A emissora estatal azeri Ictimai confirmou a sua participação na próxima edição do Festival Eurovisão. Tamilla Shirinova deixará de ser a chefe de delegação do país no concurso europeu.

Apesar dos modestos resultados alcançados nas últimas três edições, a emissora azeri Ictimai confirmou, esta tarde, a participação na próxima edição do Eurovision Song Contest. Contudo, os responsáveis da emissora do Azerbaijão relegaram o anúncio de mais informações sobre o processo de seleção para uma data mais oportuna.

A única informação já conhecida é a substituição de Tamilla Shirinova no cargo de chefe de delegação. O anúncio foi feito pela própria que, contudo, não justificou a sua saída do cargo. De realçar que Tamilla ocupou o lugar deixado por Husniye Maharramova em 2015, tendo sido a responsável pelas duas últimas participações azeris no concurso europeu.

Até ao momento, o Festival Eurovisão 2017 conta com a confirmação de 37 países: Albânia, Alemanha, ARJ Macedónia, Arménia, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bielorrússia, Chéquia, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Letónia, Lituânia, Malta, Montenegro, Noruega, Polónia, Portugal, Reino Unido, Roménia, Suécia, Suíça e Ucrânia. De realçar que todos os países tiveram de entregar a pré-inscrição no evento até ao passado dia 15 de setembro, sendo que poderão retirá-la sem qualquer penalização até 10 de outubro.

Estreante em 2008, o Azerbaijão participou em todas as edições desde então, tendo vencido em 2011, quando representado por Ell e Nikki. Com seis colocações no top10 nas primeiras seis participações, o Azerbaijão tem, nos últimos três anos, ficado de fora dos países que disputam a vitória no concurso, tendo como pior classificação o 22.º lugar alcançado em Copenhaga. Em Estocolmo, Samra e o tema Miracle conquistaram a 17.ª posição com 117 pontos, cuja prestação pode recordar de seguida:


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Fonte: ESCToday / Imagem/Vídeo: eurovision.tv

11 comentário(s):

  1. Anónimo00:00

    Ja faltava...

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  2. Anónimo00:04

    Esta edicao pode voltar aos 40 e tal paises.. ja ha 37. E ainda ha por confirmar,que participaram no ano passado, a Bulgaria (quase decerteza que vai), a Servia ( tambem nao vejo motivo para nao participar), Georgia ( tambem deve participar), Moldavia ( se nao participar e pelos maus resultados), a Russia (devido a guerra nao se sabe), a Bosnia (tambem nao devido a crise).
    Ha ainda a possibilidade dos regressos da Turquia ou Eslovaquia

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    1. Bom seria,que as tuas previsoes relativamente a Turquia se concretizassem.Continuo a sentir a falta da presença musical turca no ESC.Da maneira como as coisas vao naquele pais,nao creio num regresso deles ao ESC,eles andam muito anti-Europa.

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  3. Mais uma cantiguinha"made in Sweden"?!?! Um pais,cuja vitoria no ESC 2011 foi das menos merecidas de todos os tempos. A manter o estilo que tem tido,poderia ficar de fora,obrigado.Bemvindos,se vierem com algo de sonoridade azeri!

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  4. Anónimo16:45

    RG ficaste preso no tempo em que o Esc representava a cultura dos respetivos paises. Hoje em dia o Esc vai-se unindo e daqui a uns ano tudo se fundirá numa só cultura. Nao acho bem nem mal, simplesmente é o que vai acontecer fruto da globalização, logo é um passo normal a dar. Os países vão continuar a ter a sua respetiva cultura, a diferença é que não a vão usar (salvo Portugal e pouco mais) pelo meno no Esc, porque isso não é é valorizado como era antes...há pelo menos quase 20 anos. Simples, aceita que é mais fácil RG

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    1. Anónimo19:43

      "Preso ao tempo em que o ESC representava a cultura dos respetivos países". Por mim já desejaria um regresso ao tempo em que não se compravam canções a autores doutros países, como fazem regularmente Azerbaijão, Malta ou Alemanha...

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    2. 16:45 -Hautsch! Nao sabia que estava prisioneiro! Anyway,e o teu ponto de vista nao e o meu(Vive la difference!!!),e quanto ao futuro nada se sabe.Contudo o ESC 2016 foi ganho por uma cançao original,produzida no pais que representava e parcialmente cantada em Tartaro,uma lingua turquica.that`s it!

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    3. Anónimo04:16

      Não é de agora que se compra músicas para o Esc no exterior, sempre se fez, a difernça é que agora quase todos o fazem. De 2008 até 2016, só este ano venceu uma música culturalmente ligada ao pais que representa, as restantes foram ganhas por músicas ou importadas ou então músicas que nada ou pouco representam a cultura do pais. Factos!

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    4. 04:16-Discordo em relaçao a 2009(Noruega),cançao com forte sabor noruegues,por Rybak,que, sem ter certezas ,creio ter nacionalidade norueguesa.Euphoria em 2012,pela Suecia,e de autores suecos e representa um estilo proprio(sueco?Pan-europeu?).2015?O mesmo que para 2012...Pontos de vista!!!

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    5. Nao tanto a questao da cultura nacional,mas sim tambem a questao da monotonia(que quase matou o ESC nos anos 70 e 80,epoca aurea de Siegel por toda a Europa Central,bem como duma certa sonoridade francofona de fugir a sete pes).Variaçao e necessario!!!

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    6. O4:16 -Esqueceste-te(propositadamente?) das vencedoras de 2003,2004,2005 e 2007.Produzidas nos paises que representaram e bem representativas do pop produzido nesses paises(a cultura musical duma naçao nao e so folclore,mas tambem o pop caracteristico dessa mesma naçao).

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