco, sendo que este terá 750 metros quadrados. O centro de imprensa, que contará com a sala de conferência e pequenos estúdios, terá 4000 metros quadrado, sendo que, em caso de necessidade, o parque de estacionamento em frente da arena poderá ser utilizado para tal. No final da reunião, Jon Ola Sand deixou uma mensagem clara para os organizadores do concurso dos próximos anos: "A arena deve ser ajustada ao Festival Eurovisão, mas a Eurovisão não deve ser ajustada à arena.".

Recorde, de seguida, a vitória de Jamala em Estocolmo:


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Fonte: eurovoix / Imagem/Vídeo: eurovision.tv

4 comentário(s):

  1. Arrogancia e falta de diplomacia nao lhe faltam...

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  2. Anónimo22:17

    Este senhor "Olá Areia" deve pensar que somos cegos. Que as arenas e os palcos se tornaram megalómanos por causa do tipo de atuações musicais e da recetividade dos fãs acabadinhos de vir de alguma pride (ou a própria Pride é dentro das Arenas lol) desde ... 2004 para aí em que vemos "os homens que deixaram as suas esposas em casa" nas filas da frente e as bandeiras tamanho XXL a voar em todas as direções ... mas zero zero zero credibilidade na qualidade musical. Tudo em nome do espetáculo não em nome da música ... o que vale é que as coisas tem se modificado nesse sentido e a música tem ganho e não a estupidez ... mesmo que alguma dessa música venha coberta de innuendos políticos daqueles que ninguém quer saber mas que nos rodeiam e nos afetam quer queiramos quer não. Fugir à realidade não é o que a música da Eurovisão deve promover para isso já temos o Futebol. Que a música seja o reflexo do que somos e de onde somos e não apenas uma anedota pegada sem sentido que qualquer bêbado aprecia fora do seu juízo.

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    1. Anónimo02:23

      POrque que o futebol foge a realidade?

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    2. Anónimo20:13

      A única coisa real no mundo do futebol é o dinheiro que circula por ali dentro enquanto andam milhares de adeptos com o coração nas mão por querer que um grupo de gajos chutem com uma bola contra um rede. Se isto é a realidade então vamos todos chutar bolas contra balizas e quiçá ganhar o dinheiro que o Ronaldo ganha. Para já o futebol é um escape, um escape a algo que seguramente não está bem. Se foge à realidade, e pá, isso muda de pessoa para pessoa.

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