O famoso programa de comentários da emissora sueca chegou ao fim com uma vitória tri-partida: Austrália, França e Suécia são os favoritos dos comentadores do Inför Eurovision para vencer o Festival da Eurovisão 2016!

Após quatro transmissões, o conhecido programa de comentários da emissora sueca SVT, o Inför Eurovision 2016, chegou ao fim com uma vitória repartida por três países. As candidaturas da Austrália, França e Suécia recolheram 39 pontos (de entre os 40 possíveis) e repartiram a vitória na edição apresentada por Christer Björkman e que contou com os comentários e pontuações de Oscar Zia, Wiktoria, Njol Badjie e Helena Paparizou (AQUI). Malta e Espanha seguiram-se nas preferências dos comentadores, sendo que a Bélgica, Bulgária, Estónia, Azerbaijão e Itália também conquistaram um lugar no top10 das pontuações.

Frans, representante sueco em Estocolmo, foi apontado como o candidato com o tema mais moderno da edição: "O Frans é brutal e tem a canção mais moderna do alinhamento. Ele irá longe... estou convencido de que terá o mesmo efeito que teve no Melodifestivalen" afirmou Oscar Zia, enquanto que Helena Paparizou realçou a candidatura da Austrália: "Eu perco-me com a voz da Dami Im. É algo inexplicável". Por sua vez, Njol Badjie destacou a mensagem do tema de França: "Gosto especialmente do videoclip: a menina da luta e o rapaz do ballet. Há uma torção do que as pessoas tendem a imaginar ser... Não importa o que nós fazemos ou o que estamos a fazer: o que importa é o que deve ser feito". Contudo, Wiktoria destacou a ausência da Rússia do top10 do painel: "Eu acho que a Rússia vai chegar bem alto, mas aqui apenas votamos nos temas".

Aceda, de seguida, aos resultados do programa:

1.ª Emissão
(Croácia, Finlândia, Hungria, Rússia, Reino Unido, Holanda, Moldávia, Arménia, Grécia, São Marino)

2.ª Emissão
(França, Malta, Estónia, Azerbaijão, Itália, República Checa, Chipre, Bósnia-Herzegovina, Áustria, Islândia e Montenegro)

3.ª Emissão
(Austrália, Lituânia, Sérvia, Suíça, Irlanda, Israel, Letónia, Polónia, Bielorrússia, ARJ Macedónia e Alemanha)

4.ª Emissão
(Suécia, Espanha, Bélgica, Bulgária, Eslovénia, Ucrânia, Noruega, Albânia, Dinamarca e Geórgia)

Top10 Final
(Austrália, França, Suécia, Malta, Espanha, Bélgica, Bulgária, Estónia, Azerbaijão e Itália)

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Fonte/Imagem: SVT

9 comentário(s):

  1. Anónimo10:17

    Uma menina diz que "estamos aqui a votar nos temas", mas um colega de painel assinala o valor do videoclip de uma canção cuja letra, por acaso, bem pouco tem a ver com a história do videoclip... Afinal, possivelmente, também votaram em videoclips...Quanto à modernidade da canção sueca, eu hoje devo estar com noventa e tal anos...

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    1. Anónimo22:24

      Cm se a canção russa tivesse alguma história de jeito para contar ...

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  2. Anónimo10:49

    Haha a música do frans e a mais moderna??? Lolol

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  3. Não tenho nada contra a Australia, e atenção que ela é uma das minhas favoritas a ganhar este ano, mas acho que não devia participar mais, acho que se assim continuar só com a Austrália ok mas cada vez há mais países a querer participar e acho que se pode vir a perder a essência do ESC e isso não é bom. Para além de já andarem a alterar sistemas de votação que já faz com que não seja a mesma coisa mais ainda entrar novos países nao europeus...
    Mas ok força ESC.

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    1. Anónimo13:10

      Pessoalmente acho que tem razão. A ideia nascida no ano passado na Áustria parecia-me melhor: convidar-se um país por ano "fora do circuito da EBU". Este ano podia ser o Canadá, no próximo a África do Sul, depois o Brasil, a China... Seria simpático e não mudaria demasiado a regra inicial de que só as estações de televisão filiadas na EBU poderiam enviar uma representação (sem esquecer que há na Europa países não admitidos no ESC por não terem estações de televisão integradas na EBU). Haveria uma exceção por ano, que não contemplaria sempre o mesmo país. Por outro lado, eventuais mudanças no sistema de votação, por muito compreensíveis que sejam, devem ser estudadas e comunicadas antes de se saber que países vão participar na edição em causa, o que não sucedeu este: as alterações vieram a público (e ao conhecimento da maioria das estações de televisão) quando até se havia feito o sorteio para as semifinais.

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    2. Trazer um convidado de outro continente para apresentar uma canção original e por simpatia permitir que ao mesmo tempo a promova é uma coisa, mas entrar propriamente na competição, o mesmo é dizer na pontuação, é fora de todo o sistema do concurso e fazer os regulamentos entrarem em colapso por via disso. Isto equivale a dizer que concordo com anónimo das 13.10.

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    3. E eu concordo a 100% com o Anonimo das 13:10 ,bem como com Dan Carv.

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  4. Votação de m. Não consigo entender tanto mimo à volta de uma canção banal só porque vem do Índico. Pessoalmente não gosto nada, mas gostos são gostos e contra isso não há nada a fazer.E para além deste prato indigesto temos aqui um top 10 inenarrável. Enfim, eu respeito, como não pode deixar de ser, mas custa-me olhar para este ranking e ver quanta injustiça ali está afixada.Também é verdade que aquilo vale o que vale, isto é: 0.

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  5. Anónimo20:36

    ¡BRAVO! En la cuarta emisión, el país más votado es en realidad España, ya que los suecos no pueden votarse por ellos mismos. Gran parte del nacionalismo sueco persiste, ya que colocan a Suecia en segunda posición, cuando es una canción aburridísima que merecería quedar última con 0 puntos. Pese a todo, presiento que este año los suecos van a dejar de lado su odiosa y tradicional endogamia, ya que Dinamarca y Noruega figuran abajo en la tabla, y Barei va a recibir puntos de Suecia. Hace ya 4 años que Suecia no vota por España

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